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Silas

Ex-meia do São Paulo e do San Lorenzo-ARG

Paulo Silas do Prado Pereira, ex-meia do São Paulo e do San Lorenzo-ARG, foi anunciado em 30 de março de 2016 como técnico do Avaí, onde permaneceu até 20 de agosto do mesmo ano, dia em que foi demitido após derrota por 3 a 0 para o Bahia, jogo válido pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Em 07 de março de 2017 foi anunciado para dirigir o Novorizontino, equipe da Série A do Campeonato Paulista, em substituição a Júnior Rocha. 

Em 24 de abril de 2017 foi anunciado como novo treinador da equipe paulista do Red Bull Brasil, permanecendo no clube até 03 de julho de 2017, dia em que foi anunciado seu desligamento.

Logo após encerrar sua carreira como jogador, Silas chegou a trabalhar como empresário e fixou residência em Campinas (SP).

Inicialmente, trabalhou com franquia de pastéis, além de fazer parte, ao lado de Alex Dias Ribeiro, do projeto que ajudava "Atletas de Cristo". Depois disso, optou pela profissão de treinador. 

Carreira como jogador

Nascido no dia 27 de agosto de 1965, em Campinas (SP), Silas começou a ficar conhecido no futebol brasileiro a partir de 1984, quando o técnico Cilinho resolveu apostar nele.

Fez sucesso no time tricolor jogando ao lado de Muller, Sidney (ponta-esquerda), Careca e companhia. Nesta época, o grupo porto-riquenho Menudos fazia enorme sucesso no Brasil e daí veio o apelido do time: Menudos do Morumbi.

Em 1985, o São Paulo foi campeão paulista ao bater a Portuguesa, de Jair Picerni, na grande final. Silas era considerável intocável no time de Cilinho. Tanto que na última partida, Pita ficou no banco de reservas para que Paulo Roberto Falcão atuasse com a camisa 10.

Pelo São Paulo, Silas também foi campeão paulista em 1987 (bateu o Corinthians) e brasileiro em 1986 (quando o Tricolor derrotou o Guarani, nos pênaltis, no estádio Brinco de Ouro).

O meia-direita deixou o São Paulo em 1989. Partiu para o Sporting de Portugal, mas não foi esquecido por Sebastião Lazaroni, então técnico da seleção brasileira. Silas fez parte do time canarinho campeão da Copa América de 1989 e foi o camisa 10 do Brasil na Copa do Mundo da Itália, em 1990. Naquele mundial, Silas não conseguiu se firmar como titular.

No segundo semestre de 1990, ele deixou Portugal e seguiu para Itália, onde defendeu primeiro o Cesena (1990 a 1991) e depois a Sampdoria (entre 1991 e 1992). Voltou ao Brasil e teve passagem discreta pelo Internacional (RS) chegou a fazer parte do time colorado campeão da Copa do Brasil de 1992 e pelo Vasco da Gama.

Depois, em 1994, Silas seguiu para o San Lorenzo e lá se tornou ídolo da torcida argentina. O meia foi um dos principais jogadores do time na conquista do Torneio Clausura de 1995.

Voltou ao São Paulo em 1997, mas não conseguiu ser o mesmo jogador dos tempos de "Menudos de Morumbi". Defendeu ainda o Kyoto Purple Sanga, do Japão, Atlético Paranaense (campeão estadual em 2000), Rio Branco de Americana e Internacional de Limeira, antes de encerrar a carreira.

Carreira como técnico

Em 2008, assumiu o comando do Avaí, de Florianópolis, que tinha como destaque o artilheiro Vandinho.

Sob o comando do "Pastor", o Avaí fez uma campanha histórica no Brasileirão em 2009 - alcançou o sexto lugar.

Cobiçado por gigantes do futebol nacional, Silas preferiu aceitar o convite do Grêmio para trabalhar em 2010. Acabou demitido no dia 8 de agosto do mesmo ano, após derrota em casa, diante do Fluminense, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, e poucos dias depois foi contratado para assumir o lugar de Rogério Lourenço no comando do Flamengo. No entanto, após não conseguir uma sequência de bons resultados, foi demitido do Rubro-Negro no dia 4 de outubro de 2010. Só voltou a ativa no ano seguinte, no dia 15 de fevereiro, quando acertou seu retorno ao Avaí.

Deixou o time catarinense para treinar o Al-Arabi, do Catar no dia 08 de junho de 2011, mas a sua aventura no oriente médio foi curta, durou apenas seis meses, após sofrer duas goleadas foi demitido. Em 12 de abril de 2013,  o ex-atleta do Tricolor paulista assumiu o comando técnico do Náutico. Mas a passagem pelo Timbu durou pouco. Em 2 de junho daquela temporada, após empate por 2 a 2 com Portuguesa, o treinador foi desligado do cargo.
 
Teve também breve passagem no comando do Ceará, sendo demitido em junho de 2015.
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    Pelo São Paulo:

    Nas duas passagens dele pelo São Paulo Futebol Clube foram 171 jogos (84 vitórias, 53 empates e 34 derrotas) e 35 gols marcados, segundo mostra o "Almanaque do São Paulo", de Alexandre da Costa.

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