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Atacante colombiano não repetiu suas boas atuações contra o Atlético Tucumán

Atacante colombiano não repetiu suas boas atuações contra o Atlético Tucumán

O Palmeiras foi a Argentina nesta quarta-feira, 8, enfrentar o Atlético Tucumán, pela rodada de estreia da Copa Libertadores da América. A partida terminou empatada em 1 a 1, porém, o ponto garantido pela equipe brasileira teve um sabor pouco amargo.

Podemos dizer que não só a expulsão de Vitor Hugo atrapalhou uma possível vitória alviverde, mas sim e, principalmente, as chances claras que foram perdidas pelo ataque.

Após o susto do gol sofrido, Eduardo Baptista conseguiu enfim mostrar o seu poder de comando. Algo raro! Não digo que ele foi 100% perfeito, porque poderia ter organizado melhor seu time. Talvez por estar atuando fora de casa e sem o apoio da torcida tenha inibido suas vontades, mas o duelo era entre o sexto colado do falido Campeonato Argentino contra o atual campeão brasileiro.

Recompor o time defensivamente seria preciso, até por uma questão óbvia. Mas convenhamos, por que logo de cara? Poderia deixar correr alguns minutos para ver a postura dos que ali ficaram. Enfim, foi a decisão tomada. Entretanto, era para o time avançar e não permanecer na tática inicial. Cautela em exagero, às vezes atrapalha.

Mesmo com um jogador a menos e atrás no placar, a determinação de Baptista surtiu efeito. Naquelas, do jeito dele. Assim, Keno deixou tudo igual.

Todavia, não coloco o desmerecido empate na conta do treinador palmeirense. Apesar de eu crer que ele poderia ter sido ousado, aponto Borja como o culpado do Palmeiras ter evitado vencer. Ou você ainda duvida?

Como disse, o ataque pecou em excesso. Borja desperdiçou três oportunidades que são imperdoáveis. Isso sem mencionar a péssima noite e falta de sorte. E ele, que veio a peso de ouro, precisa mais do que justificar os valores investidos. Precisa reverter até os lances impossíveis.

Cedo demais para cobrar? As cifras investidas na sensação colombiana, impacientes, clamam por gols.

E balançar as redes no Paulistão deve ser tratado como gorjeta por um futebol tão caro.

Por isso, torcedor, olho no Borja!

Seria um desastre uma provável queda de rendimento justo agora, não é mesmo?

Vai saber se o Atlético Nacional não previu isso...

Pois, eu acho estranho a pressa com que os colombianos quiseram vendê-lo. E você, não?

Foto: Reprodução

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SOBRE O COLUNISTA

Apaixonado por programas esportivos de rádio e televisão, desde a infância é frequentador desses meios de comunicação. Formou-se em jornalismo e logo em seguida pós-graduou em Comunicação Jornalística, pois visava trabalhar com esportes. Mais tarde, concluiu o MBA de Master em Gerência e Administração para entender o mundo dos negócios.

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