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Fernando Alonso

Bicampeão mundial de F1
por Marcos Júnior Micheletti
 
O espanhol Fernando Alonso Días, ou simplesmente Fernando Alonso, um dos maiores pilotos de todos os tempos na Fórmula 1, já conquistou dois títulos mundiais (em 2005 e 2006, ambos pela Renault).
 
Em 11 de dezembro de 2014 foi anunciado pela McLaren-Honda para formar dupla com Jenson Button na temporada de 2015.
 
Em 22 de fevereiro de 2015 foi internado no Hospital General de Catalunya, após bater sua McLaren-Honda no muro da curva 3 do autódromo de Barcelona, onde participava dos testes coletivos da Fórmula 1. 
 
Nada foi diagnosticado e o piloto ficou internado para observação. Ele ficou internado por quatro dias e recebeu alta, seguindo para sua residência. Durante o tempo em que esteve hospitalizado, teve dores no pescoço, de cabeça e enjoos.
 
Em 12 de abril de 2017 anunciou que disputaria as 500 Milhas de Indianápolis no dia 28 de maio pela equipe Andretti. Parai isso, a McLaren, sua equipe na F1, o dispensou de participar do GP de Mônaco, no mesmo dia. 
 
Na prova no oval, em 28 de maio, liderou várias voltas, tinha um ritmo muito bom mas um problema de motor na volta 180 o tirou da prova quando ele ocupava o sétimo lugar. O japonês Takuma Sato venceu as 500 Milhas de Indianápolis.

Natural da cidade de Oviedo, onde nasceu em 29 de julho de 1981, começou precocemente no automobilismo, aos três anos, no kart.
 
Aos sete, na Espanha, conquistava seu primeiro título na categoria, mas os altos custos quase o obrigaram a desistir do sonho de chegar mais longe nas pistas.
 
Porém, os bons resultados, incluindo o bicampeonato espanhol (1993/1994) possibilitaram a Alonso participar do Mundial de Kart, terminando a temporada em terceiro lugar.
 
Isso acabou trazendo apoio de patrocinadores para que ele prosseguisse, agora estreando com o monoposto da categoria Euro Open by Nissan em 1999, sagrando-se campeão com seis vitórias das 15 corridas disputadas. Conseguiu seis poles neste ano.
 
Em 2000 disputou o campeonato da Fórmula 3000, fechando o ano na quarta colocação, vencendo uma prova.
 
Em 2001 estreou na Fórmula 1 pela Minardi, tendo como companheiro de equipe nas 14 primeiras corridas o brasileiro Tarso Marques. Nas três etapas finais, o malaio Alex Yoong correu no lugar de Tarso.
 
Sua primeira corrida pela extinta equipe de Gincarlo Minardi foi na Austrália, terminando em 12º lugar.
 
Foi um ano difícil para Alonso, sem marcar pontos (à época apenas os seis primeiros pontuavam) mas ele conseguiu chamar atenção de diversos chefes de equipe, mas as vagas não estavam disponíveis, o que acabou fazendo com que ele ficasse o ano de 2002 como piloto de testes da Renault, contratado por Flavio Briatore, então chefe da equipe francesa.
 
Fez sua primeira corrida pela Renault no GP da Austrália de 2003, completando a prova no traçado de Melbourne na sétima colocação. Nas duas corridas seguintes subiu ao pódio, ambas em terceiro lugar (GPs do Brasil e San Marino).
Subiu no pódio novamente no GP da Espanha, terminando em segundo lugar e venceu sua primeira corrida na Fórmula 1 em 24 de agosto de 2003 em Hungaroring, na Hungria (foto ao lado). Na ocasião, como o mais jovem piloto a conquistar uma vitória na categoria. Ele tinha 22 anos e 26 dias, sendo superado depois pelo alemão Sebastian Vettel, que venceu o GP da Itália de 2008, em Monza. Vettel tinha naquela prova 21 anos e 73 dias.
Em 2004, mesmo sem ter vencido nenhuma corrida, ficou melhor colocado no campeonato do que na temporada anterior (foi o 4º e em 2003 terminou em sexto).
 
O melhor estava por vir em 2005, ainda na Renault, conquistando o título e quebrando a marca de Emerson Fittipaldi, até então o mais jovem campeão da categoria. Depois, Alonso acabou sendo superado por Vettel e Hamilton, pela ordem, os mais novos a ganharem um título na categoria.
 
