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Jorginho Cantinflas

Ex-Portuguesa, Palmeiras, Galo, Lusa Santista e Santos
por Rogério Micheletti
 
Jorge Luís da Silva, o Jorginho Cantinflas, ponta-direita revelado pela Portuguesa de Desportos nos anos 80 e que teve passagens pelo Palmeiras, Atlético Mineiro, Santos e Fluminense.
 
Em junho de 2016, Jorginhou assumiu o comando técnico da Portuguesa, clube onde já tinha trabalhado em 2011. No entando, a passagem do treinador foi curta: chegou ao fim no dia 22 de agosto de 2016.
 
Em 24 de novembro de 2016 assumiu o comando técnico do Água Santa, clube da cidade de Diadema, na Grande São Paulo.
 
O jogador Jorginho

Nascido no dia 22 de março de 1965, em São Paulo, Jorginho iniciou na equipe profissional da Portuguesa em 1983, na mesma época que jogava na Lusa o também ponta-direita Toquinho. Ficou na reserva e depois de firmou como titular da equipe do Canindé em 1986. Ao lado de Toninho e Lê, formou um bom ataque na Portuguesa em 1989 e chegou a ser cobiçado por várias equipes do futebol brasileiro, mas só deixou o time rubro-verde em 1990 para defender o Palmeiras, que ainda sofria pela falta de títulos (estava na fila desde 1976).

No Palestra Itália, Jorginho não foi o mesmo jogador dos tempos de Portuguesa e em 1992 foi dispensado, junto com Evair, Andrei e o goleiro Ivan, numa atitude polêmica do técnico Nelsinho Baptista. Quando a carreira de Jorginho parecia estar apagada ele voltou a brilhar em 1997 no Atlético Mineiro.

De 92 a 97, Jorginho jogou pelo Paysandu (1992 e 93), Santo André (1993, 94, 95 e 97), Coritiba (1994), Juventude (1995) e Paulista de Jundiaí (1996). Nesse período, Jorginho, que era um ponta-direita, passou a jogar mais pelo meio de campo e foi sob o comando de Emerson Leão, no Atlético, que seu futebol cresceu.

Depois de viver uma boa fase no Galo, onde foi campeão da Copa Conmebol de 1997, Jorginho se transferiu para o Santos, que já havia contratado Leão para assumir o comando técnico do time da Vila. Em 98, a dupla Jorginho e Leão repetiram a dose e foram novamente campeões da Copa Conmebol, competição já extinta. No Peixe, Jorginho foi quem marcou o gol de número 10 mil da história do clube.

A experiência de Jorginho também foi útil ao Fluminense. No entanto, as várias contusões atrapalharam a permanência dele na equipe das Laranjeiras e por isso ele retornou ao Santo André, equipe do ABC Paulista, no segundo semestre de 2002.
 
O ponta no Palmeiras

Como mostra o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Dario Unzelte e Mário Sérgio Venditti, Jorginho vestiu a camisa do Verdão em 79 partidas. Foram 38 vitórias, 19 empates e 22 derrotas). O ponta marcou três gols pelo Palmeiras.
 
Como treinador

Pendurou as chuteiras em 2004, quando iniciou a carreira de técnico. "Estou buscando o meu espaço agora como treinador", fala Jorginho, que comandou União de Mogi das Cruzes em 2007 e em seguida os juniores do Palmeiras na Copa São Paulo de futebol Júnior em 2008.
 
No mesmo ano, ainda trabalhando com coordenador de base do Palmeiras, Jorginho sofreu um grande trauma.

Ele perdeu o filho Leonardo, de apenas 16 anos, em acidente de moto na Marginal do Rio Tietê, no dia 23 de junho. Leonardo estava na garupa. O amigo dele, que dirigia a moto, também morreu no acidente. Leonardo era meia do time juvenil do Palmeiras.

Em junho de 2009, ele era técnico do time "B" do Alviverde e foi chamado às pressas para dirigir o profissional, que havia demitido Vanderlei Luxemburgo. Jorginho comandou o Palmeiras contra o Santos, no empate em 1 a 1.

Assim, com os bons resultados como técnico interino, Jorginho passou pelo Goiás e pela Ponte Preta em 2010. No ano seguinte, o treinador alcançou o sucesso com a Portuguesa. O time foi, com folga, campeão da série B do Brasileirão.

No entanto, o treinador não conseguiu manter o bom rendimento em 2012. A Lusa foi rebaixada para a Série A-2 do Paulistão, e o comandante foi desligado do cargo em 20 de abril.

Assumiu, em junho de 2012, o comando técnico do Atlético-PR, que naquela temporada disputaria a Serie B do Campeonato Brasileiro. Entretanto, no dia 4 de agosto de 2012, após uma derrota para o São Caetano, em casa, Jorginho foi demitido do Furacão.

Logo, com o pedido de demissão de Caio Júnior do Bahia, no dia 27 de agosto, o departamento de futebol do clube baiano anunciou no dia seguinte, 28 de agosto, o acerto com Jorginho, ficando apenas 24 dias desempregado.

O treinador pediu demissão do comando tricolor logo após a goleada de 5 a 1 para o rival Vitória, em duelo que marcou a inauguração da Arena Fonte Nova, no dia 7 de abril de 2013.

Em 16 de agosto de 2013, foi apresentado como novo treinador do Náutico, então o lanterna do Campeonato Brasileiro e não durou nem um mês no cargo, sendo demitido em 5 de setembro do mesmo ano.

Em maio de 2014, Jorginho assinou com o Vitória. Contudo, após uma sequência de mau resultados, acabou se desligando do clube no dia 21 de agosto. No começo de setrembro do mesmo ano, assumiu a Chapecoense.

O técnico foi contratado pela Chapecoense no começo de setembro de 2014, estreou vencendo o Sport por 3 a 1, em casa. No entanto, dois meses mais tarde acabou demitido pela diretoria da equipe.
 
Entre o dia 9 de junho e 21 de julho de 2015, Jorginho treinou o Atlético-GO, foram sete jogos disputados, com apenas uma vitória.

Quase um ano depois, em junho de 2016, Jorginho assumiu o comando técnico da Portuguesa, clube onde trabalhou anteriormente.
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    Pelo Palmeiras:

    Como mostra o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Dario Unzelte e Mário Sérgio Venditti, Jorginho vestiu a camisa do Verdão em 79 partidas. Foram 38 vitórias, 19 empates e 22 derrotas. O ponta marcou três gols pelo Palmeiras.

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