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Cuca

Ex-jogador, treinador
por Rogério Micheletti e Gustavo Grohmann

Alexi Stival, o Cuca, meia que se destacou no Grêmio no final dos anos 80, hoje é técnico de futebol. Em 14 de março de 2016, Cuca foi anunciado como novo treinador do Palmeiras, assumindo a vaga deixada na semana anterior por Marcelo Oliveira. Após a conquista do Brasileirão daquele ano, o treinador decidiu deixar o clube alviverde. No entanto, a "pausa" na carreira durou apenas cinco meses. Em 5 de maio de 2017, um dia após a demissão de Eduardo Baptista, o Verdão anunciou o retorno do comandante, permanecendo no cargo até 13 de outubro do mesmo ano, dia em que foi demitido.
 
Sua segunda passagem pelo Palmeiras como treinador foi muito distinta em relação à primeira. Mesmo com um elenco forte e milionário, não repetiu o sucesso de 2016. Na véspera de sua demissão, um empate em 2 a 2 com o Bahia no Pacaembu, após a equipe alviverde abrir frente de dois gols.

No gramado

Como jogador, Cuca, além do Grêmio, atuou também no futebol espanhol, Internacional de Porto Alegre, Palmeiras, Santos (atuou ao lado do ponta-direita Almir e dos atacantes Guga e Paulinho McLaren), Portuguesa, Remo, Juventus da Mooca, entre outras equipes.

Em 1992, jogando pelo Verdão, não foi nem de longe o jogador habilidoso e eficiente revelado pelo Grêmio. Fez apenas 24 partidas pelo alviverde somando 13 vitórias, quatro empates e sete derrotas, e balançou rede por sete vezes (números do "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti).

Do Palmeiras, Cuca foi para o Santos. Ele defendeu o time da Vila em 93. Disputou 46 jogos e fez 16 gols.

Nascido em sete de junho de 1963 em Curitiba, Paraná, Cuca chama atenção por ter um estilo de trabalho muito parecido com o do técnico Luis Felipe Scolari, o Felipão, campeão da Copa do Mundo de 2002, com a Seleção Brasileira.
 
O técnico
 
Ele já dirigiu, entre outros, o Gama, o Criciúma, o Avaí, o Uberlândia, o Paraná Clube e o Goiás em 2003, o São Paulo e o Grêmio em 2004, o Flamengo, o Coritiba e o São Caetano, os três em 2005.

Em maio de 2006, assumiu o Botafogo e criou uma identidade enorme com a torcida. Campeão da Taça Rio no ano seguinte, o treinador pediu demissão em setembro, depois da derrota vexatória para o River Plate, na Argentina, que eliminou o Glorioso da Copa Sul-Americana.

Nove dias depois, porém, retornou ao clube no lugar de Mário Sérgio. A segunda passagem em General Severiano durou até o dia 29 de maio de 2008. Cuca não resistiu à desclassificação nos pênaltis da Copa do Brasil para o Corinthians. Ele não ficou muito tempo sem clube. Acertou com o Santos no dia 2 de junho de 2008, mas deixou clube em meio ao Campeonato Brasileiro devido à má campanha do Peixe.

Em seguida, no dia 11 de agosto, se apresentou ao Fluminense, que havia demitido Renato Gaúcho 24 horas antes. A trajetória nas Laranjeiras, porém, também foi curta. Depois de nove jogos e apenas duas vitórias, Cuca foi dispensado em 2 de outubro. A exemplo do que aconteceu no Peixe, ele deixou o Tricolor na zona do rebaixamento.

No dia 15 de dezembro de 2008, Cuca retornou ao Flamengo, e conseguiu conquiestar seu primeiro título no Rio de Janeiro. Com uma boa campanha no campeonato estadual, o treinador do Rubro-Negro chegou à final contra o Botafogo, e sagrou-se Campeão Carioca.

Em 2009, o ex-meia trocou o Fla pelo Flu, e conseguiu fazer o que todos imaginavam ser impossível, tirar o Tricolor das Laranjeiras da série B, e ainda levou o vice-campeonato da Copa Sul-Americana.

Após esse feito incrível, Cuca despertou o interesse do Cruzeiro, que no dia 8 de junho de 2010 contratou o treinador. Em 2011, após ser eliminado na Copa Libertadores, a equipe celeste venceu o rival Atlético-MG e levantou o Campeonato Mineiro. Após a conquista do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro não emplacou e no dia 18 de junho, depois de um empate com o América-MG pelo Brasileirão, Cuca foi demitido do clube.
 
Foi anunciado como o novo técnico do Clube Atlético Mineiro em 8 de agosto de 2011, após passar quase dois meses desempregado.

Ótimo negócio para o Galo. Além de livrar o time do rebaixamento no final do ano, o treinador levou a equipe ao topo do Campeonato Mineiro de 2012, levantando o troféu de forma invicta.

Em 2013, a história de conquistas no estadual se repetiu: com Ronaldinho, Bernard, Jô e Tardelli, o técnico Cuca foi bicampeão mineiro.

E no dia 24 de julho de 2013, conquistou para o Galo, que amargurava longos 42 anos sem um título de expressão, a inédita taça para o clube mineiro da Copa Libertadores da América.
 
Porém, no Mundial de Clubes, Cuca não deu sorte. o Atlético-MG perdeu a semifinal para o Raja Casablanca, time do Marrocos. Após essa derrota, o presidente do Galo, Alexandre Kalil, anunciou que o técnico não vai seguir mais como treinador da equipe.
 
No dia 13 de dezembro de 2015, o técnico Cuca foi entrevistado pelo jornalista Milton Neves, através do programa Domingo Esportivo, da rádio Bandeirantes. Confira: 

Em 14 de maio de 2017, Cuca participou com exclusividade do Portal Terceiro Tempo, apresentando familiares, inclusive sua filha Natasha, grávida.

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    Como jogador
    Pelo Palmeiras:


    Em 1992, jogando pelo Verdão, não foi nem de longe o jogador habilidoso e eficiente revelado pelo Grêmio. Fez apenas 24 partidas pelo alviverde somando 13 vitórias, quatro empates e sete derrotas, e balançou rede por sete vezes (números do "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti).

    Como treinador
    Pelo Flamengo:
    Campeão Carioca em 2009.

    Pelo Cruzeiro:
    Campeão Mineiro em 2011.

    Pelo Atlético-MG:
    Campeão Mineiro em 2012;

    Campeão da Copa Libertadores da América em 2013.

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