• O árbitro exagerou nos acréscimos do jogo do Palmeiras?

    - Por Túlio Nassif / há 12 dias ½

    O Palmeiras venceu o Peñarol por 3 a 2 na última quarta-feira, 12, pela terceira rodada da fase de classificação da Copa Libertadores da América. E mesmo atuando em seu estádio, no Allianz Parque, o Verdão sofreu para derrotar o rival uruguaio. O árbitro equatoriano Roddy Zambrano não estava em um bom dia e em alguns momentos do confronto acabou prejudicando ambas as equipes.

    A partida foi paralisada inúmeras vezes e o juiz se perdeu em lances considerados fáceis. No entanto, o jogo caminhava com um injusto empate, devido as boas oportunidades desperdiçadas pelo Alviverde.

    Foi então que, nos minutos finais, Zambrano deu cinco minutos de acréscimos e logo em seguida, após discussão em uma falta e longa paralisação, somou mais quatro minutos, totalizando nove.

    E aos 54 minutos, o time brasileiro conseguiu o terceiro gol. Além da vitória, o Palmeiras deixou o gramado na liderança do Grupo 5. Isso gerou muita polêmica e ainda divide opiniões.

    Mas e você, o que acha?

    O duelo se repete na próxima rodada, no dia 26 de abril, mas na casa do Peñarol, no estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu.

     

     

    Foto: Reprodução/Conmebol

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  • O Audax caiu! E quem é o maior responsável pela campanha 2017?

    - Por Túlio Nassif / há 26 dias ½

    A noite desta quarta-feira, 29, foi marcada pela última rodada do Campeonato Paulista. Ao seu final, estariam definidos os confrontos para a próxima fase e também as equipes rebaixadas. Corinthians x Botafogo, São Paulo x Linense, Palmeiras x Novorizontino e Santos x Ponte Preta disputarão as quartas de final. Enquanto que, São Bernardo e Audax Osasco a Série A2 do torneio no ano que vem.

    Pode parecer estranho, mas é isso mesmo. O Audax fez somente nove pontos, a pior campanha e por isso, o descenso. No entanto, o que incomoda, é o fato do time osasquense ser o vice-campeão de 2016 e dono de uma grande administração no ano em questão, tendo revelado bons nomes para o futebol.

    Todavia, o sucesso não se repetiu em 2017 e nada funcionou bem para o clube. Neste momento, vários fatores aparecem aos que buscam uma boa explicação para tamanho declínio.

    A jovem torcida, ainda em ascensão, não se conforma do time ter se integrado ao Oeste para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. O que os dirigentes ainda não perceberam, é a vontade desses torcedores em ver o Audax atuando, no mínimo, na segunda divisão, tendo em vista que Barueri, cidade vizinha e que detém a maior rivalidade com Osasco, já ter em 2009 e 2010 um representante na Série A do Brasileirão e uma aparição na Copa Sul-Americana de 2010.

    Talvez o vexame no Paulistão pudesse ser evitado, se o clube observasse a briga do Oeste para não cair à Série C no ano passado. Ou mais, ter percebido que o time montado para a disputa da Série D, em 2016, ser uma vergonha. Nas seis partidas, apenas quatro pontos, os quais foram conquistados com quatro empates. Ou seja, o Audax deixou a competição sem conquistar nenhuma vitória e o mais decepcionante, marcou apenas um gol.

    Este rebaixamento pode colocar fim a diversos sonhos e crescimento da cidade, que anseia sempre por dias de glórias, como no 4 a 1 sobre o São Paulo ou no 3 a 0 sobre o Ituano. Porque os outros 10 duelos foram catastróficos, dentro e fora de casa. Nem o empate em 2 a 2 com o Palmeiras foi tão bom assim, porque os gols sofridos foram duas piadas que provaram a realidade da equipe.

    Aliás, a goleada sobre o Tricolor Paulista, há de se lembrar, aconteceu justo na Arena Barueri com um público baixíssimo, devido ao alto preço cobrado pelos ingressos. Na época, isso foi uma grande festa, quem é que não se lembra? Mas e agora, quanto será o preço da entrada na Série A2?

    Enfim, se você é daqueles que gostam de eleger um culpado, deixe o seu voto.

     

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    Imagem: Túlio Nassif/Portal TT

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  • Quem é o verdadeiro responsável pela boa fase de Paulinho: Tite ou Felipão?

    - Por Túlio Nassif / há 27 dias ½

    Desde a chagada de Tite à Seleção, o time vem conseguindo resultados importantes e uma nova realidade do futebol brasileiro já é aceita pela maioria dos torcedores. Nas duas últimas rodadas das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 na Rússia, o Brasil repetiu seus impecáveis duelos, tendo confirmado ontem, 28, a sonhada classificação.

    E quem esperava por um show de Neymar, Philippe Coutinho, Firmino ou algum outro craque mais badalado do time, não se decepcionou. Porém, quem acabou roubando a cena de fato, foi Paulinho.

    O meio-campista, remanescente da equipe dos 7 a 1 e inclusive muito criticado, deu a volta por cima com grandes atuações. Ele fez três gols na vitória por 4 a 1 sobre o Uruguai e duas assistências no 3 a 0 sobre o Paraguai.

    A boa fase não é somente pelo Brasil, Paulinho tem feito boas partidas sob o comando de Luis Felipe Scolari, pelo Guangzhou Evergrande, da China.

