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Wilson Gottardo

Ex-zagueiro do Flamengo, São Paulo, Botafogo, Guarani e Marítimo
Wilson Roberto Gottardo, o ex-zagueiro Wilson Gottardo, nasceu em Santa Bárbara D´Oeste em 23 de maio de 1963.
 
Em janeiro de 2016, Gottardo assumiu o comando técnico do Villa Nova-MG.

O ex-jogador omeçou a carreira na Barbarense e depois passou por Guarani, Botafogo-RG, Cruzeiro, Flamengo, São Paulo, Marítimo de Portugal, Sport, Fluminense e Náutico. Residiu no Rio de Janeiro onde trabalhava administrando os imóveis que adquiriu e empresariando jogadores de futebol. Casado, tem três filhas.

Em 2010, Gottardo começava a trilhar o caminho para se tornar treinador. Fez um estágio com o técnico italiano Carlo Ancelloti, no Chelsea, da Inglaterra. Três anos depois, em novembro de 2013, assumiu o comando do Tupi, de Juiz de Fora-MG.
 
Assumiu o comando técnico do Vila Nova-MG em janeiro de 2011, mas acabou sendo demitido ao longo da temporada. No início do ano seguinte, Gottardo assumiu o controle do Bonsucesso, na disputa da Primeira Divisão do Campeonato Carioca.

Gottardo também passou pela Seleção Brasileira. Segundo o livro "Seleção Brasileira - 90 Anos, de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf, disputou seis jogos em 1991 com duas vitórias, três empates e uma derrota.

Segundo Almanaque do Flamengo, de Roberto Assaf e Clóvis Martins, disputou 131 jogos pelo Mengão com 73 vitórias, 35 empates, 23 derrotas e oito gols marcados.
Segundo o Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa, fez pelo Tricolor apenas nove jogos em 1995 com duas vitórias, três empates e quatro derrotas.
 
Em julho de 2014 Gottarde abriu mão da carreira de técnico e foi contratado pelo Botafogo para ser Diretor Técnico.
 
Seis meses depois de assumir o cargo de Diretor de futebol do Botafogo, Gottardo foi demitido.
 
Gottardo ficou afastado do futebo, até que em janeiro de 2016 retomou a carreira de treinador ao assumir o comando do Villa Nova-MG.

Xerife

Violento para alguns, mas de personalidade forte para outros, Gottardo fez por merecer o rótulo de "Xerifão" nas defesas em que atuou. Muitas vezes capitão de suas equipes, Gottardo era o tipo de zagueiro que chegava junto. O próprio beque chegou a sofrer algumas contusões por causa de seu excesso de vontade. O atacante Marcos Roberto (que estava emprestado ao Guarani e pertencia ao Corinthians) e o meia Raí (do São Paulo) também sofreram sérias contusões em divididas com Gottardo, que sempre garantiu não abusar da violência.

por Marcelo Rozenberg e Rogério Micheletti
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    Pelo Flamengo:

    Atuou em 131 jogos, sendo 73 vitórias, 35 empates, 23 derrotas e oito gols marcados.
    Fonte: Almanaque do Flamengo, de Roberto Assaf e Clóvis Martins,

    Pelo São Paulo:

    Atuou em nove jogos, sendo duas vitórias, três empates e quatro derrotas. Não marcou gols.
    Fonte: Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa

    Pela Seleção Brasileira:

    Atuou em seis jogos, sendo duas vitórias, três empates e uma derrota. Não marcou gols.
    Fonte: "Seleção Brasileira - 90 Anos, de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf

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