• Não foi acidente, Tirone. Por @TufanoSilva

    - Por Thiago Tufano Silva / há 5 anos
    "Fizemos de tudo. O que posso pedir para a torcida, como presidente, é desculpa pelo acidente?.
    A frase acima é de Arnaldo Tirone, dita em entrevista coletiva realizada na última terça-feira, 4, na qual o portal Terceiro Tempo foi representado pela repórter Danielle Nhoque (acesse aqui e leia a matéria completa).
    Mas, Tirone, sinceramente, você é quem vai me desculpar.
    Sugerir que a queda do Palmeiras foi um acidente é desafiar a inteligência do torcedor.
    Foi pura incompetência, isso sim.
    O fato é que, desta vez, o mandatário palmeirense põe a culpa no acaso por não poder alegar nem falta de dinheiro.
    Afinal, no ano de 2012, o Palmeiras contou com a quinta maior folha salarial do futebol brasileiro, ficando atrás apenas do Fluminense, do Grêmio, do São Paulo e do Inter.
    Para ser ter uma idéia, o Verdão pagou aos seus atletas por mês aproximadamente R$ 5 milhões a mais do que a Ponte Preta, que não foi rebaixada para a Série B.
    Por isso, repito: acidente, Tirone?
    Será que ainda demora muito para que os dirigentes palmeirenses percebam que não entendem do assunto e coloquem o futebol na mão de gente competente?
    A péssima fase do time, que vem desde a década de 80 ? com hiatos durante as parcerias feitas pelo clube ?, já não prova o suficiente?
    Enquanto isso não ocorrer, palmeirenses, apertem bem seus cintos.
    Pois muitos "acidentes?, como o deste ano, ainda devem acontecer.
    E eu, que até hoje, pensava que o que já era previsto não se tratava de um acidente.
    Quanta ingenuidade de minha parte...
    Em tempo, o título desde texto faz uma alusão à interessante campanha "Não Foi Acidente?, que você conhece acessando o seguinte link http://naofoiacidente.org/blog/
     
    Foto: eBand
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  • Não foi acidente, Tirone

    - Por Thiago Tufano Silva / há 5 anos
    "Fizemos de tudo. O que posso pedir para a torcida, como presidente, é desculpa pelo acidente?.
    A frase acima é de Arnaldo Tirone, dita em entrevista coletiva realizada na última terça-feira, 4, na qual o portal Terceiro Tempo foi representado pela repórter Danielle Nhoque (acesse aqui e leia a matéria completa).
    Mas, Tirone, sinceramente, você é quem vai me desculpar.
    Sugerir que a queda do Palmeiras foi um acidente é desafiar a inteligência do torcedor.
    Foi pura incompetência, isso sim.
    O fato é que, desta vez, o mandatário palmeirense põe a culpa no acaso por não poder alegar nem falta de dinheiro.
    Afinal, no ano de 2012, o Palmeiras contou com a quinta maior folha salarial do futebol brasileiro, ficando atrás apenas do Fluminense, do Grêmio, do São Paulo e do Inter.
    Para ser ter uma idéia, o Verdão pagou aos seus atletas por mês aproximadamente R$ 5 milhões a mais do que a Ponte Preta, que não foi rebaixada para a Série B.
    Por isso, repito: acidente, Tirone?
    Será que ainda demora muito para que os dirigentes palmeirenses percebam que não entendem do assunto e coloquem o futebol na mão de gente competente?
    A péssima fase do time, que vem desde a década de 80 ? com hiatos durante as parcerias feitas pelo clube ?, já não prova o suficiente?
    Enquanto isso não ocorrer, palmeirenses, apertem bem seus cintos.
    Pois muitos "acidentes?, como o deste ano, ainda devem acontecer.
    E eu, que até hoje, pensava que o que já era previsto não se tratava de um acidente.
    Quanta ingenuidade de minha parte...
    Em tempo, o título desde texto faz uma alusão à interessante campanha "Não Foi Acidente?, que você conhece acessando o seguinte link http://naofoiacidente.org/blog/
     
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  • Guardiola na seleção? Improvável! Por @tufanosilva

    - Por Thiago Tufano Silva / há 5 anos

    Colocar Felipão, Tite, Muricy ou Abel no lugar de Mano seria trocar seis por meia dúzia. Claro. Concordo com boa parte da torcida brasileira que defende esta tese.

