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Fescina

Ex-atacante do Palmeiras e Cruzeiro
Três filhas (Cláudia, Cristina e Carla), José Carlos da Silva Fescina, o Fescina, ex-atacante do Palmeiras, Sport, Botafogo, Cruzeiro (Tostão foi reserva dele), Olaria e Nacional (SP), morreu no dia 28 de junho de 2011, na cidade de Santos, em função de insuficiência respiratória.  Em 2008, havia comandado o Noroeste de Bauru no Campeonato Paulista em apenas duas partidas. Assumiu depois, ainda em meio a este Estadual, o Juventus.
Em novembro de 2010 comandou as divisões de base do Esporte Clube Barueri, ex-Grêmio Barueri, que disputava a Série C, 3ª Divisão do Campeonato Paulista.
Fescina dirigiu mais de 30 times, entre eles o Corinthians, em 1988. No mesmo ano, ele foi auxiliar técnico de Jair Pereira, no Timão, que conquistou o Paulistão, gol de Viola na final contra o Guarani.
Em 2003, ele acertou com o Central de Carauru (PE), terceiro colocado no Campeonato Pernambucano de 2003 e também terceiro lugar na Copa de Pernambuco. Depois dirigiu o Sergipe.
O ex-atacante trabalhou seis anos como treinador no exterior: Japão, Bolívia e Emirados Arabes e em novembro de 2004 assumiu o cargo de técnico titular do Nacional A.C. da capital paulista, um dos clubes fundadores da Federação Paulista de Futebol.
E começou bem, pois o time de juniores do Nacional, contando também com sua orientação, sagrou-se vice-campeão da Copa São Paulo de futebol junior em 2005. Imediatamente, nove dos jogadores juniores do Nacional que brilharam na Copinha foram promovidos para o time principal da agremiação da Rua Comendador Souza visando sua volta à primeira divisão de profissionais de São Paulo.
Mas em março de 2005 recebeu uma ótima proposta do GR Barueri, aceitou, e foi dirigir o time do município que tem a prefeitura mais rica do estado de São Paulo. "O Barueri tem uma estrutura de time grande e um ótimo projeto de futebol. Estava encontrando problemas no Nacional por algumas ingerências que vinham acontecendo e não admito interferência em meu trabalho", afirmou contundente o ex-atacante.
Após vencer o Ferroviário (CE) por 3 a 0, no estádio Palestra Itália, em jogo válido pela última rodada da Série C do Brasileirão, o Barueri alcançou a quarta colocação e conseguiu subir para a Segundona. Fescina já não era mais o treinador (era Marcelo Villar - ex-Palmeiras) mas com certeza seu nome faz parte dessa importante conquista.
Em dezembro de 2006, após ficar dois meses sem clube, ele acertou sua ida para a Sociedade Esportiva Palmeiras, para comandar o Palmeiras B, o Verdinho do Parque Antártica. Em 2007, o treinador voltou a assinar contrato com o Nacional da Comendador Souza.
Uma trajetória de títulos e vitórias
É com muito prazer que me faço apresentar para fazer parte desta Coluna Esportiva. Sou o José Carlos "Fescina?, ex-jogador de futebol do S.E. Palmeiras, Sport Clube Recife, E.C., Cruzeiro, Bangu A.C., Botafogo de Ribeirão Preto, Nacional A.C. Tive a felicidade de jogar na era "Pelé? (como adversário). Joguei na Sociedade Esportiva Palmeiras onde fui campeão em todas as categorias com Waldir, Djalma Santos, Dudu e Ademir da Guia. Fui também bicampeão mineiro com Raul, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão. No Bangu fiz história com o presidente Castor de Andrade e com atletas como Ubirajara, Ari Clemente, Júnior, Cabralzinho e Parada. Após dez anos como jogador comecei minha carreira de técnico de futebol, formado e sindicalizado pelo Sindicato de Treinadores do Estado de São Paulo, pela Federação Paulista de Futebol, Confederação Brasileira de Futebol e Fifa. Dirigi trinta e duas equipes até o dia de hoje. Obtive diversos títulos, no Sport Clube Corinthians Paulista, Santo André, CSA, Matsubara, Uberaba Esporte Clube e demais equipes do país. Trabalhei no exterior, em clubes do Japão, Bolívia, Bélgica e fiz cursos importantes na Espanha e México. Me considero um vencedor e quero assim continuar na minha trajetória esportiva, com a ajuda de meu Deus e Senhor. A vocês desportistas, até a próxima coluna. Um abraço do amigo Fescina!

Bom dia torcedor (sofredor) amigo

Para quem enxerga futebol e esporte no geral, esta coluna torna-se pequena. As aberrações são muitas e os acertos, raros. Equipes milionárias com grandes astros deram vexame pelo mundo afora. Não adianta ter grandes astros e não saber montar a equipe. É preciso ter padrão de jogo, mudar sistemas, ter variações e um elenco com peças de reposição. Valência campeão na Espanha, na frente do Real e Barcelona. Na Inglaterra, Arsenal campeão, Chelsea fora e Leeds rebaixado para a segunda divisão. Werder Bremen campeão alemão, e o Bayern de Munique dançou. Felizmente, Parreira acertou sem querer, pois não contou com alguns atletas que estavam machucados e percebeu que a formação e a equipe até aqui estavam erradas. No Brasileiro, como disse antes, que ser formada por competência e não por amizade. Não é possível um goleiro de Seleção Brasileira, campeão mundial, como Marcos, não saber jogar ou sair com os pés, a culpa não é dele e sim dos preparadores de goleiros que, até agora não perceberam que não é somente os treinos com bola que vai resolver, e sim, uma palavra, uma conversa, uma orientação. Psicologia técnica. Infelizmente existem comissões técnicas que os auxiliares não sabem enxergar e muito menos se expressar para terem uma conversa com o chefe (o técnico) no sentido de ajudá-lo. A comissão é formada no sentido de beneficiar a todos (clubes, atletas, técnico e todos que fazem parte do departamento de futebol.
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