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Rinaldo Amorim

Ex-ponta-esquerda do Palmeiras
Rinaldo Luís Amorim, um casal de filhos e três netos, ponta esquerda da Academia do Palmeiras (de 64 a 68), mora em Carpina (PE), a 55km de Recife, e trabalha como operador de raio-X e técnico na aplicação de gesso do hospital da cidade.

Antes havia atuado como treinador por um breve período. Comandou o Treze de Campina Grande em 1997.
Em sua passagem pelo Palmeiras, foram 166 jogos (96 vitórias, 35 empates, 35 derrotas) e 61 gols marcados (fonte: Almanaque do Palmeiras - Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti).

Jogou também pela Seleção Brasileira na Copa das Nações de 1964, na Seleção Paulista, Náutico, Auto Esporte, Treze, Coritiba, Fluminense do Rio e no União Agrícola Barbarense, na cidade de Santa Bárbara D`Oeste. Parou em 1972.

Em Curitiba, Rinaldo foi companheiro de Tião Abatiá. No Palestra Itália, o sucesso de Rinaldo foi imediato. Chegou do Náutico, foi para a seleção e estreou, com Pelé e tudo, fazendo dois gols na goleada sobre a Inglaterra, no Maracanã, pela Copa das Nações de 1964. Já, em 1965, Rinaldo Luís Amorim, foi campeão do Rio-São Paulo.

Com a camisa canarinho, Rinaldo atuou em 11 partidas (7 vitórias, 3 empates,e uma derrota). Marcou cinco gols (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).

Rinaldo foi um dos 47 jogadores convocados, pelo técnico Vicente Feola, para o período de treinamento que visava conquistar a Copa da Inglaterra e, consequentemente, o tricampeonato mundial de futebol. Infelizmente deu tudo errado.

Veja abaixo a relação dos 47 jogadores convocados por Vicente Feola:

Os 47 jogadores convocados, devido a forte pressão dos dirigentes dos clubes, para o período de treinamento em Serra Negra-SP e Caxambu-MG como preparação para a Copa de 66, na Inglaterra, foram: Fábio - São Paulo, Gylmar - Santos, Manga - Botafogo, Ubirajara Mota - Bangu e Valdir - Palmeiras (goleiros); Carlos Alberto Torres - Santos, Djalma Santos - Palmeiras, Fidélis - Bangu, Murilo - Flamengo, Édson Cegonha - Corinthians, Paulo Henrique - Flamengo e Rildo - Botafogo (laterais); Altair - Fluminense, Bellini - São Paulo, Brito - Vasco, Ditão - Flamengo, Djalma Dias - Palmeiras, Fontana - Vasco, Leônidas - América/RJ, Orlando Peçanha - Santos e Roberto Dias - São Paulo (zagueiros); Denílson - Fluminense, Dino Sani - Corinthians, Dudu - Palmeiras, Edu - Santos, Fefeu - São Paulo, Gérson - Botafogo, Lima - Santos, Oldair - Vasco e Zito - Santos (apoiadores); Alcindo - Grêmio, Amarildo - Milan, Célio - Vasco, Flávio - Corinthians, Garrincha - Corinthians, Ivair - Portuguesa de Desportos, Jair da Costa - Inter de Milão, Jairzinho - Botafogo, Nado-Náutico, Parada - Botafogo, Paraná - São Paulo, Paulo Borges - Bangu, Pelé - Santos, Servílio - Palmeiras, Rinaldo - Palmeiras, Silva - Flamengo e Tostão - Cruzeiro (atacantes).

Dos 47 convocados por Vicente Feola, para esse infeliz período de treinamentos, acabaram viajando para a Inglaterra os seguintes 22 "sobreviventes": Gilmar e Manga (goleiros); Djalma Santos, Fidélis, Paulo Henrique e Rildo (laterais); Bellini, Altair, Brito e Orlando Peçanha (zagueiros); Denílson, Lima, Gérson e Zito (apoiadores); Garrincha, Edu, Alcindo, Pelé, Jairzinho, Silva, Tostão e Paraná (atacantes).

    Pelo Palmeiras:

    Atuou em 66 jogos, sendo 96 vitórias, 35 empates, 35 derrotas. Marcou 61 gols.  Fonte: Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.

    Pela Seleção Brasileira:


    atuou em 11 jogos, sendo 7 vitórias, 3 empates e uma derrota. Marcou 5 gols.

    Fonte: Seleção Brasileira - 90 anos - 1914-2004, de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf

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    • BRASILEIRÃO 2018

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