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Maradona

O Pelé n° 2 do futebol mundial
por Raphael Cavaco

Diego Armando Maradona, o "Dieguito", dispensa apresentações. Maior craque de todos os tempos da Argentina, é mito comparável a Pelé, pelo menos para nossos rivais argentinos.
 
Em 7 de maio de 2017 foi anunciado como técnico da equipe do Fujairah, da segunda divisão dos Emirados Árabes.
 
Em 15 de maio de 2018  anunciou ter fechado acordo para ser o presidente do conselho administrativo do Dínamo Brest, da Bielorrússia por um período de três anos, contando após a Copa da Rússia.
 
Em setembro de 2018 assumiu o comando técnico da equipe do Dorados de Sinaloa, do México, para a disputa da Segunda Divisão.
 
Em 12 de janeiro de 2019, em razão de um problema estomacal, um sangramento, foi submetido a uma cirurgia em um clínica de Buenos Aires. Ele recebeu alta hospitalar no dia seguinte. 

É pai de duas filhas: Dalma e Giannina, está última é mãe de seu único neto, Benjamin Aguero Maradona, nascido em 2009, fruto de sua união com o atacante argentino Sérgio Aguero.

Disputou quatro Copas: 1982, 1986, 1990 e 1994. Na segunda, foi campeão e eleito o melhor jogador. No dia 30 de outubro de 2008, "Dom" Diego Maradona foi confirmado como técnico da seleção Albi-celeste de futebol, onde ficou até o fim da Copa da África, em 2010. A Argentina ficou em quinto lugar.

A sequência como treinador levou Maradona para os Emirados Árabes Unidos, onde assumiu o cargo no Al Wasl. No entanto, a sequência de maus resultados no comando da equipe fizeram com que Diego fosse demitido em 10 de julho de 2012.

O Mundial que ficou marcado em Maradona foi o do México, por sua picardia e genialidade. Na vitória de 2 a 1 sobre a Inglaterra, nas quartas-de-final, ele fez o primeiro gol com a famosa "mão de Deus" e depois anotou um gol de placa ao driblar mais de meia esquadra inglesa.

O ex-atleta foi um ótimo apresentador de TV do programa esportivo "La Noche Del 10", que na tradução para o português significa "A noite do 10". A atração foi sucesso de audiência e crítica no país vizinho.

Nascido em 30 de outubro de 1960 na cidade de Lanus, na Grande Buenos Aires, Maradona teve uma carreira meteórica e polêmica, sobretudo pelo uso de drogas. Meia inigualável com a bola nos pés, o baixinho foi revelado no Argentinos Juniors, de Buenos Aires, e estreou no profissional logo aos 15 anos de idade. Campeão mundial de juniores em 1979, o então camisa 10 despertou a atenção do Boca Juniors, que comprou parte de seu passe em 1981.

Clique abaixo e assista Milton Neves entrevistando o genial Maradona no programa Terceiro Tempo - Especial de Carnaval de 2006. Foi a única entrevista, ao vivo, do Pibe de Ouro à televisão brasileira. E teve duração de 30 minutos

 
Maradona explica "La mano de Dios" para Milton Neves

 
O "Dios" argentino conta o episódio da "Água de Turim" de 1990 para Milton Neves

Naquele ano, foi campeão argentino e passou a ser idolatrado pela populosa torcida boquense. Sua magia no time de La Bombonera durou apenas uma temporada, pois já fora vendido ao Barcelona (ESP) em 1982. O ex-jogador só voltaria ao Boca no fim de carreira, em 1995 a 1997, quando pendurou de vez a chuteira.

Sem muito brilho na passagem pelo clube catalão, Maradona transferiu-se para o Napoli, da Itália, em 1984. Lá, ficou até 1991 e conheceu o auge, mas também o início dos problemas com a cocaína. Em 1987, foi a grande estrela do primeiro título nacional da história da equipe napolitana, e repetiu a dose em 1990. Um ano antes, em 1989, já havia faturado a Copa Uefa, também inédita conquista internacional do Napoli. Nesse período, fez inesquecível dupla com o atacante Careca, de quem se tornou grande amigo.

Em 17 de março de 1991, fez sua última partida pelo time italiano contra o Bari. A Federação de Futebol da Itália descobriu que ele consumiu cocaína antes daquele jogo e o suspendeu por 15 meses. A Fifa estendeu a punição mundialmente. Em abril do mesmo ano, Diego se viu preso na capital portenha por consumo de entorpecentes. Em 1994, foi suspenso novamente por uso de efedrina durante a Copa dos Estados Unidos.

Depois desse escândalo, não jogou mais na seleção. Alternou momentos de tratamento e recaídas. Viveu por alguns anos na Ilha de Cuba, para cuidar da saúde e da então horrenda aparência obesa. Até que, recentemente, o eterno ídolo parece enfim ter se recuperado em definitivo.

Em profusa alegria, simpatia e energia, Maradona até deixou a rivalidade de lado e passou a visitar o Brasil com freqüência. Em 2006, curtiu pela primeira vez o badalado Carnaval carioca. De quebra, estreou em programas esportivos brasileiros. Na ocasião, ele participou do dominical Terceiro Tempo, da TV Record, que foi transmitido ao vivo e direto do sambódromo, dentro do concorrido camarote da Brahma. O ex-craque cedeu ininterruptos 32 minutos de entrevista exclusiva ao apresentador Milton Neves (veja fotos).

"Tive o prazer e a honra de entrevistá-lo por mais de maia hora no Terceiro Tempo especial de carnaval. Dia atípico, público esportivo não antenado, ambiente não tão compatível, mas deste momento não me esquecerei jamais. Sim, sinto-me até hoje como um juvenil e é impossível não se impressionar diante de tudo que cerca e envolve esse mito do futebol", relatou o experiente jornalista.

Em setembro de 2011, no segundo jogo à frente do Al Wasl, dos Emirados Árabes, Maradona perdeu o controle e chutou a mão de um torcedor. O argentino se irritou com o fã após inúmeras tentativas de tirar uma foto ao lado de uma faixa.
 
Na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, "Dieguito" foi convidado para participar de um programa repleto de campeões mundiais no canal SporTV durante o mundial.
 
Seu primeiro empresário, Jorge Cyterszpiler, com quem trabalhou entre 1977 e 1985, se suicidou em 7 de maio de 2017. Clique aqui e veja a página de Cyterszpiler na seção "Que Fim Levou?".Fonte de consulta: Guia dos Craques, de Marcelo Duarte.
 
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    Clubes:

    Argentinos Juniors (1976 a 1980) e Boca Juniors (1981/1982), da Argentina; Barcelona (1982 a 1984) da Espanha; Napoli (1984 a 1991), da Itália; Sevilla (1992/93), da Espanha; Newell´s Old Boys (1994) e Boca Juniors, da Argentina (1995 a 1997).

    Títulos:

    Campeão Mundial pela Argentina (1986), italiano (1987 e 1990), da Copa Uefa (1989) e da Copa Itália (1988), pelo Napoli; e argentino (1981) pelo Boca Juniors.

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