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Oswaldo Teixeira Duarte

Ex-presidente da Portuguesa
por Marcelo Rozenberg
 
Poucos nomes na história do futebol se identificaram tanto com um clube quanto Oswaldo Teixeira Duarte com a Portuguesa. Grande abnegado, presidente em várias gestões, faleceu em 1990 deixando um legado de amor incontestável.

Em 1970, assumiu o cargo político mais importante da Lusa pela primeira vez. Foi um dos grandes responsáveis pelas obras de remodelação do estádio do Canindé, que até então era constituído basicamente por arquibancadas de madeira. Em 1972, a praça de esportes foi aberta com vitória da Portuguesa sobre o Benfica por 3 a 1, em jogo amistoso realizado no dia 09 de janeiro.

OTD, abreviação de suas iniciais, ficou conhecido por brigar pelas causas da Lusa em qualqier situação. Mas seu destemor e autoritarismo também fizeram com que muitas vezes tomasse decisões intempestivas. Uma delas ocorreu em setembro de 1972, quando após ver sua equipe perder para o Santa Cruz por 1 a 0 em São Paulo, afastou do time Marinho Perez, Lorico, Ratinho, Piau, Samarone e Hector Silva. Esta noite ficou conhecida como "A Noite do Galo Bravo".

Treze anos depois, revoltado com a falta de espaço que seu clube tinha na mídia, entrou em rota de colisão com alguns jornais de São Paulo. A imprensa, segundo ele, desdenhava das Lusa. Fato é que a decisão do Campeonato Paulista de 1985 entre Portuguesa e São Paulo não foi televisionada ao vivo para a capital.

No dia 28 de Fevereiro de 1988, deixou definitivamente a presidência da Lusa. Mas seu nome permanece vivo na memória dos que o conheceram e na marquise do estádio do Canindé.
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