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Gilson Kleina

Técnico de futebol

por Danielle Nhoque

Gilson Kleina é um treinador de futebol profissional. Em 2 de outubro de 2018, a Ponte Preta anunciou o retorno do técnico, que já tinha comandado a Macaca em outras duas oportunidades: em 2011 e em 2017. 

Natural de Curitiba-PR, Gilson Kleina nasceu no dia 30 de março de 1968 e ingressou no futebol quando tinha 16 anos de idade, jogando na categoria juvenil do Atlético Paranaense, mesmo time de Adilson Batista. No ano de 1986 foi para o extinto Pinheiros (Paraná Clube), onde recebeu proposta para jogar no Canadá. Decidiu, então, abandonar as chuteiras e se dedicar aos estudos.

Cursava a faculdade de Educação Física quando começou seu trabalho no banco de reservas em 1990, como preparador físico nas categorias de base do Coritiba. Permaneceu lá por dez anos, até aceitar o convite de Abel Braga, que assumiria a frente do Olympique de Marseille da França, para ser seu auxiliar técnico.

Quando voltou da Europa, em 2001, o paranaense foi para o Atlético Mineiro. Um ano depois teve a primeira oportunidade de atuar como técnico, no Villa Nova, mas voltou ao cargo de assistente afim de trabalhar para o Botafogo. Enfim, em 2003, ingressou definitivamente na função de treinador, assumindo o Iraty. Desde então, esteve no comando de vários clubes: Criciúma, Paraná, Caldense, Cianorte, Paysandu, Coruripe, Gama, Ipatinga, Caxias e Boavista.

Kleina sempre defendeu o equilíbrio, definindo a si próprio como um treinador não adotante da "linha dura? e nem de rasgar elogios a seus atletas. E foi com esse estilo que conseguiu se lançar no mercado brasileiro, em 2011, quando fez um grande trabalho de recuperação no Duque de Caxias e ganhou status de ídolo da torcida. Seu desempenho atraiu o interesse da Ponte Preta, que o chamou para defender o clube no mesmo ano.

Há poucos meses no clube campineiro, o comandante foi avocado pelo Fluminense, à época campeão nacional, mas surpreendeu a todos recusando a proposta. Sua permanência foi ainda mais comemorada pela Macaca quando, depois de seis anos na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o time conseguiu o acesso à elite da competição em novembro de 2011.

No dia 19 de setembro de 2012 acertou sua saída da Ponte Preta para assumir o Palmeiras, com a missão de salvar o time do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Dois meses depois, porém, viu seus esforços irem por água abaixo: contabilizando 9 vitórias, 7 empates e 20 derrotas, o Alviverde caiu pela segunda vez para a série B do nacional.

Foi demitido do Verdão no dia 8 de maio de 2014, após derrota para o Sampaio Corrêa, em jogo válido pela Copa do Brasil.

No dia 13 de agosto de 2014, Kleina assinou com o Bahia. Ele estava desempregado desde maio do mesmo ano. Pegou a equipe baiana em situação complicada e teve um início de trabalho promissor, chegando a figurar uma posição confortável e intermediária da tabela. Mas a arrancada parou e o time despencou para a penúltima colocação, ocasionando sua demissão no dia 11 de novembro de 2014.

Em 24 de março de 2015, Gilson Kleina foi anunciado como novo treinador do Avaí. Após uma temporada regular, foi demitido no dia 10 de novembro do mesmo ano.

Kleina anunciado como técnico do Coritiba no dia 11 de dezembro de 2015. E após a derrota para a Chapecoense em 1 de junho de 2016, pelo Campeonato Brasileiro, foi demitido do cargo no dia seguinte.

No dia 5 de setembro de 2016, Gilson Kleina foi anunciado como técnico do Goiás. Mas deixou o Verdão assim que recebeu uma proposta para treinar a Ponte Preta. No dia 23 de março de 2017, o treinador assumiu o comando da Macaca, permanecendo no clube paulista até 16 de setembro do mesmo ano. 

No dia 16 de outubro de 2017, foi anunciado como novo técnico da Chapecoense, que lutava para não cair para a Série B do Brasileirão. Permaneceu no cargo até a noite de 6 de agosto de 2018, quando sua demissão foi definida após uma reunião do clube catarinense. No dia anterior, a Chapecoense havia empatado com o Sport em 0 a 0, resultado que deixou a equipe na 16ª colocação.

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