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O lance que gerou reclamações ocorreu aos 6min da segunda etapa

O lance que gerou reclamações ocorreu aos 6min da segunda etapa

Samir Carvalho
Do UOL, em Santos (SP)

Dois fatores decidiram o clássico paulista válido pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro. Primeiramente, o goleiro Vanderlei novamente se mostrou decisivo e fechou a meta, enquanto a arbitragem decidiu a favor do Santos o lance polêmico do gol de Kayke. Esta soma resultou na vitória por 1 a 0 do clube de Vila Belmiro, em casa, sobre o Palmeiras, que segue sem pontuar e sem balançar as redes rivais em jogos fora de casa na Série A.

O lance que gerou reclamações ocorreu aos 6min da segunda etapa. Kayke trombou com Edu Dracena, e o zagueiro palmeirense caiu no gramado. Completamente livre, o atacante santista arrematou para o gol e embalou o Santos para a terceira vitória seguida na competição. São 12 pontos somados depois de sete partidas no Brasileiro.

Em compensação, o Palmeiras segue irregular: vence em casa e perde fora. A equipe comandada por Cuca se mantém com apenas sete pontos, próximo à zona do rebaixamento – todos os pontos ocorreram diante do torcedor na capital paulista. Longe do Allianz Parque, apenas frustrações neste início de Série A para o atual campeão nacional.

Zerado em pontos e gols longe de São Paulo, o Palmeiras terá mais um teste no final de semana. No domingo, às 16h (de Brasília), o clube alviverde encara o Bahia, em Salvador. O Santos, embalado pela sequência positiva, encara a Ponte Preta no sábado, às 21h, no Pacaembu.

Quem foi bem: Vanderlei

O nome do jogo. O goleiro do Santos, apesar da vitória, sai da Vila Belmiro mais consolidado como um postulante à seleção brasileira. Grandes defesas, especialmente na segunda etapa, impediram um resultado diferente no clássico desta quarta-feira.

Quem foi mal: Mayke

Novamente escalado como titular, o lateral direito sofreu defensivamente e pouco produziu no ataque. O gol do Santos nasceu justamente no setor de Mayke, que viu Jean Mota cruzar para Kayke balançar as redes.

Te vejo nas quartas?

Enquanto duelavam pela sétima rodada do Brasileiro, Santos e Palmeiras conheceram os adversários pela fase oitavas de final da Copa Libertadores. O clube alviverde encara o Barcelona-EQU, enquanto os santistas fazem duelo nacional contra o Atlético-PR. Caso ambos avancem, os dois se encaram nas quartas de final.

Santos chega ao gol como gosta e com polêmica

Velocidade pela lateral e finalização do homem que vem de trás. A receita santista na Vila Belmiro é antiga, mas se mantém eficiente. Jean Mota recebeu pela ponta esquerda e cruzou na medida para Kayke finalizar para o gol, aos 6min da etapa final. Ao mesmo tempo em que o lance ressaltou os méritos do clube da casa, veio a polêmica. O Palmeiras reclamou de falta do camisa 11 alvinegro em Edu Dracena, que caiu após ser tocado pelo adversário.

Palmeiras centraliza em Guerra

Alejandro Guerra recebeu uma maior liberdade de Cuca no duelo deste meio de semana. Com Tchê Tchê, Thiago Santos e Zé Roberto no setor de meio-campo, o venezuelano encostou mais na dupla de ataque e centralizou a organização ofensiva do Palmeiras. Mesmo fora de casa, o time de Cuca criou, exigiu grandes intervenções de Vanderlei e levou azar. Róger Guedes, ainda na primeira etapa, acertou a trave.

Exemplo nos antecessores

Levir Culpi manteve a base de Dorival Junior e recentemente de Elano. Até mesmo na improvisação, o novo treinador santista recorreu a uma antiga ideia dos antecessores: Jean Mota na lateral esquerda. A pressão comum no início das partidas na Vila Belmiro também se repetiu, com Bruno Henrique e Copete espetados para o 1 contra 1 diante dos laterais palmeirenses (Mayke pela direita e Juninho pela esquerda).

Cuca inova

Enquanto Levir optou pela manutenção, Cuca decidiu inovar para o clássico desta quarta-feira. A começar pela defesa: o zagueiro Juninho entrou na lateral esquerda para segurar Bruno Henrique, com a companhia de Zé Roberto, que atuou na linha de meio-campo para reforçar a atenção a este lado. Guerra, com o camisa 11, teve mais liberdade para encostar em Willian e Róger Guedes. Os dois foram os responsáveis pelas grandes chances do time visitante.

Fabio Menotti/Ag Palmeiras/Divulgação

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