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Oswaldo de Oliveira chegou com a missão de evitar qualquer risco de queda à Série B do Campeonato Brasileiro. Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG

Oswaldo de Oliveira chegou com a missão de evitar qualquer risco de queda à Série B do Campeonato Brasileiro. Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG

O Atlético-MG voltou do Acre classificado para a segunda fase da Copa do Brasil. Mas nem tudo está bem na Cidade do Galo. Pela terceira vez consecutiva o time titular foi muito mal e a pressão, de fora para dentro, está cada vez maior. E já é notada dentro do clube. Prova disso foi o descontrole do técnico Oswaldo de Oliveira após o empate em 1 a 1 com o Atlético-AC, nessa quarta-feira. O treinador se mostrou irritado na coletiva, algo que não é comum em suas entrevistas.

Reflexo do primeiro momento de instabilidade desde que assumiu o comando do Atlético-MG, no final de setembro do ano passado. Oswaldo de Oliveira chegou com a missão de evitar qualquer risco de queda à Série B do Campeonato Brasileiro. Eram somente três pontos de distância para a zona de rebaixamento. Feito que o treinador conseguiu com certa folga, ao ponto de chegar à última rodada do Brasileirão com chances de se classificar para a Copa Libertadores.

A vaga na principal competição do continente não foi conquistada, mas não pelo período que Oswaldo treinou o Galo. O momento de maior aproveitamento do time alvinegro no Brasileirão foi nas rodadas sob o comando do atual treinador, mantido para a temporada 2018.

O começo irregular no Campeonato Mineiro, com apenas uma vitória em quatro rodadas iniciou o primeiro período de pressão desde a chegada de Oswaldo de Oliveira. Tanto que a equipe titular foi escalada para o confronto com a URT, em Patos de Minas, mesmo três dias antes do importante jogo com o Atlético-AC, pela Copa do Brasil.

Os dois jogos citados e o empate em 2 a 2 com o Patrocinense, no Independência, formam a sequência de apresentações ruins do Atlético em 2018, o suficiente para irritar a torcida e criar o primeiro momento de questionamento desde a chegada de Oswaldo. Mas com pouco mais de um mês desde o início da pré-temporada, o treinador atleticano se diz "tranquilo" ao falar sobre a evolução do time.

"Eles resistiram de forma muito brava. Isso nos anima muito em relação ao futuro. Essa determinação é preponderante para quando ela começar a render o que pode. Esses últimos jogos foram com circunstâncias muito difíceis. Para quem está comentando no estúdio, no ar-condicionado não é difícil, é muito fácil. Estou suando só de ficar parado. Fiquei sentado o tempo todo e estou pingando, com muito suor, por causa da umidade relativa do ar. São três horas de fuso-horário. Tudo isso a gente tem que levar em consideração. Estou absolutamente tranquilo", analisou Oswaldo, que conseguiu ver pontos positivos no empate com o Atlético-AC.

"É o quarto jogo desse time. As condições dos dois últimos jogos foram difíceis. Jogar em Patos é muito difícil. Aqui não foi diferente. Além do percurso que cruzamos, é uma equipe que estamos preparando, mudando, os jogadores se conhecem pouco. Isso é parte da nossa trajetória. Jogadores que não se conheciam estão jogando juntos pela primeira vez. Eles demonstraram coragem, garra e luta. Esse ponto de partida é muito bom", completou.

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