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Lucas Lima e Borja estão entre os sete palmeirenses que iniciaram todos os jogos do ano

Lucas Lima e Borja estão entre os sete palmeirenses que iniciaram todos os jogos do ano

Do UOL, em São Paulo

O trabalho de Roger Machado se iniciou há seis jogos e, além dos 100% de aproveitamento, o treinador conseguiu outro feito importante em começo de temporada no Palmeiras. Se não houver nenhuma surpresa, jogará na quinta-feira (15) contra o Linense com uma formação que já é bastante conhecida dos torcedores e todos que acompanham a equipe.

Na defesa, Jaílson no gol, Marcos Rocha e Victor Luís nas laterais, Antônio Carlos e Thiago Martins como zagueiros. Pelo meio, Felipe Melo recuado, com Tchê Tchê e Lucas Lima lado a lado. Na frente, Willian pela ponta direita, Dudu à esquerda e Borja como centroavante.

Embora não dê garantias no futuro, a escalação repetida do Palmeiras não é um privilégio dos rivais. O Corinthians joga nesta quarta com dois novos titulares [Marquinhos Gabriel e Henrique] e ainda não se definiu quanto ao substituto de Jô. O Santos ainda procura a melhor formação no meio, tem problemas nas laterais e estreou Gabigol no fim de semana. O São Paulo iniciou o Paulista com jovens, entregou reforços experientes a Dorival Júnior e não tem repetido a mesma linha defensiva.

Ele já igualou o melhor início de um treinador do Palmeiras desde 1978, quando Filpo Nuñez estreou com a mesma arrancada. Roger consegue repetir, afirmar ideias e evoluir o que ainda espera de sua proposta. Exemplos: a tentativa de fazer atacantes marcarem cada vez mais e do time se tornar ainda mais rápido.

"É difícil não pensar em todo esse aspecto, mas o que me levou a essa convicção é que o entrosamento chega repetindo os jogadores atuando juntos. Preciso ter uma continuidade, uma formação conjunta para eles se conhecerem mais rápido. Com isso, você passa a conhecer o colega não só pelo estilo, pela perna dominante, mas pelo olhar, pelo tipo de movimento, que quando faz uma finta para um lado sai para o outro, que em cada lado do campo você vai ter uma característica de jogo. Só a continuidade te dá isso", declarou Roger à emissora "ESPN Brasil".

"Se eu falar que não tinha preocupações, não seria sincero, principalmente pela instabilidade na nossa função no futebol brasileiro", disse sobre certo pragmatismo por trás da repetição de equipe. "Vou mexer com a necessidade. Tenho um grupo grande e de qualidade. E eu tenho que mantê-los motivados. Red Bull foi assim, mexendo três atletas. Depois lancei o Michel, na quinta posso usar mais um novo. Preciso fazer as concessões porque você ganha entrosamento, mas deixa os jogadores motivados. Essa foi a última semana mais aberta, para depois um mês de quarta e domingo", avaliou ainda Roger.

Até aqui, sete titulares iniciaram todos os jogos: Jaílson, Antônio Carlos, Thiago Martins, Tchê Tchê, Lucas Lima, Dudu e Borja. Por questões relativas à parte física, Marcos Rocha, Felipe Melo e Willian ficaram de fora uma vez da formação principal. Já Victor Luís acabou duas vezes substituído por Michel Bastos no time que começou as partidas.

Enquanto isso, o treinador precisa administrar o vasto leque de opções no banco de reservas. Edu Dracena, Luan, Diogo Barbosa, Deyverson e o jovem Arthur, bem cotado na volta ao Palmeiras, ainda nem estrearam em 2018. Moisés, Guerra e Gustavo Scarpa também não têm nem 45 minutos em campo na temporada.

"A gente lamenta com relação ao número de substituições. Já me chamou atenção o Artur no Londrina. Fez Série B muito boa, é canhoto que joga com pé invertido. Vem treinando muito bem desde o começo da pré-temporada. Quero, em algum momento, não só ele, mas oportunizar quem esteja merecendo", chegou a dizer Roger Machado na semana passada.

Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

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