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Geninho

Ex-goleiro do Botafogo-SP e atualmente treinador
Nascido em Ribeirão Preto em 15 de maio de 1948, Eugênio Machado Souto, o Geninho, foi um goleiro razoável. Durante 15 anos disputou o Campeonato Paulista por equipes intermediárias. Casado com Cristina, tem quatro filhos, André, Samuel, Thiago e Eleonora. Em 19 de julho de 2017, após ficar um ano e meio no comando do ABC de Natal, Geninhol pediu demissão.

A primeira equipe de Geninho como goleiro foi o Botafogo, onde chegou em 1963 e na qual profissionalizou-se. Depois defendeu Francana-SP, São Bento-SP, Paulista de Jundiaí-SP, Caxias-RS até chegar ao Novo Hamburgo-RS, em 1984, onde encerrou a carreira para se tornar treinador.

No banco de reservas, Geninho vem construindo um currículo respeitável. Depois que saiu do Novo Hamburgo-RS, valorizou-se sobremaneira com o passar dos anos. Seus principais títulos são: o Campeonato Paulista de 2003, pelo Corinthians, a Copa do Príncipe de 1993 com o Al Shabad e o Campeonato Brasileiro de 2001, pelo Atlético Paranaense.

Geninho treinou equipes do porte de Santos, Juventude, Vitória-BA, Portuguesa, Corinthians, Atlético-PR, Sport Recife e Goiás, mas também dirigiu times de menor expressão, dentre eles, a Matonense-SP, Santo André, Ituano, União São João-SP e Botafogo-SP.

O ribeirão-pretano trabalhou fora do País. Na Europa, esteve à frente do Vitória Sport Club, de Portugal. No Oriente Médio, comandou o Al-Shabab e o Al-Ahli, da Arábia Saudita.

Em 2008, ele foi contratado para comandar o Atlético-MG no ano do centenário do Galo. No entanto, a perda do título estadual e a eliminação precoce da Copa do Brasil para o Botafogo o fizeram pedir demissão.

Coincidentemente, duas semanas depois, no dia 30 de maio de 2008, o ex-goleiro foi convidado para assumir o alvinegro carioca, mas durou pouco tempo no cargo. No início de julho, recebeu o "bilhete azul". No começo de setembro do mesmo, foi escolhido para dirigir o, à época, desesperado Atlético-PR, clube no qual conquistou a principal glória da carreira: o Brasileirão de 2001.

Passou pelo Náutico e em fevereiro de 2010 assinou contrato com o Atlético Goianiense. No time goiano, Geninho foi campeão estadual. Após um início de Campeonato Brasileiro ruim, acabou sendo demitido.

No dia 9 de agosto de 2010 assumiu o Sport-PE, após a saída de Toninho Cerezo. Foi demitido no dia 6 de fevereiro de 2011, após derrota no clássico para o Santa Cruz, e retornou ao comando do Atlético-PR em 21 de fevereiro daquela temporada.

Geninho teve seu contrato rescindido pelo Furacão no dia 4 de abril de 2011, devido ao péssimo relacionamento com a diretoria. Curiosamente, o treinador foi demitido após uma vitória, sobre o rival Paraná Clube, por 3 a 2, deixando o Rubro-Negro na segunda colocação do Estadual.

Assinou contrato com o Vitória no dia 20 de maio de 2011. Onde chegava para ocupar o lugar deixado por Antônio Lopes, demitido, após o vice-campeonato no estadual.

Voltou à sua terra natal para comandar um dos maiores clubes da cidade, o tradicional Comercial Futebol Clube. Infelizmente, sem vencer em sete jogos seguidos pelo Campeonato Paulista e fazendo uma péssima campanha à frente equipe, foi demitido no dia 2 de abril.

Foi anunciado em 20 de abril de 2012 como treinador da Portuguesa de Desportos para disputar a Série A do Campeonato Brasileiro, onde conseguiu a permanência da equipe na elite do futebol nacional, mas, mesmo assim, em dezembro do mesmo ano acabou demitido.

Em 4 de fevereiro de 2013, foi anunciado como novo treinador do São Caetano para a disputa do campeonato estadual. Contudo, pouco mais de um mês no comando da equipe, no dia 12 de março, pediu demissão, uma vez que, não conseguiu vencer uma partida sequer: foram seis derrotas e um empate.

Geninho foi contratado pelo Sport Recife em setembro de 2013, que, naquele ano, disputava a Série B do Brasileirão. No dia 30 de janeiro de 2014, Geninho foi demitido do Sport. Ele não conseguiu nenhuma vitória nos primeiros quatro jogos do ano e acabou saindo do clube. Voltou a trabalhar em junho de 2014, quando foi contratado pelo Avaí-SC, ficando até 14 de março de 2015, quando pediu demissão.

Contratado pelo Ceará em 1 de julho de 2015, ele completou apenas um mês à frente do time. Foi demitido em 2 de agosto de 2015, após a derrota sofrida diante do Bragantino por 3 a 0.
 
Fechou com o ABC de Natal-RN em 22 de fevereiro de 2016 e escreveu seu nome na história do clube com os título da Copa RN de 2016 e 2017 e do Campeonato Potiguar de 2016 e 2017.
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