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VoltarMaracanã possui oito empresas interessadas em sua privatização; Eike está na disputa
Neste mês, o governo divulgou um edital para estudos de viabilidade da privatização do estádio
Nesta terça-feira, oito empresas manifestaram o interesse em exibirem uma proposta sobre a concessão do Maracanã. As duas empresas do empresário Eike Batista, EBX e IMX, e outras seis companhias comunicaram ao governo do Rio de Janeiro que vão realizar estudos para a privatização do estádio.
Neste mês foi publicado o documento para estudos de viabilidade da privatização do Maracanã e de todo seu complexo esportivo. O edital exige que as empresas ou pessoas físicas interessadas em administrar o Maracanã incluam em seu estudo um projeto de construção de um estacionamento com espaço para pelo menos 2.000 carros na área do complexo esportivo.
Além disso, o documento avisa que o governo não está obrigado a conceder a administração do Maracanã aos que entraram em acordo a realizar um estudo para a privatização. O documento também não traz uma previsão de data sobre quando o governo se manifestará sobre as propostas.
Mesmo a Traffic não aparecendo na lista das empresas interessadas na concessão do Maracanã, a empresa de marketing esportivo confirmou que está na disputa pelo estádio. De acordo com Marcelo Haegenbeek, diretor da Traffic Arenas, a empresa tem uma parceria que não pode ser revelada neste momento.
Veja lista das empresas interessadas na privatização do Maracanã:
- Arena do Brasil
- EBX Holding Ltda.
- BWA Administração de Arenas Ltda.
- IQS Engenharia Ltda.
- IMX Holding AS
- Consórcio formado pelas empresas Facility Central de Serviços Ltda., KB Participações Ltda. e FW Empreendimentos Imobiliários e Construções Ltda.
- Construtora Norberto Odebrecht Brasil S.A.
- Ambiente Integral Estudos e Projetos Ambientais Ltda.
Foto: eBand
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