Agenor

Ex-ponta-esquerda do São Paulo
Agenor Eugênio Rodrigues, o Agenor, marcante ponta-esquerda do São Paulo nos anos 60, morreu de infarto no dia 16 de fevereiro de 2018, aos 79 anos, em Itajaí-SC. Agenor vivia na cidade catarinense, onde era aposentado como funcionário da CELESP (a Telesp de Santa Catarina) do Balneário de Camboriú-SC.
 
Ele já tinha tido problemas cardíacos em 2002, quando conseguiu se recuperar. O ex-jogador, nos anos 60, brigou muito com Sabino e Adíber pela camisa 11 do Tricolor de Feola, Jim Lopes e Aimoré Moreira. Era casado com dona Maria do Carmo, com quem teve três filhas.
 
Atuou no São Paulo FC de 1960 a 65. Com a camisa tricolor, foram 119 jogos (56 vitórias, 30 empates, 33 derrotas) e 31 gols marcados segundo o Almanaque do São Paulo de Alexandre da Costa.
 
Também defendeu a Prudentina, de Presidente Prudente (SP), Batatais FC, da cidade de mesmo nome, no interior de São Paulo, Tiradentes, Marcílio Dias, Carlos Renaux, Nacional de São Paulo, Jandaia e Caldense. Parou de jogar em 1968 devido a dores muito fortes no joelho.
 
Ele costumava dizer que atuou no São Paulo em uma época em que o clube pensava apenas em terminar as obras de construção do Morumbi. Por isso, ressaltava, não havia dinheiro para grandes investimentos para o time. "Sem falar das dificuldades naturais que enfrentávamos quando tínhamos pela frente o Santos e o Palmeiras".
 
Ainda assim, viveu um grande momento pelo Tricolor, pelo Torneio Internacional de Verão, quando marcou dois gols da equipe paulista na goleada por 5 a 1 sobre o Boca Juniors, em plena La Bombonera. 
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Atuou em 119 jogos,com 56 vitórias, três empates e 33 derrotas. Marcou 31 gols, entre 1960 e 1965.

Fonte: Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa

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