• Memória: o antes e depois de grandes goleiros da história do Timão

    - Por Thiago Tufano Silva / há 4 anos
    CLIQUE SOBRE OS NOMES EM NEGRITO PARA CONHECER A HISTÓRIA DE  CADA ATLETA
    Gylmar dos Santos Neves, o maior goleiro da história do aniversariante Corinthians


    O arqueiro Aldo defendeu o Alvinegro em 96 oportunidades, de 1957 a 1963

    Cabeção permaneceu no Parque São Jorge por aproximadamente 17 anos


    Marcial defendeu a meta corintiana entre as temporadas de 1965 e 1967

    Entre 1968 e 1970, Lula fez 59 jogos com a camisa do Timão e sofreu 60 gols


    Vindo do Londrina-PR, Ado foi o camisa 1 do Corinthians de 1969 a 1974

    Armando Colonezzi defendeu o Alvinegro por três temporadas, de 1971 a 1974

    Em 1975, o goleiro Sérgio Valentim trocou o Morumbi pelo Parque São Jorge

    O corintianíssimo Solito chegou ao Timão em 1975 e deixou o clube em 1986

    Arqueiro do fim do jejum, Tobias esteve no Corinthians por três temporadas


    Revelado pelo próprio clube em 1971, Rafael retornou ao Parque São Jorge em 1981


    No Timão de 1988 a 1998, Ronaldo Giovanelli marcou época na meta alvinegra
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  • Memória: 40 anos da final do Paulista-1973

    - Por Thiago Tufano Silva / há 4 anos
    CLIQUE NOS NOMES EM NEGRITO PARA CONHECER A HISTÓRIA DE CADA JOGADOR NA SEÇÃO "QUE FIM LEVOU?"

    40 anos do Paulista de 1973, que foi dividido entre Santos e Portuguesa. Acima, Basílio, da Lusa

    Wilsinho, que também defendeu o Corinthians, hoje trabalha como treinador

    O ex-volante Badeco mora em São Paulo e cuida da Cooperativa Craques de Sempre

    Radicado na capital paulista, Cardosinho atua em eventos esportivos e comerciais


    Xaxá reside nos Estados Unidos, onde é professor de futebol para jovens de até 18 anos


    O ex-atacante Nenê Belarmino tem residência fixa em Santos-SP e trabalha como treinador

    Marçal, ex-zagueiro, é outro que segue morando na cidade da equipe alvinegra

    Bianqui, que também defendeu Sport, Cruzeiro e Atlético-PR, está aposentado


    Grande ídolo do futebol paraense, Manuel Maria é empresário de jogadores

    O inesquecível Clodoaldo tem hoje uma corretora de imóveis em Santos-SP
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  • Micos & Carrascos: Cláudio Caniggia e os três toques que puseram fim ao sonho do tetra na Copa de 90

