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Na decisão por pênaltis, os dois atacantes do Galo erraram

Na decisão por pênaltis, os dois atacantes do Galo erraram

Victor Martins
Do UOL, em Chapecó

O Atlético-MG jogou muito mal diante da Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó, e está fora da Copa do Brasil. A equipe mineira foi eliminada na disputa por pênaltis e está fora das quartas de final do torneio, além de ficar sem o prêmio de R$ 3 milhões, pagos para quem chega nesta fase. A Chapecoense venceu por 4 a 3 nas penalidades. O jogo terminou empatado, em 0 a 0, assim como tinha acontecido no duelo de ida, em Belo Horizonte.

Na decisão por pênaltis, os dois atacantes do Galo erraram. Ricardo Oliveira parou em Jandrei e Róger Guedes isolou. Victor ainda tentou evitar a eliminação, defendendo a cobrança de Bruno Pacheco e quase pegando o chute de Rafael Thyere, mas a bola bateu na trave e entrou após o goleiro atleticano espalmar.

Quem foi bem: Jandrei

O goleiro da Chapecoense não teve muito trabalho durante os 90 minutos, foram poucas tentativas do Atlético, sempre em chutes de longe, sem muito perigo. Mas Jandrei brilhou quando precisou, na decisão por pênaltis. O arqueiro da Chape defendeu a cobrança de Ricardo Oliveira, a primeira.

Quem foi mal: Otero

Com a titularidade ameaçada após o crescimento de produção de Cazares, o Otero foi mantido no time por Thiago Larghi e mais uma vez não foi bem. Se contra o Atlético-PR, pelo Brasileirão, o venezuelano foi substituído durante o primeiro tempo, contra a Chapecoense ele ficou em campo alguns minutos a mais. Pior jogador do Galo na etapa inicial, o camisa 11 saiu no começo do segundo tempo.

Atlético sofre para sair jogando

Uma das características do Galo desde que Thiago Larghi assumiu o comando técnico do time é a qualidade na saída de bola. Mesmo em situações de pressão a equipe consegue tocar a bola na defesa até chegar no campo de ataque. Porém, a Chapecoense conseguiu tirar esse ponto forte do time alvinegro, que teve de apelar para chutões e errou bastante. A dificuldade na saída de jogo fez com que a bola pouco chegasse com qualidade nos homens da frente.

Chapecoense se impôs na força física

Com uma equipe inferior tecnicamente, a Chapecoense não deixou o Atlético jogar. O time catarinense marcou muito forte, já na saída de bola, evitando que o Galo iniciasse seu jogo no campo defensivo. Abusando da força e da velocidade de seus jogadores, foi a Chapecoense quem criou as melhores oportunidades.

Mesmo sem chuva, público não foi grande

Apesar da importância da partida, o público na Arena Condá não foi muito grande. A expectativa do clube e da imprensa local era de 15 mil torcedores, se fosse uma noite sem chuva. O céu estava nublado, mas nada de chuva, mesmo assim o público presente na Arena Condá foi pouco superior a oito mil.

Momentos de tensão com o time desorganizado

Se no primeiro tempo o jogo foi mais travado, tendo a Chapecoense a grande chance dos primeiros 45 minutos, a etapa final foi de muita tensão para os atleticanos. A dificuldade para fazer o jogo de toque de bola, desde a defesa, fez com que o Atlético se desorganizasse em campo. A Chape bem que tentou aproveitar o momento de instabilidade e criou algumas boas chances, mas acabou pecando nas finalizações.

Atlético perde um cobrador de pênalti no fim

Faltando um minuto para o encerramento da partida o Atlético teve uma importante baixa para a disputa de pênalti. O lateral Fábio Santos recebeu o cartão vermelho e foi expulso. O camisa 6 é o cobrador oficial da equipe. Com a camisa atleticana foram oito cobranças e 100% de aproveitamento, incluindo as disputa por pênaltis com Juventude, Londrina e Figueirense, esse último nesta edição da Copa do Brasil.

Foto: Ricardo Luis Artifon/AGIF (via UOL)

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