Foram sete vitórias ao todo em 2005 (Malásia, Bahrein, San Marino, Europa, França, Alemanha e China), superando Kimi Raikkonen (McLaren) em 21 pontos.
 
Repetiu o triunfo do ano anterior e tornou-se bicampeão consecutivo em 2006, pela Renault, novamente com sete vitórias, incluindo quatro consecutivas (Espanha, Mônaco, Grã-Bretanha e Canadá), além dos GPs do Bahrein, Austrália e Japão.
Com a saída de Kimi Raikkonen para a Ferrari, o time inglês contratou Fernando Alonso para a temporada de 2007, mas a concorrência com o estreante Lewis Hamilton não foi fácil. A divisão da equipe entre o jovem inglês e espanhol bicampeão acabou facilitando o caminho para Raikkonen, de forma surpreendente, vencer o campeonato daquele ano. Hamilton foi o vice e Alonso terminou o ano em terceiro lugar, com quatro vitórias (Malásia, Mônaco, Europa e Itália).
O clima entre Alonso e a McLaren era dos piores e o contrato acabou sendo rescindido em 02 de novembro de 2007. Em seguida, a Renault, sem o mesmo nível de competitividade de anos anteriores, foi a única opção para Alonso, que retornou à equipe francesa para duas temporadas: 2008 e 2009, período em que conquistou apenas duas vitórias, ambas em 2008 (Cingapura e Japão). Foi o quinto colocado no Mundial de 2008 (Hamilton foi o campeão) e o nono em 2009 (ano de domínio da Brawn-Mercedes, com Jenson Button ficando com o título).
 
Aliás, em Cingapura, a vitória de Alonso foi facilitada por conta do acidente propositalmente provocado por seu companheiro de equipe na ocasião, o brasileiro Nelsinho Piquet, que confessou ter sido obrigado à manobra pelo chefe de equipe, Flavio Briatore.
 
Em 30 de setembro de 2009 foi anunciado como piloto da Ferrari, após diversas especulações que vinculavam seu nome à equipe de Maranello.
Estreou pela Ferrari da melhor maneira possível, vencendo o GP do Bahrein, na abertura do Mundial de 2010, no dia 14 de março. Antes dele, apenas três pilotos haviam estreado pela Ferrari com vitória: Mario Andretti, Nigel Mansell e Kimi Raikkonen.
Porém, Alonso somente voltou a vencer no meio da temporada, no GP da Alemanha, em um campeonato bastante disputado em que cinco pilotos disputaram o título até as provas finais. Alonso subiu rapidamente na tabela de classificação com as vitórias na Itália, Cingapura e Coreia, mas acabou a temporada como vice-campeão, ano do primeiro título de Sebastian Vettel (Red Bull).
 
Com um carro problemático em 2011, Alonso venceu apenas uma prova na temporada (GP da Grã-Bretanha, em Silverstone), e terminou a temporada em quarto lugar, ano do bicampeonato de Sebastian Vettel, da Red Bull.
 
Durante seus dois primeiros anos de Ferrari, superou com folga o companheiro de equipe Felipe Massa, o mesmo acontecendo durante a temporada de 2012, ainda em curso.
 
Fernando foi casado com a cantora espanhola Raquel del Rosario, entre 2006 e 2011, quando foi anunciado seu divórcio.
 
Em julho de 2012, após um breve romance com a modelo suíça Xenia Tchoumitchveva, assumiu seu relacionamento com outra modelo, a russa Dasha Kapustina.
 
Abaixo, um encontro emocionante entre John Surtees e Fernando Alonso em 2011, no circuito de Monza, na Itália. Eles falaram sobre as direnças entre seus carros da Ferrari. A 158 de 1964 e a F150 de 2011

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    Pela Fórmula 1:

    Venceu 32 corridas e fez 22 poles. Foi campeão mundial em 2005 e 2006, as duas vezes pela equipe Renault

    Na Fórmula Indy

    Em 28 de maio de 2017 disputou as 500 Milhas de Indianápolis. Ele largou na quinta posição e estava na sexta colocação quando seu motor Honda quebrou e ele abandonou na volta 180, restando 20 para o final. Ele chegou a liderar várias voltas e tinha um bom ritmo para lutar pela vitória na fase final da prova.

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