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Luiz Carlos Ferreira

Ex-jogador, treinador e historiador
por Túlio Nassif

Filho de Alcides Ferreira e de dona Laudevina Tavares Ferreira, Luiz Carlos Ferreira, ou “Bôka” para os íntimos, nasceu no dia 6 de maio de 1950, em Tupã, interior de São Paulo. Morreu no dia 20 de junho de 2016, vítima de uma parada cardíaca. Era casado com dona Terezinha dos Santos Ferreira, teve quatro filhos, um homem – Luiz Carlos Ferreira Junior (já falecido) – e três mulheres – Cristina, Cristiane e Cristilaine. Sua grande alegria eram os nove netos, sete homens e duas mulheres. Se encontrava aposentado e residia em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Ainda pequeno, em Tupã, trocou sua cidade natal por Osvaldo Cruz, no ano de 1959.

Como trabalhava na rede de supermercados Comercial Gentil Moreira S/A, aproveitava os tempos livres para a prática do esporte. Iniciou carreia como jogador de futsal no Liquigás, em 1968 e, no mesmo ano, começou no juvenil do Guarani de Adamantina.

Constantemente viajava a trabalho. De Adamantina, foi para Tupã (SP), Campo Grande (MS), Avaré (SP), Atibaia (SP), Piracicaba (SP), São José do Rio Preto (SP), Promissão (SP) e por fim, Ourinhos (SP).

Por quatro anos se desdobrou para defender as duas equipes e conciliá-las com o trabalho, até que, encerrou carreira como esportista no ano de 1972.

Foi funcionário da Comercial Gentil Moreira S/A por longos 30 anos. Humildemente, iniciou suas atividades na empresa de baixo, como sub-encarregado, chegando ao cargo de gerência de compras.

Nos anos 80, fez um curso de árbitros da FPF (Federação Paulista de Futebol), tendo como seus grandes professores, os árbitros Edson Massa (de Bauru) e João Antonio Mandrá (de Penápolis).

A partir daí, começou a arbitrar pelas ligas das cidades onde trabalhava a mando da empresa.

Mas foi na loja de Avaré, que o convite para montar uma equipe de futebol surgiu. O Grêmio Esportivo Casa Moreira, equipe que se manteve durante 11 anos na cidade, disputando diversos campeonatos locais e regionais. Mas o clube teve um fim, encerrou seu ciclo, apenas quando a empresa saiu de Avaré.

Luiz Carlos ficava contente, pelas homenagens recebidas ao filho falecido (vítima de um câncer ósseo, em 14 de agosto de 1995). Uma rua na cidade de Avaré e uma praça em Campo Grande, carregam o nome do filho eternamente amado, essas nomeadas respectivamente pelos vereadores Tucão da cidade de Avaré e pelo também vereador Athayde Nery.

Um fato inusitado e tanto quanto pavoroso, foi quando, no ano de 2000, ao ingressar na empresa Pavão Supermercados como gerente de compras, aconteceu com Luiz Carlos.

Após meses, no dia 3 de março de 2001, quando regressava de umas compras na capital paulista, sofreu um grave acidente, tendo o pé esquerdo decepado e, como o próprio Luiz Carlos afirma, por um milagre de Deus, os médicos conseguiram implantar a parte do corpo mutilada. Ele ainda teve vários enfartes, devido a quantidade de sangue perdido, mas sobreviveu.

A história de Luiz Carlos Ferreira é vasta. Sua vida sempre foi ligada ao futebol, desde criança em Osvaldo Cruz, frequentava os jogos da Associação Atlética Osvaldo Cruz, onde presenciou partidas memoráveis de grandes atletas, como: Paulo Bim, Moisés Cocito, Aldo e também o inesquecível Osmar Santos, que começou a fazer suas primeiras transmissões esportivas em Osvaldo Cruz e etc.

Registrou muitos momentos desses craques, por isso é considerado um grande historiador.

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