Nilo

Ex-ponta-esquerda do América-RJ e Palmeiras
Nilo Alves da Cunha, o Nilo, ponta-esquerda campeão carioca de 1960 pelo América, morreu no dia 20 de dezembro de 2006, em Nilópolis (RJ).
Ele, que estava aposentado como jogador e como funcionário do Departamento de Tráfego do Jornal do Brasil, o JB, deixou um filho.
Começou a carreira no Bonsucesso do Rio, onde atuou pela primeira vez ao lado do goleiro Ari (os dois ainda seriam juntos campeões cariocas pelo América). Ele veio para o Palmeiras na mesma transação que trouxe Djalma Dias para o Palestra Itália, em 1962.
Pelo Palmeiras, Nilo atuou entre os anos de 1963 e 1964, realizou 50 jogos (33 vitórias, 13 empates e 4 derrotas) e marcou 16 gols. Depois do Verdão, Nilo foi para o América Mineiro e no Coelho atuou ao lado do zagueiro Aldemar.
O ex-ponta era conhecido por ter um "canhão" no pé esquerdo. Um gol de falta marcado "do meio da rua" no Botafogo do goleiro Manga, no Maracanã, não sai da memória dos americanos.
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    Pelo Palmeiras:

    Atuou em  50 partidas, sendo 33 vitórias, 13 empates e 4 derrotas. Marcou 16 gols.
    Fonte: Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti

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