    Assim como concordo que o único que poderia REMEDIAR a situação da nossa seleção seria Pep Guardiola, que dispensa qualquer tipo de apresentação.

    No entanto, lamento diminuir a ilusão dos nobres amigos que acabaram de comprar o Lance!  de hoje (24) e leram que Guardiola aceitaria assumir o escrete canarinho "amanhã?: mas acho muito improvável que o espanhol seja contratado.

    Afinal, José Maria Marin, de 80 anos, que é quem comanda a CBF hoje, apesar de usar óculos supermodernos, é um dos mais conservadores políticos paulistas ? pró-ditadura, inclusive - ainda vivos e exercendo algum tipo de atividade.

    Portanto, é no mínimo utópico imaginar que Marin chamaria para comandar a sua seleção um treinador de apenas 41 anos, CATALÃO, de extrema personalidade e que não aceitaria interferências em seu trabalho.

    O mandatário da CBF só o contrataria se fosse para fazer média com a torcida brasileira, caso ocorresse grande comoção nacional para que o treinador viesse.

    Mesmo assim, ainda acredito que José Maria Marin fará o óbvio: preferirá ser político com os dirigentes-dinossauros que o cercam e escolherá um nome de confiança ? ou de fácil manipulação, como preferirem ? de todos.

    Afinal, dá para se esperar algum tipo de revolução ? extremamente necessária - no nosso futebol enquanto tivermos na presidência da CBF um senhor de 80 anos com ideias futebolísticas e políticas da metade do século XX?

    Com extremo desânimo, respondo: impossível.

    Fale com o colunista: tufano@terceirotempo.com.br / @tufanosilva
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  • Guardiola na seleção? Improvável! Por @tufanosilva

    - Por Thiago Tufano Silva / há 5 anos

    Colocar Felipão, Tite, Muricy ou Abel no lugar de Mano seria trocar seis por meia dúzia. Claro. Concordo com boa parte da torcida brasileira que defende esta tese.

    Assim como concordo que o único que poderia REMEDIAR a situação da nossa seleção seria Pep Guardiola, que dispensa qualquer tipo de apresentação.

    No entanto, lamento diminuir a ilusão dos nobres amigos que acabaram de comprar o Lance!  de hoje (24) e leram que Guardiola aceitaria assumir o escrete canarinho "amanhã?: mas acho muito improvável que o espanhol seja contratado.

    Afinal, José Maria Marin, de 80 anos, que é quem comanda a CBF hoje, apesar de usar óculos supermodernos, é um dos mais conservadores políticos paulistas ? pró-ditadura, inclusive - ainda vivos e exercendo algum tipo de atividade.

    Portanto, é no mínimo utópico imaginar que Marin chamaria para comandar a sua seleção um treinador de apenas 41 anos, CATALÃO, de extrema personalidade e que não aceitaria interferências em seu trabalho.

    O mandatário da CBF só o contrataria se fosse para fazer média com a torcida brasileira, caso ocorresse grande comoção nacional para que o treinador viesse.

    Mesmo assim, ainda acredito que José Maria Marin fará o óbvio: preferirá ser político com os dirigentes-dinossauros que o cercam e escolherá um nome de confiança ? ou de fácil manipulação, como preferirem ? de todos.

    Afinal, dá para se esperar algum tipo de revolução ? extremamente necessária - no nosso futebol enquanto tivermos na presidência da CBF um senhor de 80 anos com ideias futebolísticas e políticas da metade do século XX?

    Com extremo desânimo, respondo: impossível.

