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Marco Polo Del Nero

Presidente da Federação Paulista de Futebol
por Diogo Miloni

Marco Polo Del Nero é um cartola conhecido que já se envolveu em algumas polêmicas no futebol.  Em 2011, o mandatário ainda estava à frente da Federação Paulista de Futebol (FPF), e mantinha seu próprio escritório de advocacia.
 
Em 20 de janeiro de 2014, Del Nero foi reeleito presidente da Federação Paulista de Futebol. 
 
No dia 16 de abril de 2014, Marco Polo venceu as eleições da CBF. Assim, em 2015, ele assumiu o comando da federação com mandato até 2019.
 
Em 15 de dezembro de 2017 foi suspenso pela Fifa por 90 dias, em razão de investigação feita pela Justiça dos Estados Unidos em que é acusado de integrar esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em contratos de transmissões televisivas de competições da América. 
 
Em 27 de abril de 2018 a Fifa anunciou o banimento de Marco Polo Del Nero com o futebol, para sempre. O ex-dirigente também foi condenado a pagar uma multa de 1 milhão de francos suíços.

Nascido em São Paulo, no dia 22 de fevereiro de 1941, Marco Polo é formado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Durante o curso especializou-se na área penal, onde se encontrou e trabalhou por toda sua carreira.

No período de universitário, o paulista presidiu o Partido Acadêmico Realizador (PAR) .

O esporte apareceu na vida de Marco Polo com as cores verde e branca do Palmeiras. O paulistano começou como diretor da Comissão de Sindicância do clube. Ainda no Alviverde passou por cargos como diretor jurídico, e diretor de futebol, até tornar-se membro vitalício do conselho.

No dia 05 de agosto de 2003, o advogado foi eleito presidente da FPF, e declarou que sua meta era o fortalecimento dos clubes e das ligas do estado.

A administração de Del Nero teve muitos altos e baixos. Dentre os acontecimentos que marcaram negativamente, estão: acusações de suborno, problemas com treinadores, calendários confusos e até suspeita de fraude.

Em todos os anos que esteve no comando da federação, o "inimigo" mais cultuado foi o São Paulo. Tudo começou quando em uma edição do Manual da Federação aparecia o clube do Morumbi entre os rebaixados do ano de 1990. Foi o estopim para uma guerra nos bastidores.

O Tricolor Paulista retribuiu com ausências em premiações e deixando "no gelo"  os pedidos da FPF. Del Nero permaneceu no comando, e os ânimos ficaram em segundo plano, mas assim como um vulcão, estão sempre prestes a explodir.

Em 2011, o advogado e presidente da FPF conseguiu se reeleger, mantendo seu mandato até o final de 2014, ano de Copa do Mundo no Brasil.
 
No dia 26 de novembro de 2012, a Polícia Federal apreendeu na casa de Marco Polo dois computadores e documentos, além de levar o dirigente a sede da entidade para esclarecimento sobre a operação "Durkheim" (Venda de informações sigilosas).

Em nota, Del Nero explicou a relação com PF: "Isso não tem nada a ver com futebol, do qual eu sou administrador, nem com o meu escritório de advocacia. É um assunto particular, que vai ser esclarecido".
 
 
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