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Conheça os cinco times que correm por fora para chegar à final. Foto: Reprodução

Conheça os cinco times que correm por fora para chegar à final. Foto: Reprodução

A maior parte do mundo do futebol espera que Grêmio e Real Madrid façam a decisão do Mundial de Clubes da Fifa em 16 de dezembro. Mas outros cinco times vão jogar nos Emirados Árabes com a esperança de causar uma "zebra" que não tem sido tão incomum assim em anos recentes – em 2010, 2013 e 2016, o representante da América do Sul não chegou à final.

O Mundial começa nesta quarta-feira (6) com o jogo entre o campeão local Al-Jazira e o neozelandês Auckland City; quem passar enfrenta o japonês Urawa Red Diamonds nas quartas de final para decidir o adversário do Real Madrid na semi. Do outro lado da chave, o rival do Grêmio sairá do duelo entre o mexicano Pachuca e o marroquino Wydad Casablanca.

Conheça os cinco times que correm por fora para chegar à final da competição da Fifa:

Al-Jazira: Romarinho é destaque. Foto: Al-Jazira/Divulgação

Representante do país-sede, o Al-Jazira é o atual campeão nacional dos Emirados. E tem um personagem bastante conhecido dos brasileiros como um de seus principais jogadores: o atacante Romarinho, que venceu a Libertadores e o próprio Mundial em 2012 pelo Corinthians.

Na atual temporada da liga nacional, Romarinho foi titular em todas as 10 partidas do clube, contribuindo com três gols e três assistências. Já o artilheiro do time é o emiradense Ali Mabkhout, com sete gols em sete jogos.

O Al-Jazira é o atual quarto colocado do campeonato dos Emirados, mas está no Mundial porque foi campeão da temporada 2016/17 – sem Romarinho, que chegou do El-Jaish, do Qatar, no meio do ano. Outro nome famoso do elenco comandado pelo técnico holandês Henk ten Cate é o volante francês Lassana Diarra, ex-Real Madrid, que não vai jogar o Mundial por lesão.

Auckland City: veterano de Mundiais, mas sempre azarão. Foto: Matt Roberts/Getty Images - retirada do UOL

Principal clube da Nova Zelândia, o Auckland City tem dominado o futebol da Oceania e feito aparições constantes no Mundial de Clubes. Mas a experiência na competição não tem sido grande ajuda. Apesar de nove participações nas 14 edições do torneio da Fifa, só uma vez o time chegou à semifinal, em 2014.

Competindo em uma região de nível baixo, com muitos times semi-profissionais, o Auckland costuma encarar uma subida drástica no patamar dos adversários quando chega ao Mundial. Sem jogadores muito conhecidos, a equipe é dirigida desde 2010 pelo técnico espanhol Ramon Tribulietx e também tem três espanhóis no elenco.

Urawa Red Diamonds: brasileiro tirou o time da fila. Foto: Kazuhiro Nogi/AFP - retirada do UOL

O time japonês venceu a Liga dos Campeões da Ásia e se classificou para o Mundial de Clubes graças a um brasileiro. Rafael Silva, atacante com passagem pela base do Corinhtians e revelado no Coritiba, é o principal jogador do time e fez o gol do título continental aos 43 minutos do segundo tempo na final contra o Al-Hilal, da Arábia Saudita.

O gol foi importante também porque acabou com uma fila de dez anos do time mais popular do Japão sem conquistar o título asiático. Em 2007, o time foi campeão continental e jogou o Mundial de Clubes, perdendo na semifinal para o Milan de Kaká, que depois venceria o Boca Juniors na final.

Outro brasileiro no elenco é o zagueiro Maurício Antônio, formado nas categorias de base do São Paulo, que se transferiu do português Marítimo para o Urawa em agosto deste ano.

Pachuca: medalhões e investimento. Foto: Rocio Vazquez/AFP Photo - retirada do UOL

O Pachuca é outro veterano de Mundiais: vai para sua quarta edição do torneio, tendo participado também em 2007, 2008 e 2010. Neste ano, após mais uma conquista da Liga dos Campeões da Concacaf, o clube mexicano investiu alto para tentar chegar à final pela primeira vez – a melhor campanha foi um quarto lugar em 2008.

Foram 13 milhões de euros gastos em três atacantes: os chilenos Edson Puch, ex-Necaxa, e Angelo Sagal, ex-Huachipato, e o argentino Sebastián Palacios, ex-Talleres. Parte do dinheiro veio da venda do ponta Hirving Lozano, destaque do time na conquista da Concacaf, para o PSV, da Holanda, por 8 milhões de euros.

O clube também conta com os medalhões Keisuke Honda, meia japonês que jogou no Milan e veio de graça no meio do ano, e Óscar Pérez, goleiro de 44 anos com muitas passagens pela seleção mexicana. Outros destaques são o ponta uruguaio Urretaviscaya e o zagueiro colombiano Óscar Murillo, que são presença frequente nas convocações de suas seleções.

Wydad Casablanca: meta é imitar o rival Raja. Foto: Mosa´ab Elshamy/AP Photo - retirada do UOL

O campeão africano tem como objetivo aprontar a mesma surpresa que o seu rival local, o Raja Casablanca, armou em 2013, eliminando o Atlético-MG com uma vitória por 3 a 1 na semifinal. O Wydad participará do Mundial pela primeira vez, já que o torneio da Fifa não existia em 1992, quando o time marroquino também foi campeão continental.

Sem nomes famosos no elenco, o Wydad tem como principais destaques o atacante Bencharki e o meia El Karti, artilheiros do time na conquista da Liga dos Campeões da África neste ano. O primeiro, aliás, tem sido convocado para a seleção marroquina e tem chance de disputar a Copa do Mundo no ano que vem.

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