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Ricardinho

Ex-meia do Corinthians, técnico

por Tufano Silva

Ricardo Luís Pozzi Rodrigues, o Ricardinho, jogador que, ao lado de Marcelinho Carioca, Vampeta e Rincon formou uma das melhores linhas de meio-campo da história do Corinthians.

No dia 21 de setembro de 2016, Ricardinho foi contratado pelo Tupi-MG, mas pediu demissão no dia 9 de novembro do mesmo ano.

Em 22 de novembro de 2017 foi anunciado como novo treinador do Londrina, em substituição a  Cláudio Tencati, que estava à frente da equipe paranaense há seis anos e meio. 

Início de carreira

Nascido no dia 23 de maio de 1976, Ricardinho iniciou sua carreira nas categorias de base do Paraná Clube, no início da década de 90. Foi promovido ao time principal em 95, sendo um dos destaques da equipe que foi campeã estadual naquela temporada, em 1996 e também em 1997.

Cobiçado por diversos times nacionais e internacionais, Ricardinho acabou sendo contratado pelo Bordeaux-FRA, ainda em 97. Ficou pouco tempo por lá, voltando para o Brasil no ano seguinte, para defender o Corinthians.

Muitos título pelo Timão

Teve uma passagem vitoriosa pelo Timão. Foram dois títulos do Brasileirão, em 1998 e 1999, um Mundial de Clubes, em 2000, uma Copa do Brasil, em 2002, dois Campeonatos Paulistas, em 1999 e 2001, e um Torneio Rio-São Paulo, em 2002.

Mesmo com tantos títulos importantes, o momento mais marcante para a torcida corintiana da trajetória de Ricardinho pelo Corinthians aconteceu em 13 de maio de 2001, Dia das Mães, quando a equipe do Parque São Jorge enfrentou o Santos, em duelo decisivo pelas semifinais do Paulista daquela temporada.

O Peixe precisava de apenas um empate para avançar à final. Igualdade que permaneceu até os 47 minutos e 44 segundos do segundo tempo. A jogada começou com Gil levando a bola até a linha de fundo, cortando o zagueiro André Luiz, que ficou no chão. O atacante corintiano atrasou a bola para Marcelinho, que, de propósito, furou, e o lance sobrou para Ricardinho, que, de canhota, acertou um belo chute no canto direito do goleiro Fábio Costa. A partida terminou em 2 a 1 e o Timão conquistou o título após bater o Botafogo-SP na final.

Em 2002, com a lesão do volante Emerson, o meia foi convocado por Felipão para integrar o grupo que conquistou o pentacampeonato mundial, na Coreia do Sul e Japão. Com a camisa número 7, entrou em três das sete partidas da Seleção Brasileira naquela Copa do Mundo.

Fracasso no São Paulo

Ao retornar do Mundial, Ricardinho se transferiu para o São Paulo, fato que acabou com a imagem positiva que o torcedor corintiano tinha do meio-campista. Ficou no Tricolor paulista de 2002 a 2004, tendo uma passagem discreta e sem títulos.

Saiu do Clube do Morumbi direito para a Inglaterra, para atuar pelo Middlesbrough. Após poucos meses, retornou ao Brasil, desta vez para jogar no Santos, clube no qual permaneceu até 2005, conquistando o Brasileirão de 2004 e recebendo a Bola de Prata neste mesmo ano.

Voltou ao Corinthians em 2006, para integrar o forte time bancado pela MSI, empresa parceira do clube. A queda na Libertadores para o River Plate-ARG fez com que começasse uma grande crise na equipe, e diversos jogadores, inclusive Ricardinho, deixaram o Parque São Jorge.

Mais uma Copa do Mundo

Mesmo não brilhando, foi convocado por Parreira para mais uma Copa, a de 2006. Com o meio-campo estrelado da Seleção Brasileira, contando com Kaká e Ronaldinho Gaúcho, Ricardinho não teve muito espaço e o Brasil foi eliminado pela França nas quartas-de-final.

Neste mesmo ano, o meia foi se aventurar no futebol turco, sendo contratado pelo Besiktas-TUR. Ficou por lá de 2006 a 2008, conquistando apenas a Copa do Turquia, em 2007.

Ricardinho teve uma rápida e discreta passagem pelo Al-Rayyan, do Qatar, em 2008.

Acertou sua transferência para o Atlético-MG no dia 10 de setembro de 2009, com um contrato que ia até dezembro de 2011. Porém, o atleta foi dispensado do Galo, antes do término do contrato, no dia 3 de abril de 2011.

Em 24 de maio de 2011, aceitou o desafio de jogar no Esporte Clube Bahia e ajudar o Tricolor Baiano a voltar aos seus melhores dias. 

A passagem pelo clube baiano durou menos de um ano, e no início de 2012 Ricardinho decidiu pendurar as chuteiras.

Logo em seguida, foi anunciado como treinador do Paraná, time que o revelou para o futebol nacional. No entanto, a fraca campanha do Tricolor na Série B daquele ano fez com que o ex-meia fosse desligado do cargo no mês de setembro.

De novembro de 2012 à 15 de março de 2013,  trabalhou como treinador do Ceará, mas foi demitido pelos resultados na Copa Nordeste e do Campeonato cearense.  

Dois dias sem emprego ficou o ex-meia. Após ser demitido do Ceará foi contratado pelo Avaí em 17 de março de 2013, para comandar a equipe no estadual. Mas ficou apenas dois meses e 25 dias no cargo, após a derrota em casa para o América Mineiro, o ex-meia de Corinthians e São Paulo pediu demissão. 

No dia 9 de setembro de 2014, Ricardinho acertou seu retorno ao Paraná, clube onde iniciou a carreira de treinador de futebol. 

Em dezembro de 2014, após evitar a queda do Paraná para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, Ricardinho foi contratado pelo Santa Cruz para dirigir o clube em 2015.

Em fevereiro de 2016, Ricardinho foi anunciado como novo técnico da Portuguesa, tendo a missão de levar a equipe à Série A1 do Paulista e à Série B do Brasileiro. Ele permaneceu no Canindé até o dia 28 de março do mesmo ano, dia em que pediu demissão após derrota no dia anterior para ao Rio Branco, por 2 a 0.

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