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Em entrevista no programa Conversa com o Bial, Imperador abriu seu coração

Em entrevista no programa Conversa com o Bial, Imperador abriu seu coração

Adriano poderia ter sido muito mais para o futebol. E, desta vez, não é a imprensa ou a torcida brasileira quem diz: ele sabe disso. Em entrevista no programa Conversa com Bial, da TV Globo, o Imperador abriu o coração.

"Às vezes, as pessoas acham que eu não ligo, mas, quando eu ponho a cabeça no travesseiro, eu penso, sim, que eu podia ter feito muito mais do que aquilo que eu fiz [para o futebol]", desabafa ele, visto como grande esperança da seleção brasileira em 2006.

O chamado "quadrado mágico" do Brasil naquela Copa do Mundo, disputada na Alemanha, também era formado por Ronaldo, Kaká e Ronaldinho Gaúcho, que, na época, era o melhor jogador do mundo.

Mas 2018 não trará só uma nova oportunidade à seleção brasileira: Adriano quer voltar a jogar no ano que vem. "Estou me ajeitando para fazer um projeto e começar a treinar de novo, sem clube nenhum, no mês de janeiro", disse o Imperador ao apresentador Pedro Bial. "Quero fazer por mim, quero mostrar que posso chegar até o meu limite e, daí sim, dizer se dá ou não para continuar jogando", explicou.

Veja outras declarações de Adriano ao programa

Ajuda da Inter com a depressão
"A Inter (de Milão) me pôs psicólogo, montou uma equipe para mim, mas era muito mais forte do que eu, tanto que logo depois preferi voltar ao Brasil e vim ao São Paulo" 

Volta à Inter de Milão
"Fiquei a temporada lá, mas não era mais a mesma coisa, não tinha mais a mesma força que tinha antes de continuar fora do país. Força mental. Queria ficar mais perto da minha família. Sentia falta do Brasil, não estava mais com a minha família perto. Quando fica sozinho em um lugar, começa a lembrar das coisas que não quer, e isso pesou demais."

Faltas em sessões de fisioterapia no Corinthians
"Isso me atrapalhou. "(Eu faltava) porque logo no meu primeiro treino no campo o meu tendão arrebentou, eu queria até desistir, queria voltar. Dou um cara muito apegado na minha mãe, n minha família, e ela: `Poxa, meu filho, mas tenta´. Aí sete meses naquilo, tu acaba pensando, desistindo um pouco, acabei desanimando."

Volta ao futebol
"(Voltar) em alto nível eu não sei, não vou mentir, mas vou tentar. É difícil, tem que ter muita persistência, porque não é fácil, fiquei um ano e meio, dois anos parado. Não custa nada tentar, e se realmente não der pra mim... Não quero compromisso com clube nenhum, eu quero fazer por mim, mostrar que posso chegar no meu limite e falar: `Dali, sim, posso´. Vou pegar o mês de janeiro inteiro (para se recondicionar fisicamente), aí se tiver hábito pra ir para um clube ou outro lugar, aqui no Brasil, no Rio, São Paulo ou lá fora. Então, quero pegar esse primeiro mês, de janeiro, e tentar reconstruir de novo."

Conselhos do pai
"Humildade, sinceridade e respeitar o próximo, isso eu guardo para sempre. E que o mal não se trata com mal, se trata com o bem. Desde o momento que você trata o mal com o mal, você tá sendo igual a ele"

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