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Silvio Santos

O maior apresentador do Brasil

por Milton Neves

Senor Abravanel, nacionalmente conhecido como Silvio Santos, nasceu no bairro da Lapa, no RJ, em 12 de dezembro de 1930.

Como empresário, é dono do SBT e do Grupo Silvio Santos, que inclui empresas como Jequiti Cosméticos e o Baú da Felicidade. Outro grande patrimônio de SS foi o Banco Panamericano, porém,  o homem do baú acabou vendendo-o para o BTG Pactual, banco de investimentos de André Esteves. Houve constatações de que fraudes no banco causaram prejuízos de cerca de R$ 4 bilhões, e não de R$ 2,5 bilhões, como divulgado quando a crise estourou, em novembro de 2010. A Caixa Econômica Federal também detém uma parcela do PanAmericano. Como apresentador, ganhou fama no comando do Programa Silvio Santos, que vai ao ar todos os domingos desde a década de 60.

O "personagem" mais imitado do Brasil é considerado um dos maiores comunicadores do Brasil.  

A história da televisão no Brasil é confundida com a de Silvio Santos, o iG preparou alguns vídeos com os momentos mais marcantes da carreira de Silvio Santos.

No vídeo ao lado você pode relembrar alguns tombos e micos que o apresentador já passou em cima do palco. Assista também outros vídeo sobre Silvio Santos:

Abaixo, uma coluna escrita por Milton Neves, veiculada no jornal "Agora São Paulo" e no site e blog Terceiro Tempo sobre Silvio Santos:

Para "Veja" o Capitão Nascimento Wagner Moura é o primeiro herói brasileiro.

Uma bela escolha premiando o exemplo, a realidade e o talento, assim como seria José Alencar, pela raça, amor, transparência, correção, simpatia e luta pela vida.

Ou então Lula, um milagroso brasileiro que nasceu com a nuca virada para a lua.

Mas meu herói brasileiro é Silvio Santos. E Pelé não vale.

Em 80 anos esse homem tem muito ou um pouquinho a ver com todos nós, quase 200 milhões de brasileiros.

Só o vi uma vez na vida. Em 2003.

Cada um mais feio do que o outro. Estávamos de toca plástica pintando os cabelos no Jassa ou "fazendo luzes?, como bichisticamente diz o cabeleireiro Mauro Beting, dono do salão de beleza "Fifahair" de Itaquera.

Naquele dia ele me disse que o "Roleta Russa" que eu estrearia na Rede Record como apresentador de programa de Variedades seria um sucesso.

E foi mesmo. Um ano no ar, 57 exibições, três delas em primeiro lugar no Ibope da emissora com até 11 pontos de média.

Agradeci e disse a ele que eu era um pretensioso "Silvio Santos do futebol e dos pobres?.

Ele sorriu, gargalhou do alto então de seus 73 anos e aparentando, ao natural sem maquiagem, uns 85.

Hoje, depois do 11 de setembro de 2001 que foi o último 11 de novembro de 2010 de sua vida financeira, não deve estar sorrindo apesar de sua clássica, oportuna, transparente, lúcida e cativante entrevista que deu à Folha nesta sexta-feira.

O prejuízo "que ganhou" de seus maus companheiros de trabalho no mercado financeiro foi arrasador para este homem do sorriso mais famoso "deste país", lulamente falando.

Mas, ele, de pronto, sem o famigerado PROER ( Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional), colocou tudo que ganhou em 80 anos à disposição do tal "Fundo Garantidor de Crédito?, hoje seu sócio e talvez até patrão.

E o incrível. Pela primeira vez quando de um escândalo ou rombo financeiro tipo Nacional, Banco Santos, Boi Gordo, Econômico, Excel, Comind ou Bamerindus, a população ficou consternada, triste e não com ódio do banqueiro.

Um banqueiro ausente nesse território financeiro de homens frios e cruéis que não perdoam nem a marca e a história de um patrão tão especial.

Banco não é auditório de TV onde só alegria impera.

Piadas como a que "o Banco Panamericano quebrou porque o Ronaldo sentou em cima dele" estão correndo por toda a parte.

Foi assim também quando das mortes de Senna e de vovô Tancredo.

Mas, creiam, nós tivemos neste triste episódio financeiro que coloca Silvio Santos de joelhos, só uma mínima noção do que este homem representa.

Quando ele morrer - e talvez eu não esteja aqui para testemunhar - o Brasil parará como jamais parou.

Será uma inédita consternação popular.

Uma comoção nacional jamais vista e maior do que as que marcaram as despedidas de Kennedy, Senna, Tancredo e do Aiatolá Khomeini" juntas!

Mas este primeiro e maior herói nacional do Brasil é absolutamente imortal. Ainda bem.

Vídeo da paródia de "Faroeste Caboclo" conta vida de Silvio Santos

 

Em 16 de dezembro de 2001, dia em que SBT e Rercord fizeram transmissão em conjunto, ao vivo, durante os programas "Casa dos Artistas" e "Terceiro Tempo".

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