    - Por Thiago Tufano Silva / há 4 anos
    Clique aqui e conheça a história de Claudio Caniggia na seção "Que Fim Levou?"
    Em maio de 1990, Fernando Collor de Mello, que havia sido escolhido poucos meses antes como presidente do Brasil após 29 anos sem eleições diretas, inspirava muito mais a confiança da população do que a seleção brasileira que embarcava para a Copa da Itália. Mesmo com a conquista da Copa América no ano anterior, a equipe comandada por Sebastião Lazaroni, primeiro treinador da "Era Ricardo Teixeira?, era vista pelos críticos como burocrática, que praticava um futebol que prezava muito mais pela força do que pela técnica.
    Entretanto, o torcedor, que antes do torneio dava de ombros para o time de Lazaroni, passou a vê-lo com bons olhos após a classificação para a segunda fase do Mundial, conquistada com 100% de aproveitamento. As vitórias sobre a Suécia, a Costa Rica e a Escócia não foram arrasadoras. Todas elas com a diferença de um gol no placar (2 a 1, 1 a 0 e 1 a 0, respectivamente). Mas, garantiram assim, o primeiro lugar com folgas no Grupo C.
    O grande azar da equipe canarinha foi que a Argentina, então atual campeã do mundo, se classificou para a fase de oitavas-de-final como uma das melhores terceiras colocadas da primeira fase. Isso se deu após um início preocupante de Copa: uma derrota para Camarões (2 a 0), uma vitória sobre a União Soviética (2 a 0) e um empate com a Romênia (1 a 1).
    O final da história, claro, todos conhecemos. O Brasil, mesmo jogando melhor e criando inúmeras chances de gols ? algumas, inclusive, bateram na trave -, acabou derrotado pela Argentina por 1 a 0. E, claro, em um primeiro momento, o principal candidato a vilão brasileiro não poderia deixar de ser Diego Armando Maradona. Afinal, foi ele quem, além de ter feito quase toda a linda jogada do gol, ofertou água com sonífero ao lateral Branco, um dos principais jogadores da equipe brasileira, fato confirmado pelo próprio argentino.
    Porém, quem se esquecerá desta narração?
    "Enfiou para Caniggia, fez a finta em Taffarel, bateu... E é o gol da Argentina! O Caniggia na cara do gol. O Caniggia dribla o Taffarel e bota a bola lá dentro?. Foi assim que descreveu-lamentou o locutor Galvão Bueno o tento anotado pelo atacante argentino Claudio Caniggia, que pôs fim ao sonho da seleção brasileira de conquistar o tetra na Copa da Itália.
    Assim como todo o sistema ofensivo argentino, no duelo válido pelas oitavas-de-final da Copa do Mundo de 1990, diante do Brasil,Caniggia tinha passado praticamente o jogo todo sem tocar na bola. E precisou apenas de três toques, após jogada e passe geniais de Maradona, para dar, aos 35 minutos do segundo tempo, o tiro de misericórdia no time brasileiro.
    Naquele mesmo Mundial, Cannigia foi decisivo para a Argentina também na partida contra a anfitriã Itália. Foi dele o gol que levou o duelo, válido pelas semifinais, para os pênaltis, que determinaram a vitória argentina. No entanto, na decisão, contra a Alemanha de Klinsmann, Matthäus e Völler, os sul-americanos foram derrotados por 1 a 0. Gol marcado por Brehme, de pênalti.
    A carreira de Caniggia
    Ótimo finalizador e dono de uma velocidade impressionante, Claudio Caniggia era desses atacantes que não precisam de muitos toques, de muito espaço ou de muitas oportunidades para decidir um jogo. Infernizava durante os 90 minutos as defesas adversárias, que não podiam tirar os olhos dele. Mas, para o goleador, um segundo de desatenção já era o suficiente.
    Revelado pelo River Plate-ARG em 1985 e negociado com o Verona-ITA em 1988, El Pájaro (ou Filho do Vento, em português) era, na Copa de 1990, atleta do Atalanta-ITA. Em 1992, foi contratado pela equipe da Roma, permanecendo na capital italiana até o ano de 1994.
    Após uma fugaz passagem pelo Benfica, Caniggia retornou ao futebol argentino. Desta vez, para defender o Boca Juniors, maior rival do clube que o revelou. O atacante acabou se tornando um dos maiores ídolos da equipe xeneize, e conquistou por lá o torneio Apertura de 1998.
    Deixou a Argentina novamente, mas, desta vez, para não obter grande sucesso. Teve breves passagens por Atalanta (pela segunda vez), Dundee, Glasgow Rangers, Qatar SC e Wembley FC. Este último, em 2012, quando Caniggia, aos 45 anos, aceitou participar do projeto da equipe da nona divisão inglesa, que visava fazer bonito na Copa da Inglaterra.
    Em meados dos anos 90, quando ainda defendia a Roma, o goleador passou por um dos piores momentos de sua carreira. Após ser flagrado no exame antidoping, Caniggia confessou ter consumido cocaína e maconha. O fato, por pouco, não comprometeu a sequência da carreira do argentino.
    O goleador defendeu a sua seleção de 1989 a 2002. Atuou em 50 partidas, marcando 16 gols. Caniggia disputou três Copas: a de 1990 (na Itália), a de 1994 (nos Estados Unidos) e a de 2002 (na Coréia do Sul e no Japão). Nesta última, no entanto, não chegou a entrar em campo.
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  • E se os erros de Amarilla fossem pró-Corinthians? Por @TufanoSilva

