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Júlio Mazzei

Ex-Professor de Educação Física
Júlio Mazzei, foi um dos mais famosos, importantes e competentes professores de Educação Física da história do futebol do Brasil.

Ele estava internado numa clinica de repouso para idosos em Santos (SP), na Rua Pasteur, no bairro do Gonzaga, e diariamente recebia a visita de sua fiel e querida esposa, dona Maria Helena Mazzei.

Júlio morreu no dia 10 de maio de 2009.

Só deixou Santos por sete anos, quando mudou-se para Nova Iorque, onde trabalhou no New York Cosmos e no escritório de marketing esportivo que o Rei Pelé mantinha na "capital do mundo".

Júlio Mazzei estava mal de saúde, pois era portador do "Mal de Alzheimer?. Daí, sua internação, pela família, na referida clinica para idosos, bem parecida com aquela em que Leônidas da Silva viveu por 12 anos, antes de sua morte.

Júlio Mazzei, pai do músico e radialista (excelente) Julinho Mazzei, sucedeu ao professor Financial no Palmeiras, foi campeão paulista de 63 e 66, campeão do Rio-São Paulo pelo Verdão em 65, e, no Santos, ganhou os paulistas de 67, 68, 69 e 73, a Recopa de 68, o Robertão de 68 e já conheceu 62 paises do planeta. E é também o grande responsável pela ida de Pelé para os EUA. "Lá, ele conheceu o marketing esportivo e a força de seu nome. Nova Iorque foi o grande gol de Pelé?, sempre dizia o querido Júlio Mazzei.

Na foto ao lado, você vê os jogadores da Seleção Brasileira "B" no dia 21 de novembro de 1965. Essa foto é histórica porque naquele domingo foi a única vez na história do futebol brasileiro que nossa seleção jogou duas vezes no mesmo dia e contra duas seleções européias.

Naquele 21 de novembro de 1965 a seleção "A" do Brasil, com Pelé, dirigida por Vicente Feola, empatou em 2 a 2 com a União Soviética, à tarde, no Maracanã. O Brasil "A" jogou com Manga(Botafogo-RJ), Djalma Santos(Palmeiras-SP), Bellini(São Paulo-SP) depois Mauro Ramos(Santos-SP), Orlando Peçanha(Santos-SP) e Rildo(Botafogo-RJ); Dudu(Palmeiras-SP) depois Roberto Dias(São Paulo-SP) e Gérson(Botafogo-RJ); Jairzinho(Botafogo-RJ), Flávio(Corinthians-SP) depois Ademar Pantera(Palmeiras-SP); Pelé(Santos-SP) e Paraná(São Paulo-SP). Os mais de 113 mil pagantes viram no estádio Mário Filho, o Maracanã, os gols de Gérson e Pelé para o Brasil, e os gols de Banichevski e Slava Metreveli para a União Soviética. O último gol foi o célebre episódio em que o goleiro Manga, em pleno Maracanã, bateu o tiro de meta na nuca do jogador soviético (Slava Metreveli). A bola voltou em direção à meta de Manga e só parou no fundo do gol.
 
À noite, no estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, em São Paulo, o time que você está vendo abaixo (Brasil "B") foi dirigido por Aymoré Moreira (da Portuguesa) e Luis Alonso Peres (o Lula do Santos), ambos já falecidos. Os 25 mil pagantes presentes no Pacaembu, viram o o árbitro Eunápio de Queirós apontar oito vezes para o centro do campo: Brasil 5x3 Hungria. Os gols do Brasil "B" foram marcados por Servílio (2 vezes), Lima, Abel e Nair. A Hungria descontou com Ferenc Bene, Ernö Solymosi e Florian Albert.
 

Em pé: Fernando Cauzo Filho (podólogo da seleção), Carlos Alberto Torres, Félix, Lima, Djalma Dias, Edílson e o capitão Procópio. Agachados: roupeiro Romeu, Marcos, Prado, Servílio, Nair, Abel e o massagista Macedo.
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