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Com o único ponto conquistado, o time de Goiânia segue, obviamente, na lanterna isolada da competição

Com o único ponto conquistado, o time de Goiânia segue, obviamente, na lanterna isolada da competição


Do UOL, em São Paulo

Nada mudou: o Atlético-PR só empatou com o Atlético-GO por 2 a 2 nesta quarta-feira (11), em uma esvaziada Arena da Baixada, e as duas equipes permanecem nas mesmas posições em que já estavam antes desta 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Luiz Fernando abriu o placar para o Dragão, mas Guilherme e Lucho González viraram. Walter selou o empate.

Com o único ponto conquistado, o time de Goiânia segue, obviamente, na lanterna isolada da competição com 26. O Furacão, por sua vez, é o oitavo colocado com 35, mas pode perder a posição se o Atlético-MG vencer o São Paulo mais tarde, nesta mesma noite.

O retorno de Walter

Ele teve o nome gritado pela torcida e tudo. No jogo que marcou seu reencontro com o Atlético-PR, Walter teve seu nome gritado pelo público da Arena da Baixada e fez o gol do empate aos 36 do segundo tempo, quando o Atlético-GO já parecia entregue à derrota.

Virou rápido

O gol sofrido certamente foi um susto para o Atlético-PR, mas a equipe da casa não se intimidou. Essa postura rendeu ao time de Fabiano Soares uma virada rápida: aos 31 minutos, ainda no primeiro tempo, Guilherme fez um gol que brigará pelo título de mais esquisito da rodada. O meia tocou de cabeça e Marcos defendeu, mas a arbitragem considerou que a bola já tinha passado a linha. O goleiro do Atlético-GO, no entanto, afirma que ela não entrou. Será?

Foi da cabeça de Lucho González que nasceu a vitória do furacão. Literalmente: Marcos saiu muito mal na cobrança do escanteio do Atlético-PR e a bola sobrou limpa no segundo pau para o meia argentino, que cabeceou para o chão e virou o jogo.

Quem não faz...

...toma. É a lei do futebol. O Atlético-PR começou impondo muito mais pressão – quase marcou com Fabrício logo no primeiro minuto, por exemplo –, mas não conseguiu transformar as primeiras chances em gols.

Melhor para o time de Goiânia, que aproveitou bem a primeira descida que teve. Aos 24, Niltinho cruzou e viu a bola sobrar para Luiz Fernando, que matou no peito antes de chutar no contrapé do goleiro Weverton.

Defendeu Marcos!

O torcedor brasileiro ouviu isso muitas vezes na década passada. Mas, desta vez, não estamos falando do ídolo palmeirense, e sim do Marcos do Atlético-GO. Quando o árbitro Dyorgines viu toque de mão de William Alves e marcou pênalti para o Furacão, na torcida paranaense se animou. Mas o goleiro do Dragão pegou a cobrança de Felipe Gedoz, que não mirou nem no meio, nem no canto.

Por que tão vazia?

Acostumada a grandes festas, a Arena da Baixada recebeu um público relativamente pequeno nesta quarta: 7.537 torcedores. O motivo é simples: cerca de 3 mil torcedores se reuniram na praça Afonso Botelho, em Curitiba, e assistiram ao jogo em um telão com cerveja e alimentos a preços populares. O grupo protesta por uma assembleia geral e colheu assinaturas durante o evento. O vídeo acima foi gravado por torcedores na praça.

Foto: Cleber Yamaguchi/AGIF (Retirada do Portal UOL)

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