    - Por Thiago Tufano Silva / há 4 anos
    "Pô, você queria o quê? Os caras jogaram com 12?. "Nem precisa falar comigo, o juiz decidiu o jogo?. "Você ainda tem coragem de zoar comigo depois daquela vergonha de ontem??.
    É completamente compreensível os argumentos dos corintianos para justificar a eliminação de seu time da Libertadores. Afinal, o em péssima fase e forma física Carlos Amarilla realmente influenciou ? e muito ? no resultado da partida entre o Alvinegro e o Boca Juniors, no Pacaembu.
    Mas, sempre defendo que o erro da arbitragem faz parte do jogo, assim como uma falha de um goleiro, de um centroavante ou de um técnico. Me recuso a crer que algum árbitro vá apitar uma partida com a intenção de beneficiar time A ou time B. Se um dia desconfiar que exista uma máfia que favoreça alguma equipe, desisto para sempre do esporte bretão.
    Jogar toda a responsabilidade nas costas de Amarilla é esquecer, além do merecimento deste limitado Boca Juniors, que cumpriu muito bem o seu papel, a soberba e a má vontade do Corinthians na Argentina e no primeiro tempo do Pacaembu.
    No entanto, para a reflexão: apenas imaginem se todos os erros de Amarilla fossem pró-Corinthians. Aposto que, agora, a avenida Paulista já estaria fechada com os mais revoltados torcedores de outros clubes protestando com seus cartazes contra o esquema CBF-LULA-TEIXEIRA-ANDRÉS-OBAMA-RUY REY-GLOBO-TUPI-FIELZÃO.
    Enfim...
    Agora, já vislumbrando o Brasileirão, não é absurdo pensar que os recém-eliminados da Libertadores Corinthians e São Paulo irão disputar cabeça a cabeça o título do campeonato. Afinal, dos fortes elencos formados há um considerável tempo ? fator determinante para ir longe em uma disputa por pontos corridos ? o Timão e o Tricolor são os que terão a possibilidade de levar a sério a competição desde o seu início.
    Foto: Reprodução/UOL
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  • E se os erros de Amarilla fossem pró-Corinthians?

    - Por Thiago Tufano Silva / há 4 anos
    "Pô, você queria o quê? Os caras jogaram com 12?. "Nem precisa falar comigo, o juiz decidiu o jogo?. "Você ainda tem coragem de zoar comigo depois daquela vergonha de ontem??.
    É completamente compreensível os argumentos dos corintianos para justificar a eliminação de seu time da Libertadores. Afinal, o em péssima fase e forma física Carlos Amarilla realmente influenciou ? e muito ? no resultado da partida entre o Alvinegro e o Boca Juniors, no Pacaembu.
    Mas, sempre defendo que o erro da arbitragem faz parte do jogo, assim como uma falha de um goleiro, de um centroavante ou de um técnico. Me recuso a crer que algum árbitro vá apitar uma partida com a intenção de beneficiar time A ou time B. Se um dia desconfiar que exista uma máfia que favoreça alguma equipe, desisto para sempre do esporte bretão.
    Jogar toda a responsabilidade nas costas de Amarilla é esquecer, além do merecimento deste limitado Boca Juniors, que cumpriu muito bem o seu papel, a soberba e a má vontade do Corinthians na Argentina e no primeiro tempo do Pacaembu.
    No entanto, para a reflexão: apenas imaginem se todos os erros de Amarilla fossem pró-Corinthians. Aposto que, agora, a avenida Paulista já estaria fechada com os mais revoltados torcedores de outros clubes protestando com seus cartazes contra o esquema CBF-LULA-TEIXEIRA-ANDRÉS-OBAMA-RUY REY-GLOBO-TUPI-FIELZÃO.
    Enfim...
    Agora, já vislumbrando o Brasileirão, não é absurdo pensar que os recém-eliminados da Libertadores Corinthians e São Paulo irão disputar cabeça a cabeça o título do campeonato. Afinal, dos fortes elencos formados há um considerável tempo ? fator determinante para ir longe em uma disputa por pontos corridos ? o Timão e o Tricolor são os que terão a possibilidade de levar a sério a competição desde o seu início.

    Foto: Reprodução/UOL
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SOBRE O COLUNISTA

É redator, repórter e colunista do Portal Terceiro Tempo desde janeiro de 2010.