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Mancha manteve a ideia do protesto e atacou pamonhas e pipocas no ônibus palmeirense. Foto: José Edgar de Matos/UOL

Mancha manteve a ideia do protesto e atacou pamonhas e pipocas no ônibus palmeirense. Foto: José Edgar de Matos/UOL

Dois dias antes de comparecerem à Academia de Futebol, centro de treinamentos do Palmeiras, e promoverem um protesto hostil contra jogadores, diretoria e funcionários do clube, membros da Mancha Alviverde arquitetaram uma reunião para a manhã de sábado com jogadores, após o último treinamento antes do duelo com o Flamengo. No entanto, ao contrário do ocorrido no início do ano, o presidente Mauricio Galiotte vetou o encontro.

De acordo com apuração do UOL Esporte com pessoas ligadas à cúpula alviverde, membros da principal organizada palmeirense ligaram na noite de sexta-feira para o clube com o objetivo de conversarem com atletas no CT depois da atividade de sábado - segundo gente ligada ao clube, o diálogo seria uma "moeda de troca" pela manifestação de domingo. O pedido acabou negado por Mauricio Galiotte, e os torcedores confirmaram (e realizaram) o protesto antes do jogo.

Foi o segundo veto de Mauricio Galiotte aos torcedores organizados, depois de ensaiar uma aproximação no início da temporada – em abril, antes do jogo decisivo contra a Ponte Preta, pelo Campeonato Paulista, alguns membros da Mancha Alviverde entraram no CT para conversar com lideranças do elenco como Felipe Melo e Fernando Prass.

Já no último mês de julho, incomodados com a instabilidade da equipe, torcedores compareceram novamente à Academia de Futebol para questionarem o trabalho de Alexandre Mattos. Segundo pessoas do clube, Mauricio vetou qualquer tipo de diálogo naquela ocasião. Os organizados, por outro lado, emitiram uma carta de protesto e realizaram uma "coletiva de imprensa" para cobrar o elenco.

Agora em novembro, os torcedores agendaram a manifestação de domingo para questionar o trabalho do Palmeiras no ano. Mauricio Galiotte foi um dos principais alvos da manifestação, assim como Alexandre Mattos e jogadores como Michel Bastos, Deyverson, Bruno Henrique e, principalmente, Egidio, de quem os palmeirenses exigem a saída.

O momento de maior tensão do protesto do fim de semana ocorreu na saída do ônibus palmeirense para o Allianz Parque. Os presentes no protesto atacaram pamonhas, pipocas e bananas no veículo e trincaram um vidro – estilhaços atingiram o atacante Keno.

Torcedores também deram socos e pontapés na van que transportava funcionários do clube. Um vidro se rompeu ao lado da nutricionista do clube, Alessandra Favano, que não saiu ilesa.

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