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R9 também é destaque no time do Corinthians Mogi

R9 também é destaque no time do Corinthians Mogi

Nascido em 16 de março de 1981, na cidade de Mogi das Cruzes, Rogerio Rodrigues de Almeida tem muita história para contar. Mesmo sem ter a perna esquerda, sempre teve o sonho de ser jogador de futebol e não desistiu disso em nenhum momento. Atualmente é chamado de Rogerinho R9 e considerado um dos grandes jogadores do mundo quando o assunto é futebol para amputados.

"Nasci com esse problema congênito e desde os meus sete anos de idade jogo bola na rua com as crianças que não tinham este problema. Independente da deficiência, eu gosto de mostrar que todos podem realizar seus sonhos e o meu sempre foi ser jogador futebol. Agradeço a Deus por ter me dado esse dom", disse o R9 em entrevista ao programa Opinião RDG, da Rádio RDG Esportes.

A modalidade vem crescendo no mundo todo nestes últimos anos, mas ainda não é considerada esporte paralímpico. Segundo Rogerinho, o nosso país vem sendo parte integrante deste aumento de praticantes e por isso é considerado uma das grandes potências.

"É uma modalidade que ainda não é paralímpica, mas aqui no Brasil está crescendo bastante, inclusive temos várias equipes que disputam os campeonatos estaduais e nacional. Atualmente a seleção brasileira tem quatro títulos mundiais e também foi a última campeã da Copa das Confederações que foi realizada na Colômbia. Existem 42 países que disputam a modalidade e a evolução do esporte é muito grande. Temos a Copa América agora e ano que vem tem o Mundial, onde temos vaga garantida, então estamos nos preparando para ganhar este título no próximo ano".

O apelido R9 não é mera coincidência com Ronaldo Fenomêno. Atualmente jogando no Corinthians/Mogi, o atacante explica de onde surgiu a comparação com um dos maiores jogadores de futebol da história.

"Colocaram meu apelido como Rogerinho R9 devido ao Ronaldo Fenômeno e os gols parecidos que faço. Mas agradeço aos meus companheiros que me dão os passes para que eu possa fazer os gols. Gostei do apelido porque o Ronaldo sempre foi meu ídolo. Quando comecei a jogar utilizava a camisa 10, mas teve uma oportunidade na Seleção Brasileira que eu acabei jogando com a 9 e fui artilheiro e campeão, daí permaneço com ela até hoje", concluiu Rogerinho, que agora foca suas atenções na conquista do título da Copa América com a Seleção Brasileira.

Foto: Leonardo Carlos/Corinthians Mogi

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