Milton Neves

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27/07/2012 16:11

por:
Milton Neves

Últimas de julho. Por @miltonneves

Marcelo Lomba hoje é o melhor goleiro do Brasil. Não deixou o Bahia cair em 2011 e derrotou o Palmeiras quinta-feira em Barueri

Marcelo Lomba hoje é o melhor goleiro do Brasil.

Não deixou o Bahia cair em 2011 e derrotou o Palmeiras quinta-feira em Barueri.

Galo e Grêmio são hoje os dois melhores times de nosso país.

O Galo porque tem o Bernard, a maior revelação do futebol brasileiro em 2012, e o Grêmio porque repatriou Zé Roberto.

Zé Roberto é um caso estranho: nunca jogou mal na vida em qualquer time ou seleção e em TODOS os jogos.

Dorival Júnior e Seedorf “balançam” no Rio.

É claro que ainda é muito cedo, mas ambos não viram seus times marcar um gol sequer.

E Dorival estreou correndo, certo que a Lusa seria presa fácil.

Quebrou a cara.

E o Flaquíssimo só não perdeu porque Luis Ricardo não soube fazer gol facílimo ao final do jogo.

O Brasil anda vendo o pior São Paulo dos últimos tempos.

O time não tem garra, pegada, vontade e alma.

Juvenal Juvêncio é o homem a ser “abatido” e Ney Franco vai virando mesmo "Ney Fraco".

Mas fraco mesmo é o Santos.

Mesmo desfalcado, é inadmissível que um time que vinha ganhando notas de 7 a 9 há 2 anos passe de repente a valer só nota 2.

E só tomou só de 2 do Galo quinta-feira porque Roberto Braatz, o melhor bandeirinha do mundo, foi o beque santista a evitar mais três gols do time de Bernard.

E o atleta de Arco e Flecha da Coréia do Sul que acerta todas e tudo mesmo enxergando só 10% de um olho e 20% do outro?

Que Mano Menezes consulte urgentemente o oftalmologista dele lá em Seul.

Assim, enxergará que o goleiro Neto é ruim e não tem nem panca, que Sandro é um Felipe Melo mais alto e que Juan é duro feito pau e muito fraco, além de torto.

Zagueiro de área canhoto só de Passarela para cima.

E por que diabos Mano Menezes após os dois primeiros gols do Brasil diante do Egito espalmou as duas mãos pedindo calma aos seus jogadores?

Ora, que usasse suas duas mãos para aplaudir e comemorar a vitória que se desenhava fácil.

Vibre, Mano!

Grite, pule, agite e sorria, Mano!

Estava mais para Oswaldo de Oliveira do que para qualquer técnico que consegue passar confiança para seus jovens comandados.

E pare de engessar Neymar.

Com tanta “orientação” para ele “se comportar”, não ser individualista ou criativo, o menino tende a virar comum.

Ou um Serginho Chulapa que transformaram em padre e freira em 1982 e deu no que deu.

Neymar lembra Garrincha, pô!

Deixa jogar, seja o que Deus quiser e pronto!

Imagem: @CowboySL


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