• Palhinha relembra 1° título mundial do São Paulo, conquistado há exatos 24 anos

    - Por Roberto Gozzi / há 3 meses

    Há exatos 24 anos, no dia 12 de dezembro de 1992, o São Paulo vencia o Barcelona por 2 x 1 (de virada) e conquistava seu 1° título mundial.

    Um dos craques daquela geração do São Paulo, Palhinha nos concedeu uma entrevista exclusiva para relembrar aquele momento de glória.

    Terceiro Tempo: O que você lembra daquela decisão?

    Palhinha: Lembro que já saímos do Brasil convictos que poderíamos realmente vencer o Barcelona. Tínhamos um grande time.

    Terceiro Tempo: O que o Telê falou para vocês antes do jogo final?

    Palhinha: Que era a hora de fecharmos o nosso ano como os melhores do mundo e que só dependia de nós. Ele acreditava no grupo.

    Terceiro Tempo: O São Paulo já estava consagrado, quase venceu o Brasileirão de 1990, levou o de1991 e já havia conquistado a América em 1992, quer dizer, vocês não chegaram totalmente como azarões no Mundial. A confiança era grande ou o que viesse era lucro?

    Palhinha: Não tínhamos problemas em jogar contra ninguém, era um time preparado para qualquer situação. Sabíamos que venceríamos pela qualidade do grupo que tínhamos.

    Terceiro Tempo: Quando o Stoichkov abriu o placar, vocês temeram perder o título?

    Palhinha: Na verdade não, tanto é que se você perceber, ninguém ficou desesperado depois do gol, mas foi aí que passamos a jogar mais. O gol nos motivou ainda mais.

    Terceiro Tempo: Como foi a receptividade da torcida no Japão e aqui em São Paulo?

    Palhinha: No Japão foi demais, de todas as formas. E na nossa volta foi melhor ainda, não tenho palavras para dizer o que foi aquilo tudo. A torcida nos abraçou.

    Ficha técnica do jogo:

    São Paulo 2 x 1 Barcelona

    Data: 13/12/92

    Local: Estádio Nacional de Tóquio

    Árbitro: Juan Carlos Lostau (ARG)

    Público: 60 mil pagantes

    São Paulo: Zetti, Vitor, Adilson, Ronaldão e Ronaldo Luis; Toninho Cerezo (Dinho), Pintado e Raí; Cafu, Palhinha e Muller.

    Técnico: Telê Santana

    Barcelona: Zubizarreta, Ferrer, Koeman, Guardiola e Euzébio; Bakero (Goicoechéa), Amor, Witschge e Beguiristiain (Nadal); Stoichkov e Laudrup.

    Técnico: Johann Cruyff

    Gols: Stoichkov aos 11min do primeiro tempo e Raí aos 27min do primeiro e aos 34 minutos do segundo tempo.

    Foto: reprodução

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • Falando Muito: Na última rodada do Brasileirão, o Vitória bate o Palmeiras e o Atlético-PR vence o Flamengo; já Corinthians e Inter... Confira

    - Por Roberto Gozzi / há 3 meses

    Na última rodada do Brasileirão, o campeonato nacional mais disputado do mundo, o Vitória bate o Palmeiras e se livra do rebaixamento, o Atlético-PR vence o Flamengo e carimba sua vaga na Libertadores; Já Corinthians e Inter...Confira!

    Para estes duelos, analisamos os jogadores e técnicos de ambas as equipes.

    Quem leva a melhor?

    Veja as análises dos nove jogos da rodada e opine!

    Com vídeos curtos, dinâmicos e opinativos, o Falando Muito vai ao ar toda semana no portal Terceiro Tempo.

    Confira:

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • Há um ano morria Juvenal Juvêncio, o cartola mais vencedor da história do São Paulo

    - Por Roberto Gozzi / há 3 meses

    Polêmico, irreverente, bem-humorado, "malandro", e acima de tudo torcedor, esse foi Juvenal Juvêncio, o cartola mais vencedor da história do São Paulo.

    Hoje, dia 9 de dezembro, faz um ano que Juju nos deixou.

    Juvenal prestou serviços ao São Paulo por mais de 30 anos. Tudo começou em 1984, quando assumiu o cargo de diretor de futebol.

    Em seguida, Juvenal assumiu a presidência do clube, onde ficou entre 1988 e 1990, e foi responsável pela montagem daquela equipe que venceu tudo; foram duas Libertadores, dois Mundiais, um Campeonato Brasileiro, dois títulos estaduais entre outros.

