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Não é mera coincidência o sistema político brasileiro em comparação ao clubístico

Não é mera coincidência o sistema político brasileiro em comparação ao clubístico

Política nada mais é do que a ciência da governança de um Estado ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses.

E aqui reside o problema caro leitor.

Pois, a que preço, um governante ou administrador de um clube de futebol consegue atingir esse objetivo?

Não é mera coincidência o sistema político brasileiro em comparação ao clubístico.

Principalmente no Corinthians.

Troca de favores, promessa de cargos, jantares no "quinto andar", distribuição de ingressos e camarotes são uns pequenos mimos para fechar os olhos de pessoas que possuem o dever de fiscalizar.

Com a "compra" de votos da maioria dos membros de um Conselho Deliberativo, Fiscal e de Ética e Disciplina, os presidentes do Sport Club Corinthians Paulista criaram uma terrível forma de administrar o clube.

E sem medo de errar podemos dizer que foi instituído o denominado "bolsa corinthians", ou seja, um sistema que corrompe apenas os fracos em detrimento de uma instituição secular.

Infelizmente, para alguns conselheiros, tudo bem.

Títulos são importantes, não discordamos.

Mas a saúde financeira e uma administração pautada na probidade, eficiência, ética, moral e transparência são o que todos os corintianos preocupados com o clube buscam.

Temos um estádio impagável e sob investigação pela Justiça.

Um time de futebol com percentuais de direitos de jogadores que só favorecem empresários.

Dívidas e mais dívidas vencendo, e não sendo pagas.

Esse descontrole nos deixa apreensivos.

Um dia essa conta chegará se os conselheiros permanecerem em estado de inércia, pois a omissão é cristalina, vide o que aconteceu na última reunião do Conselho Deliberativo em que as contas foram aprovadas sem ao mínimo a diretoria disponibilizar dados para a devida análise.

Em outras palavras, foi uma votação na "confiança".

Às cegas, o que é inadmissível, principalmente diante de um histórico de maquiagem em 2014, conforme propalado pelo atual diretor financeiro.

Ou o Estatuto existe para ser respeitado ou para ser apenas um enfeite.

Nós do grupo Inteligência Corinthiana optamos por defender o Corinthians.

Exigindo a volta da austeridade administrativa, expulsando a falta de ética, pondo um fim no descalabro e na desgovernança que tomou conta de nosso clube.

Para finalizar, gostaríamos de dizer que a história é um caminho que se escolhe, e não um destino que se cumpre. Precisamos de um esforço de autocompreensão. Identificar nossos valores, nosso projeto para o Corinthians. Sem dogmas nem superstições. O nosso estatuto é uma bússola, e não um obstáculo. Sobre o desencanto de grupos políticos que são useiros e vezeiros na prática de gestão temerária no maior clube do Brasil, e que ainda não foram, precisamos de um novo começo.

Vai Corinthians!!!!!

Leandro Cano Conselheiro Trienal SCCP

#inteligênciaCorinthiana

Imagem: Reprodução

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