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Tatau

Ex-atacante do Goiás
por Marcelo Rozenberg
Antonio Carlos Delfino, o ex-atacante Tatau, nasceu em Itajubá, no sul de Minas Gerais, no dia 12 de fevereiro de 1956.
Começou a carreira no Smart Futebol Clube de Itajubá e passou por diversas equipes: Taubaté e Alfenense (1976), Ferroviária (1977, 1978 e 1981), Atlético Goianense (1982), Goiás Esporte Clube (1983), Nacional Clube (1985), Marcílio Dias (1986), e Internacional de Lages-RS, onde encerrou sua carreira, em 1990, sempre se destacando como autor de belos e importantes gols.
Pai de três filhos (Elaine Cristina, Antonio Carlos e Deverson Henrique Oliveira) e avô de quatro netos (Karla Cristina, Maria Fernanda, Gabriel Henrique e Pedro Henrique), mora e trabalha em Itajubá, na empresa de usinagem Moabe Energia, e como se mantém em ótima condição física, sempre que pode bate uma bola com os amigos no time de masters de Itajubá.
Em 1º de outubro de 2009, recebemos o seguinte e-mail, de Valdir Cezário:

De: Valdir Cezário [mailto:valdir.cezario@unifenas.br]
Enviada em: quinta-feira, 1 de outubro de 2009 14:31
Para: miltonneves@terceirotempo.com.br
Assunto: Que fim levou? - Tatau, com foto anexa
 
Milton Neves, tudo bem?
 Li, o "Que fim levou!?", sobre o Tatau.
Antônio Carlos Delfino, de fato, está em Itajubá. Em 1980 ele jogou pelo Alfenense Futebol Clube. No dia 5 de outubro de 1980, o Tatau marcou gol histórico para o time de Alfenas, quando venceu o forte time do Atlético Mineiro, base da seleção brasileira de 1982, do Telê Santana.
Tatau passou também pelo Smart de Itajubá, de acordo com nosso companheiro José Maria Gonçalves. Tinha um toque refinado, excelente colocação em campo. Me lembro de suas jogadas de efeito no Alfenense: marcava muitos gols contra Flamengo de Varginha, Esportiva de Guaxupé, Atlético de Três Corações, Tupi de Juiz de Fora, Mamoré de Patos de Minas, dentre outros.
No Alfenense daquela época, com foto em anexo, tínhamos (em pé, da esquerda para a direita): Nivaldo, Barra Mansa, Zé Guilherme, Ademir, Vanderlei e Sérgio Cunha. Agachados, na mesma ordem: Neném, Tatau, Larry, Mauro, Edu e Major (massagista).
O estádio Francisco Leite Vilela, campo do América, estava lotado, com mais de 13.500 pagantes. Aquela derrota do Atlético foi a única do Galo no campeonato mineiro. Foi campeão só com essa derrota para o Alfenense. Foi uma glória para o futebol profissional de Alfenas. Até hoje esse dia é muito comemorado pelos torcedores do Alfenense.
Hoje, apenas a lamentação de bons tempos que não voltam mais.
 
Abração, Milton Neves...
Tudo de bom.
Valdir Cezário

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