    Em 2003 Juvenal voltou oficialmente ao clube, desta vez como diretor de futebol e ficou até 2006, quando reassumiu a presidência.

    Juju, novamente, montou o time campeão da Libertadores, do Mundial, do Tricampeonato Brasileiro consecutivo e da copa Sul-Americana.

    Polêmico, Juvenal teve atritos com dirigentes de clubes rivais ao São Paulo, muitas vezes agindo como torcedor ao defender o Tricolor.

    Mesmo dias antes de morrer e já debilitado pelo câncer de próstata, motivo de sua morte, Juvenal trabalhava para defender o São Paulo.

    Juvenal errou e acertou muitas vezes, mas sempre trabalhou para o defender seu clube de coração.

    Clique aqui, leia a história do Juju na seção “Que Fim Levou?” e veja fotos incríveis de sua carreira e vida pessoal

    Foto: VIPCOMM

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • Vem aí a rodada mais triste do futebol mundial

    - Por Roberto Gozzi / há 3 meses

    Confirmada a decisão de que teremos a última rodada do Campeonato Brasileiro de 2016.

    Nunca uma final de torneio será tão triste quanto a que estamos prestes a ver.

    Não vai ter comemoração de gols, mas sim homenagens.

    Ao invés de gritar gol, o locutor, o torcedor e o jogador vão sentir tristeza, e com razão.

    O jogo entre Vitória e Palmeiras vale uma permanência na Séria A, mas não vale a vida do Danilo.

    O jogo entre Fluminense e Internacional vale uma permanência na Séria A, mas não vale a vida do Bruno Rangel.

    O jogo entre São Paulo e Santa Cruz não vale nenhuma classificação, muito menos a vida do Caio Júnior.

    O jogo entre Santos e América-MG vale a segunda colocação na tabela, mas não vale a vida do Dener.

    O jogo entre Cruzeiro e Corinthians vale uma vaga na Libertadores e outra na Sul-Americana, mas não vale a vida do Kempes.

    O jogo entre Grêmio e Botafogo vale uma vaga na Libertadores, mas não vale a vida do Tiaguinho.

    O jogo entre Atlético-PR e Flamengo vale uma vaga na Libertadores e a segunda colocação na tabela, mas não vale a vida do Cleber Santana.

    O jogo entre Ponte Preta e Coritiba vale uma vaga na Sul-Americana, mas não vale a vida do Ananias.

    O jogo entre Sport e Figueirense vale uma permanência na Séria A, mas não vale a vida do Mateus Caramelo.

    O jogo que não teremos, entre Chapecoense e Atlético-MG, representa todas as 71 vítimas que nos deixaram na última segunda-feira.

    Foto: Marcelo Silva

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • O Atlético Nacional trocou um título pela grandeza. O Internacional quer trocar a grandeza por uma vaga na Série A

    - Por Roberto Gozzi / há 3 meses

    Poucas horas após o Atlético Nacional emocionar o mundo com sua grandeza, sensibilidade, amor e todos os adjetivos possíveis, o Internacional aciona o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) pedindo punição ao Vitória, o que lhe beneficia de forma suja.

    Dentro das quatro linhas a chance do Inter ser rebaixado é enorme, mas o clube, ou melhor, seus dirigentes, querem permanecer na Séria A custe o que custar, até mesmo manchando a história dos colorados.

    Em um momento de tamanha fragilidade, onde o futebol uniu o mundo e mostrou o motivo de ser algo além do esporte, vem uma notícia triste como esta, de um clube tão grande.

    Não há mais espaço para "tapetão" no futebol, não podemos mais aceitar essa palhaçada. Os cartolas do Inter querem justificar o planejamento horrível que fizeram de alguma forma.

    Se eu fosse torcedor colorado, aceitava a Série B e manteria a honra do meu clube, ao invés de apoiar uma safadeza destas, que no futuro vai manchar a história do Inter.

    O Inter deve se espelhar no Atlético Nacional e não no Fluminense!

    Como disse meu colega de profissão Luan Araujo, o Atlético Nacional trocou um título pela grandeza, enquanto o Inter faz o caminho inverso.

    Foto: UOL

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
Exibindo 5 de 222 Notícias

SOBRE O COLUNISTA

Jornalista do Terceiro Tempo, apresentador do programa Falando Muito e colunista do jornal Cruzeiro do Sul e da revista APCD Sorocaba