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Giba

Ex-lateral-direito do Corinthians e Guarani
por Rogério Micheletti

Ele foi um dos heróis corintianos na conquista do Brasileirão de 1990. Dono de um sotaque interiorano marcante, jeitão simples e chutes precisos, Giba, o Antônio Gilberto de Souza Manies, foi um bom lateral-direito corintiano entre 1989 e 1993.

Giba morreu no dia 24 de junho de 2014, aos 52 anos, em São Paulo. O ex-lateral lutava contra uma grave e rara doença chamada amiloidose.
 
Nascido em Cordeirópolis (SP) no dia 7 de março de 1962, Giba começou a se destacar no futebol defendendo o time do Independente de Limeira (SP). Foi contratado pelo Guarani na metade dos anos 80 e deixou o Brinco de Ouro da Princesa em 1989. À época, ele não havia chegado a um acordo com cartolas bugrinos e foi para o Corinthians.

Giba chegou ao Parque São Jorge acompanhado de um ex-companheiro de Guarani: o meia Barbieri. Aos poucos o lateral-direito mostrou que tinha condições de vestir a camisa que tinha sido usada na mesma década por Zé Maria e Édson Boaro, dois jogadores que também defenderam à seleção brasileira.

Com boas atuações, principalmente no começo dos anos 90, Giba teve oportunidade de ser convocado algumas vezes para defender a seleção. Encerrou a carreira prematuramente, aos 30 anos, depois de uma cirurgia no joelho, em 1993.

Polêmica

A cirurgia feita no joelho do lateral Giba gerou controvérsias. Na oportunidade, assim que foi dispensado pelo clube, o jogador acusou Joaquim Grava de inutilizá-lo para o futebol. O atleta processou o médico, que conseguiu provar sua inocência.

Após encerrar sua carreira como jogador, Giba dirigiu várias equipes, dentre elas o Paulista de Jundiaí, o Santos (vice-campeão paulista de 2000), o Guarani, a Portuguesa, o Remo e o Sport Recife (assumiu o time pernambucano em maio de 2007). Em 2011, o treinador foi chamado para assumir o Guarani, no lugar do também ex-jogador Vilson Taddei.
 
Deixou o comando técnico do Bugre em novembro de 2011, conseguindo emprego novo no mês seguinte, quando foi contratado pelo Grêmio Barueri.

Em 2008 dirigiu o Paulista de Jundiaí no Campeonato Paulista e, na sequência, transferiu-se para o Ipatinga. Giba deixou a equipe do Vale do Aço no dia 13 de junho de 2008, depois da derrota por 4 a 2 para o Atlético no Mineirão.

Em fevereiro de 2009 voltou ao Paulista de Jundiaí, e em  janeiro de 2011 assumiu o comando técnico do Joinville-SC.

    Números de Giba pelo Corinthians:

    Com a camisa corintiana, segundo o "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte, Giba fez 210 partidas (100 vitórias, 76 empates e 34 derrotas) e marcou 17 gols, uma ótima média para um lateral-direito. Um dos gols de Giba foi marcado de pênalti contra o Boca Juniors, em La Bombonera, pela Libertadores da América de 91. Giba bateu a penalidade porque Neto, o cobrador oficial, estava na seleção brasileira.

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