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Luiz Carlos Winck

Ex-lateral do Inter, Galo, Vasco e Timão
por Rogério Micheletti

Luiz Carlos Winck, ex-lateral-direito do Inter de Porto Alegre, Vasco, Atlético Mineiro, Corinthians e Seleção Brasileira, hoje é técnico de futebol.

Em 2004, ele assumiu como treinador o Grêmio Coariense, da cidade de Coari, Amazonas. Em fevereiro de 2005, ele tornou-se o técnico do São Raimundo de Manaus-AM, o mesmo São Raimundo que já foi dirigido pelo folclórico Aderbal Lana.

No Grêmio de Coari, Winck conseguiu o feito de levar a pequena equipe amazonense à disputa da Copa do Brasil. A eliminação foi rápida, mas a participação foi inédita.

Dirigiu o Sampaio Correia, do Maranhão, e foi campeão da Taça Cidade de São Luís em 2007. Em 2008, assinou contrato com o River Atlético Clube, o popular "Galo Carijó". Em seguida, transferiu-se para o Bacabal, do Maranhão.

Sucesso como jogador

Embora não tenha tido chance de participar de nenhuma Copa do Mundo, Luiz Carlos Winck foi um dos grandes jogadores de sua posição nos anos 80. Nos tempos de Internacional, Winck chegou a ser várias vezes convocado para defender o time canarinho e foi assediado por vários clubes do eixo Rio-São Paulo.

Quando deixou o Beira-Rio, em 1989, Luiz Carlos Winck foi defender o Vasco da Gama e teve sorte logo em seu primeiro ano no clube de São Januário. A equipe comandada pelo técnico Nelsinho Rosa conquistou o Brasileirão de 1989. O título foi comemorado contra o São Paulo, em pleno estádio do Morumbi.

O lateral-direito teve participação importante na partida. Foi dele o cruzamento para o gol de cabeça de Sorato. O Vasco venceu o Tricolor por 1 a 0 e não precisou nem do jogo de volta no Maracanã.

Legenda da foto acima, do Vasco, Campeão Brasileiro em 1989: em pé vemos Mazinho, Luiz Carlos Winck, Zé do Carmo, Quiñonés, Marco Aurélio e Acácio. Agachados: Wiilian, Sorato, Boiadeiro, Bebeto e Bismarck.

Depois do Vasco, Winck chegou a ter curtas, mas boas passagens pelo Atlético Mineiro, Grêmio e Corinthians. Pelo time do Parque São Jorge, Winck disputou apenas o Torneio Rio-São Paulo de 93 e o Campeonato Brasileiro do mesmo ano. Ele chegou a ser utilizado até como meio-campista pelo técnico Mário Sérgio Pontes de Paiva. Fez 19 partidas pelo alvinegro e não marcou nenhum gol, segundo números do "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte.

Ponto forte como lateral

Nos anos 80 e começo dos anos 90, a palavra ala não era tão utilizada. Mas Luiz Carlos Winck poderia ser um jogador moderno para a sua época. Tratava-se de um lateral-direito que tinha como ponto forte o ataque. Não marcava tantos gols, mas era muito perigoso nos cruzamentos.

Na Seleção

Pela seleção brasileira, Luiz Carlos Winck viveu seu melhor momento em 1988, quando foi medalha de prata nos jogos olímpicos de Seul. Pela seleção olímpica, ele realizou 11 jogos (oito vitórias, dois empates e uma derrota) e marcou um gol. Segundo números do livro "Seleção Brasileira-90 anos", de Roberto Assaf e Antônio Carlos Napoleão, Winck fez 17 partidas pela seleção principal. Foram 10 vitórias, quatro empates, três derrotas e um gol.

Outra atividade

Além de ser treinador, ele é dono da Winck Transporte, empresa gaúcha com sede em Porto Alegre-RS com uma frota de 15 caminhões que transportam mercadorias para São Paulo, Rio, Campinas e Recife.
    ver mais notícias

    Pelo Corinthians:

    Atuou em 19 jogos e não marcou gols.
    Fonte: Almanaque do Timão de Celso Unzelte.

    Pela Seleção Brasileira:

    Pela seleção olímpica, Winck realizou 11 jogos (oito vitórias, dois empates e uma derrota) e marcou um gol. Segundo números do livro "Seleção Brasileira-90 anos", de Roberto Assaf e Antônio Carlos Napoleão, Winck disputou ao todo 17 partidas pela seleção principal. Foram 10 vitórias, quatro empates, três derrotas e um gol.


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