    Mas para você, torcedor, quem é o verdadeiro responsável pela boa fase de Paulinho? Tite, que tem nele confiança desde a época de Corinthians e aposta em seu trabalho, ou Felipão, que não abre mão do jogador? Vote!

     

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    Imagem: Túlio Nassif/Portal TT

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  • Vaciladas e falhas do time entregam deficiência de Ceni como técnico

    - Por Túlio Nassif / há 29 dias ½

    O São Paulo recebeu o Corinthians neste domingo, 26, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. O jogo terminou com empatado em 1 a 1, resultado que frustrou o ótimo público que compareceu ao Morumbi. É que a torcida, no caso única, foi em peso para empurrar o Tricolor a mais uma vitória, que se concretizada, daria a classificação aos donos da casa. Esta, garantida somente após a derrota do Red Bull.

    Com muitos problemas defensivos, o time são-paulino estava superando todas as más expectativas. A contestada defesa controlava todas as ações do rival, enquanto que o ataque esbarrava na forte marcação alvinegra.

    E a situação não poderia ser melhor após o placar inaugurado, tendo em vista o gol nascer de um zagueiro. O São Paulo até animou, adiantou a marcação, se lançou ao ataque e pressionou mais. No entanto, novamente houve uma falha e o gosto amargo de levar um empate foi sentido pelos torcedores.

    Para muitos, a explicação do fato se deve pela ausência de duas importantes peças no elenco, Cueva e Pratto, ambos servindo suas seleções. Mas convenhamos, o Corinthians também estava desfalcado. Então nada justifica a falta de eficiência tricolor, que poderia ter matado o jogo.

    Não feito isso, sofreu com as poucas investidas corintianas e, no final, merecia na verdade era uma virada por praticar uma partida desleal. Se Wellington Nem fosse expulso no primeiro lance, na qual tomou somente cartão amarelo, o desfecho poderia ser diferente.

    Contudo, a questão que mais martela e incomoda o torcedor, é a condição de Rogério Ceni como treinador. Ninguém fala nada, mas é evidente a insatisfação. Eu sei que o são-paulino é exigente e muitas vezes cobra sem razão, porém, a visão que eles têm do ex-goleiro como ídolo máster, tapa todas as imperfeições que a equipe construída por ele possui.

    Estaria Ceni realmente preparado para ser técnico do Tricolor? A resposta está clara e a medida que o tempo passa ela fica mais evidente, basta saber o quanto é vai durar a paciência da torcida, que aguarda ansiosa por dias de glória do M1TO atuando do banco de reservas. Pois, já são cinco partidas sem vitória e o futebol cobra resultados.

    Foto: UOL

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  • "Neymardependência" é coisa do passado, a moda agora é, golear uruguaio!

    - Por Túlio Nassif / há 1 mes

    Que jogo foi esse, hein?

    Confesso que antes da bola rolar eu estava bastante confiante e cheguei até apostar um bom resultado a favor do Brasil sobre o Uruguai.

    E não é que foi muito melhor do que eu imaginava?

    Na verdade, acredito que até para o mais otimista torcedor.

    Porque, convenhamos, nem a falha brasileira no início da partida apagou a atuação canarinho.

    Mesmo atrás no placar, teve maturidade suficiente para empatar o duelo no momento mais propício.

    Sem mencionar a frieza e maturidade da nossa nova Seleção.

    Sim, nova, porque até pouco tempo vivíamos sobre a sombra do inesquecível 7 a 1.

    Ainda bem que os jogadores compraram a ideia de Tite.

    O Brasil precisava disso!

    Unidos somos muito mais fortes, pois um talento agregado ao outro, até agora, nos tornou imbatíveis.

    E arrisco a dizer que a “Neymardepêndencia” é algo do passado, pertencente a uma equipe que havia perdido suas cores, os amores e o respeito.

    Hoje, Neymar é tudo aquilo que sempre sonhamos, o diferencial.

    Então, caso ele não esteja em campo, ainda há muita qualidade e isso gera confiança suficiente aos torcedores.

    Óbvio que o “camisa 10” brasileiro é fundamental, assim como é para qualquer time.

    Mas é muito bom saber que o Brasil tem jogadores que estão aptos a suprir sua ausência.

    Estar preparado para o mais temido adversário, seja ele qual for, com ou sem Neymar, é um luxo. E do jeito que andam as coisas pelo mundo, qual seleção tem isso?

    A Argentina por exemplo, se já está feia a situação com Messi, imaginem se ele não jogar...

    E Portugal, sem o Cristiano Ronaldo?

    Já vimos como foi a final da Eurocopa. E os portugueses só foram campeões sobre os franceses, pois tinham a sorte vestindo as cores lusitanas. Justiça seja feita, a França merecia mais.

    Enfim, a explicação para essa fase espetacular não está somente sobre os ombros de Tite ou na cumplicidade dos jogadores para com ele.

    Possuem parcela extremamente grande, sim!

    Contudo, tomamos vergonha na cara e passamos a acreditar que o futebol nunca nos abandonou.

    Apenas “brigamos” com ele, ao ser um filho ingrato.

    E agora, feito as pazes, quem vai segura?

    Porque o campeão voltou!

    Foto: UOL

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SOBRE O COLUNISTA

Apaixonado por programas esportivos de rádio e televisão, desde a infância é frequentador desses meios de comunicação. Formou-se em jornalismo e logo em seguida pós-graduou em Comunicação Jornalística, pois visava trabalhar com esportes. Mais tarde, concluiu o MBA de Master em Gerência e Administração para entender o mundo dos negócios.