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  • Recordar é viver: há sete anos, Corinthians aplicava a histórica goleada por 7 a 1 no Santos

    - Por Thiago Tufano Silva / há 5 anos
    Nem o mais otimista palpite do jornalista corintiano Chico Lang, que é dado em todo programa Gazeta Esportiva que antecede os jogos do Timão, poderia prever que o duelo entre Corinthians e Santos, válido pela 37ª rodada do Brasileirão de 2005, disputado no dia 6 de novembro daquele ano, no Pacaembu, teria um resultado tão assustador a favor da equipe da casa. Contanto com uma tarde inspirada de Carlitos Tevez, Nilmar e companhia, o Alvinegro do Parque São Jorge massacrou o da Vila Belmiro por 7 a 1, na segunda maior goleada da história do clássico.

    Até hoje, após exatamente sete anos da goleada, o fato é usado como álibi pelos torcedores corintianos em toda discussão futebolística com os santistas. Inclusive, a torcida do Timão confeccionou uma faixa com a frase "eterno 7 a 1?, que sempre é levada aos clássicos contra o Peixe.
    O jogo
    A partida começou agitada. Antes do primeiro minuto, o volante Rosinei aproveitou a falha de Halisson, tabelou com Tevez, e empurrou para as redes de Saulo. Sete minutos mais tarde, o Peixe esboçou uma reação. Ricardinho cobrou escanteio na cabeça de Geílson, que igualou o marcador no Pacaembu.
    Ao 19 minutos, mais uma falha de Halisson, que afastou mal a bola que sobrou para Rosinei. O volante corintiano acionou Carlitos Tevez, que marcou o segundo do Timão no duelo. E o argentino marcou também o terceiro tento corintiano, após receber na área do Peixe, girar e bater no canto esquerdo de Saulo.
    No início do segundo tempo, um dos fatos preponderantes para que a goleada se desenhasse aconteceu: o zagueiro Rogério, do Santos, fez dura falta em Tevez, recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo. A partir daí, só deu Timão no jogo. Logo em seguida, o "endiabrado? atacante argentino tabelou com Nilmar e marcou seu terceiro na partida, o quarto gol da equipe do Parque São Jorge.
    O quinto e o sexto foram marcados por Nilmar. Um após rebote do goleiro Saulo em chute de Carlos Alberto, outro depois de um cruzamento de Jô. E ainda restou tempo para Marcelo Mattos, de falta, dar números finais ao duelo: Corinthians 7 a 1.
    O torcedor santista até hoje não aceitou bem a humilhante derrota para o rival. Alguns juram de pés juntos que os atletas do Peixe "entregaram? o jogo para que Nelsinho Baptista, técnico do Santos na ocasião, fosse demitido.
    Ficha do Jogo
    6 de novembro de 2005

    CORINTHIANS 7 - Fábio Costa; Eduardo Ratinho, Wendel, Marinho e Hugo; Marcelo Mattos, Bruno Octávio (Wescley), Rosinei (Dinélson) e Carlos Alberto, Nilmar e Tevez (Jô). Técnico: Antônio Lopes
    SANTOS 1 ? Saulo; Paulo César, Halisson (Wendell), Rogério e Kléber; Fabinho (Mateus), Heleno, Giovanni e Ricardinho; Geílson e Luizão (Basílio). Técnico: Nelsinho Baptista.
    Gols - Rosinei, a 1, Geílson aos 8, Tevez aos 20 min e aos 36 minutos do primeiro tempo; Tevez aos 8, Nilmar aos 12 e aos 32 e Marcelo Mattos aos 45 minutos do segundo tempo
    Cartões amarelos - Carlos Alberto, Rosinei, Bruno Octávio, Wendell e Kléber
    Cartão vermelho - Rogério (SAN), aos 4 minutos do segundo tempo
    Público - 21.918 pagantes
    Renda - R$ 323.254,00
    Estádio - Pacaembu, em São Paulo (SP)

    Rádio Memória - Corinthians 7x1 Santos - (áudio 4ª gol) Tevez - Narração: Deva Pascovicci by RádioEsportivo3


    Veja as capas da O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo
    Créditos Acervo Estado de S.Paulo e Folha de S.Paul0, Arquivo Uol e Terra.






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SOBRE O COLUNISTA

É redator, repórter e colunista do Portal Terceiro Tempo desde janeiro de 2010.