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Zetti

Ex-goleiro do Palmeiras, São Paulo e Santos

por Rogério Micheletti

Armelino Donizetti Quagliato, o ex-goleiro Zetti, é, desde março de 2016, comentarista esportivo dos canais ESPN.

Carreira de jogador

Nascido no dia 10 de janeiro de 1965, em Porto Feliz (SP), Zetti jogou nos juvenis Toledo (PR), Palmeiras, Londrina e Guarani (SP), antes de se tornar profissional no Palmeiras em 1986.

Em 1987, ele ganhou uma chance na equipe palmeirense titular, que era dirigida por Waldemara Carabina, já que o titular Martorelli estava sendo dispensado. No Paulistão daquele ano, Zetti se destacou e ficou vários minutos sem levar gols.

Aquele ano só não foi sensacional para Zetti, porque o Palmeiras amargou mais um ano na fila e ele levou um gol entre as pernas na cobrança de falta de Neto, nas semifinais do estadual, na derrota por 3 a 1 para o São Paulo.

Em 88, o goleiro viveu um grande drama ao se contundir em um jogo contra o Flamengo, no Maracanã, em dividida com o atacante Bebeto. Na ocasião, ele sofreu fratura de tíbia e perônio e ficou vários meses afastado dos gramados.

Quando Zetti retornou aos treinamentos, o goleiro Velloso brilhava como titular da meta do Verdão. Após ficar encostado no Palestra Itália, ele se transferiu em 90 para o São Paulo.

No Tricolor do Morumbi, Zetti desbancou o titular Gilmar Rinaldi e se tornou em um dos maiores ídolos da torcida são-paulina nos anos 90, conquistando os Paulistas de 91 e 92, o Brasileiro de 91, os Mundiais Interclubes de 92 e 93, as Libertadores de 92 e 93 e a Recopa Sul-americana em 93 e 94.

Em 94, ele participou da seleção brasileira que conquistou a Copa dos Estados Unidos. Era o reserva imediato de Taffarel. Depois de sete anos gloriosos no São Paulo, o goleiro foi jogar no Santos, em 97, equipe na qual conquistou o Torneio Rio-São Paulo no mesmo ano, quando era comandado pelo técnico Wanderley Luxemburgo.

Zetti também atuou no Fluminense, em 2000, e neste ano vestiu as camisas do União Barbarense (SP) e do Sport Recife.

Carreira de técnico

Zetti iniciou a carreira nos juniores do São Paulo em 2001 e em 2004 tornou-se técnico profissional, assumindo o Paulista de Jundiaí (SP).

Ele comandou o Galo no vice-campeonato paulista daquele ano (o São Caetano derrotou o Paulista nas finais). Depois dirigiu o Guarani, o Fortaleza (na campanha de acesso para a 1ª Divisão do Brasileiro) e o São Caetano, já em 2005.

Acabou pedindo demissão do Azulão após a eliminação do time do ABC na Copa do Brasil. No mesmo ano dirigiu o Bahia, antes de ser contratado pela Ponte Preta para assumir o lugar que era de Vadão.

Em 2007, ele assumiu o Paraná Clube, que traçou como prioridade disputar a Libertadores da América. O time paranaense foi eliminado da competição na fase oitavas-de-final. No dia 17 de maio de 2007, foi contratado pelo Atlético Mineiro para o lugar de Levir Culpi, que aceitou convite do Japão. Nove dias depois, no Morumbi, Zetti estreou como treinador do Atlético Mineiro. A equipe empatou por 0 a 0 com o Corinthians.

Em 2008, assumiu o Ituano em meio à disputa do Campeonato Paulista mas não demorou a deixar o clube. Em março do mesmo ano, foi anunciado como técnico do Juventude, mas em agosto perdeu o emprego por conta da campanha instável do time gaúcho na Sperie B. Em 2009, começou o ano como comentarista da SporTV. Em março do mesmo ano, retomou a carreira de treinador e retornou ao Ituano. Em maio, reassumiu o Paraná na vaga de Velloso.

Em 2010 começou a trabalhar como auxiliar-técnico do Ituano-SP, onde ficou até 2013.

O comentarista

Antes de trabalhar como treinador profissional, ele foi comentarista esportivo do SBT. Depois, em um intervalo (pouco antes de assumir o Paraná, em 2007), foi comentarista esportivo da Rádio CBN, de São Paulo.

Um fã

O goleiro Bosco, que começou no Sport Recife e foi campeão mundial pelo São Paulo em 2005, não esconde a admiração por Zetti. "Sempre me espelhei muito no goleiro Zetti. Depois tive a oportunidade de ser comandado por ele e percebi que o Zetti era também uma pessoa sensacional", conta Bosco.

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