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Serginho

Jogador de vôlei
por Diogo Miloni
 
Altura não é requisito fundamental para alcançar sucesso no vôlei. Apesar de ser considerado esporte de gigantes, os "baixinhos" são peças essenciais para equipes darem certo. Um dos maiores exemplos disso tem nome e apelido: Sérgio Dutra dos Santos, mas pode chamar de Sérginho ou Escadinha, eterno líbero da Seleção Brasileira e campeão olímpico nos Jogos de Atenas. Em 2012, após a medalha de prata nas Olimpíadas de Londres, o atleta decidiu não ser mais convocado para a seleção nacional, firmando sua aposentadoria da camisa amarela.
 
Aos 41 anos de idade, em 22 de maio de 2017, foi anunciado pelo Corinthians-Guarulhos para defender a equipe na posição de líbero, com a camisa 10 da equipe alvinegra de vôlei.
 
Filho ilustre da modesta cidade de Diamante do Norte, situada quase na divisa entre os estados do Paraná, de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, Serginho nasceu no dia 15 de outubro de 1975, mas mudou-se para a capital paulista com sua família, ainda aos nove meses de idade.
 
O começo no esporte foi na infância, mas longe da rede alta: corintiano roxo, Serginho sonhava em ser jogador de futebol, como seu maior ídolo o meio-campista Neto, que na época de sua adolescência defendia o Timão. Sem muitos recursos, o jovem paranaense apoiou-se no trabalho para conquistar seus primeiros objetivos, ocupando cargos de empacotador e office-boy.
 
Até então, o voleibol só surgira nas aulas de Educação Física, nos tempos de escola, mas o destaque do "baixinho" era evidente. Aos 21 anos, Serginho decidiu viver do esporte e passou na peneira do São Bernardo, clube que disputaria sua primeira Superliga, em 1996. A partir dali, o líbero começou a aperfeiçoar suas qualidades e ganhar lugar no cenário do vôlei nacional.
 
Com a camisa da Seleção Brasileira, fez parte de grandes conquistas e tornou-se referência dentro daquele grupo que ficou conhecido como um dos times mais vencedores dos esportes coletivos.
 
Em seu currículo, Escadinha coleciona dois Campeonatos Mundiais, uma Copa do Mundo, sete Ligas Mundiais, três finais olímpicas, sendo medalha de prata em 2008 e 2012, e conquistando o ouro e o lugar mais alto do pódio nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, feito que repetiu em 21 de agosto de 2016, quando ganhou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, quando a seleção brasileira derrotou a equipe da Itália por 3 sets a 0.
 
Assim, com muitas defesas milagrosas e atuando com o número 10 nas costas, o mesmo de seu ídolo Neto, que o "baixinho" Serginho conquistou um merecido lugar no rol dos gigantes do esporte mundial.
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