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Vicente Arenari

Ex-lateral do Palmeiras
Vicente Arenari Filho, nascido no dia 23 de março de 1935, ex-lateral-direito do Palmeiras e do Bahia-59, morreu no dia 14 de julho de 2013, em Natividade-RJ, vítima de ataque cardíaco.
 
Após deixar o futebol, Vicente morou por muito tempo na rua Caraibas, na Pompéia, zona oeste de São Paulo, capital.
 
Revelado pelo juvenil do Flamengo em 1954, Vicente brilhou mesmo foi no Bahia, onde jogou de 56 a 62. Lá, ele foi campeão da primeira Taça Brasil de futebol, em 1959, quando o Bahia "ousou" ganhar o título numa final de três jogos contra o Santos de Pelé e tudo.
 
O Bahia, de Nadinho, Vicente, Flávio, Léo, Biriba, Alencar, Marito e outros heróis, ganhou do Santos na Vila, perdeu na Fonte Nova e venceu a negra no Maracanã. O Bahia foi o primeiro representante do Brasil na Libertadores da América em 1960, mas o campeão foi o Clube Atlético Peñarol, do Uruguai.
 
Depois do Bahia, Vicente Arenari defendeu o Palmeiras, de 63 até 65, e o Nacional Atlético Clube, da capital paulista, entre 66 e 67, quando encerrou a sua carreira.
 
Em sua passagem como jogador pelo Verdão, o ex-zagueiro fez 48 jogos (30 vitórias, 10 empates, 8 derrotas) e um único gol, segundo o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Venditti.
 
Em seguida, tornou-se treinador. Ele dirigiu Nacional AC, Palmeiras, Botafogo, Mogi-Mirim, Ferroviária de Araraquara (SP), Santo André (SP), o extinto Saad (de São Caetano), Caxias (RS), Esportivo de Bento Gonçaves (RS), Juventude (RS), Joinville (SC), Figueirense (SC), Chapecoense (SC), Uberlândia (MG), Americano e Goytacaz, de Campos (RJ), e Itaperuna (RJ).
 
Vicente deu por muito tempo aulas de futebol no Nacional AC para crianças carentes, é também foi funcionário da prefeitura municipal de São Paulo e da Federação Paulista de Futebol e integrou a cooperativa de jogadores que ensinava futebol na periferia de São Paulo. Ele tinha dois filhos e quatro netos.
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    Pelo Palmeiras:

    Em sua passagem como jogador pelo Verdão, o ex-zagueiro fez 48 jogos (30 vitórias, 10 empates, 8 derrotas) e um único gol, segundo o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Venditti.

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