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Confira a coluna de Juarez Araújo

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O momento na NBA é falar bem da sensacional temporada do pequeno gigante Stephen Curry. Um excepcional arremessador, uma habilidade incomparável, porém, por favor, comparar ou dizer que já é melhor que Michael Jordan, que será mais que JM, meu Deus, não dá. Jordan foi o Pelé, um atleta de ouro planeta e para Curry chegar a ser um Jordan nas próximas temporadas, terá que mostrar muita coisa que não vem mostrando em suas atuações.

Tive a felicidade de acompanhar toda carreira de Air Jordan e seus números são incontestáveis como o maior jogador da história. Para Curry superar JM, precisa, inclusive, ter os números de Air Jordan e mudar a característica do seu jogo.

Vamos aos números de MJ: seis vezes campeão da NBA (1990-91, 91-92, 92-93, 95-96, 96-97 e 97-98. Seis vezes MVP, melhor jogador das finais nas temporadas 1990-91, 91-92, 92-93, 95-96, 96-97 e 97-98. Cinco vezes MVP das temporadas 1987-88, 90-91, 91-92, 95-96 e 97-98. Novato da temporada e membro do time dos novatos na temporada de 1984-85. E olha que marca. 10 vezes cestinha principal da NBA, nas temporadas 1986-87, 87-88, 88-89, 89-90, 90-91, 91-92, 92-93, 95-96, 96-97 e 97-98.

Aqui outro dato superimportante na carreira de Michael Jordan e que dificilmente, quase impossível de Curry superar diante do estilo de jogo que tem.  Em 1988, Michael Jordan foi eleito o defensor do ano, além de ter sido nove vezes  integrante do primeiro time dos melhores jogadores defensivos. Quantos as 13 participações de Jordan no All-Star Game, sendo 11 vezes no time titular, e sendo MVP em três ocasiões, isso o Curry pode alcançar, mesmo porque é quase uma obrigação da Liga com suas estrelas maiores. Outro dado muito interessante na carreira espetacular de MJ, foi ter sido o jogador com maior número de bolas recuperadas nas temporadas 1988, 1990 e 1993.

Jordan foi também eleito um dos 50 maiores jogadores da história da NBA, pouco para quem é, para muitos, como eu, o Pelé da NBA. Na carreira profissional dele, marcou nada menos que 32.292, jogando pelo Chicago Bulls (1984-93, depois voltou em 1995-98), Washington Wizards (2001 a 2003, sendo que 29.277 pontos foram marcados pelos Bulls.

Conseguiu recordes absurdos como marcar 63 pontos contra o Boston Celtics nos playoffs de 1986. Teve média de 30,1 pontos, o maior da história da NBA, junto com Wilt Chamberlain, além de ser um dos quatro maiores cestinhas da história, superado apenas por Kareem Abdul-Jabbar, Karl Malone e Kobe Bryant.

Jordan ainda tem duas medalhas olímpicas (1984 e 1992), coisa que Curry pode conseguir, mas assim mesmo não dá para comparar. É quase igual falar que Maradona foi melhor que o rei do futebol Pelé. Estamos conversados.

DE BANDEJA

Carlos Osso é uma lenda viva como dirigente do Esporte Clube Pinheiros. Além de ter sido um jogador sem muito brilhantismo, inclusive começando no EC Sírio, junto com o pivozão Nenê Sucar, Osso se tornou um dos mais importantes dirigentes do ECP. Nesse ano completa 60 anos no basquete e como prêmio foi sorteado para ser um dos voluntários que irá ajudar nas Olimpíadas do Rio. Parabéns, Sr. Osso.

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Certa vez lá estava eu tentando dar meus palpites dirante de uma carência de jogadores na base da CBB, em especial armadores. Em uma conversa com o presidente da CBB, na época, Gerasime "Grego" Bozikis, fiz uma sugestão. "Presidente, precisamos investir no garoto do Paulistano, o Marcelinho Huertas. Temos uma grande carência de jogadores na posição". Para minha tristeza, na época, o bola da vez da CBB era o Manteiguinha, ouvi dele: "Igual a ele (Marcelinho) temos muitos na base de nossas seleções". Curiosamente, o tempo foi passando, Marcelinho foi para a Espanha, se tornou um baita jogador e hoje faz sucesso até no LAL, de Magic Johnson e Cia. E por falar em magia, pelo que já fez, cai bem o apelido de Magic Marcelinho. Boa, capitão.

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Três equipes brasileira estão classificadas para o final four da Liga das Américas, que será disputada nesta sexta-feira (11), em Barquisimeto, na Venezuela. E dois favoritos entram em quadra logo de cara: Bauru/Paschoalotto x Flamengo, e Mogi/Helbor pega o time da casa, o Guaros de Lara.

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Notícia ruim chega mais rápido do que a boa e quando ela (notícia) é aumentada, chega ainda mais the flash. Foi o caso de alguns jogadores pré-relacionados para a equipe americana afirmaram que estão com receios de virem para o Rio nas Olimpíadas por causa do zika, mas para os navegantes de plantão afirmar que estrelas da NBA não virão ao Rio já é demais. Ainda bem que nesta quinta-feira (10), Jerry Colangelo, dirigente da Abausa, desmentiu, ao afirmar que todos os jogadores têm intenção de jogarem às Olimpíadas e ganhar uma medalha para os EUA.

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Quem ganha o ouro no Rio, a propósito: ai o bicho pega. E já torna uma pergunta muito dificil de responder. Os Estados Unidos, com certeza virão para o ouro, mas já levaram uma na cabeça em 2004, com a Argentina. Depois vamos ver como virão Espanha, Austrália, Argentina, Lituânia, França e o próprio Brasil, todos podem brigar por medalhas. Estou confiante que o técnico Rubén Magnano vai conseguir montar uma boa equipe e dar muitas alegrias.

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