• Tite, a Marcela Temer da CBF!

    - Por Milton Neves / há 5 meses

    E só dá Tite!

    Mais do que as três vitórias, sendo espetaculares aquelas contra Equador e Colômbia, a chegada do gaúcho foi gol de placa.

    “Eu tinha certeza”, desde os anos 17 a.C.!

    E todo mundo ganhou.

    O Brasil, a seleção, os jogadores, a transparência, a torcida, a paz, a ética, a imprensa esportiva, o nosso alívio quanto a Copa da Rússia e até Del Nero.

    E a grande pergunta que fica: por que a CBF perdeu tanto tempo duas vezes com Dunga, com Felipão-7 a 1 e com Mano Menezes, o melhor dos três?

    Ora, Tite estava dando sopa nos bancos de reservas do Brasil há uma década!

    Mas aí entra aquela velha máxima do “antes tarde do que nunca”.

    Tite na seleção brasileira foi “Ovo de Colombo” e justiça feita.

    E justiça parcialmente quero fazer a Vanderlei Luxemburgo.

    O melhor técnico brasileiro, na opinião de gente da bola como o jornalista Ricardo Capriotti e o ex-jogador Edmundo, que, no entanto, vem fracassando demais coincidentemente ao mesmo tempo da ascensão e consagração de Tite no futebol brasileiro.

    E o polêmico Luxa teve uma semana turbulenta.

    De sumido pós-China, emergiu estrategicamente na mídia visando os horizontes do Morumbi e de Itaquera.

    Mas teve uma participação desastrosa na “Mesa Redonda” de Galvão Bueno no SporTV.

    Bom programa em mais um cenário-filhote do emblemático “SuperTécnico” da Band.

    Nervoso e ríspido, Luxa conseguiu até mesmo irritar e arrancar insatisfação do educado e calmo Caio Ribeiro, o mais bondoso comentarista do Brasil.

    Mas o pior foi quando denunciou haver marmelada no futebol chinês.

    Todo mundo caiu de pau no treinador, principalmente Felipão-7 a 1 e Marcelo Moreno.

    Só que, menos de três dias depois, o “FBI Chinês” prendeu cinco jogadores e um apostador por suspeitas de combinações de resultados no jogo Pegasus x Guangzhou R&F pelo campeonato de Hong Kong.

    O Guangzhou R&F (quase o nome do clube de Felipão), atua na Super Liga Chinesa, mas a equipe inferior sub-19 compete no futebol de Hong Kong, que já pertenceu à China.

    Então, nessa, Luxemburgo foi “absolvido” e prestou um bom serviço a um futebol medíocre que só tem três coisas boas para os estrangeiros: dinheiro, dinheiro e dinheiro.

    Afinal, ele só falou da segunda divisão do futebol da China e Felipão, ao “desmentir” e criticar seu velho rival, alegou que Luxa sujou a água para os brasileiros que lá trabalham.

    Pode ser, mas será que os 7 a 1 “Felipônicos” do Mineirão não prejudicaram muito mais a imagem dos profissionais do Brasil, não só na inexpressiva China, como em todo o mundo?

    E imagem por imagem, por que Michel Temer demorou tanto tempo para escalar Marcela Temer em seu time titular no “Criança Feliz”?

    Depois de tantas idas e voltas em nomeações de homens literalmente feios, o herdeiro de um tremendo abacaxi estragado tinha em casa a grande fotografia positiva estampada em toda a mídia brasileira e internacional.

    Ela não vai baixar a inflação ou salvar estados quebrados e a Previdência, mas a aparição da primeira-dama no cenário político fará o marido subir nas pesquisas de aceitação como governante.

    É só aguardar.

    Marcela poderá ser para o presidente o que Tite está sendo para Del Nero e sua ainda CBF.

    Foto: UOL

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • Futebol e política: eles pedem seu voto!

    - Por Milton Neves / há 5 meses

    Sim, o mundo esportivo já fez muitos políticos e outros neste domingo vão tentar voltar ao campo através das urnas.

    Fernando Collor, o maior destaque de todos, foi presidente do Brasil e antes do Centro Sportivo Alagoano de Maceió.

    O “bíblico” Ulisses Guimarães militou na política do Santos FC e seu maior presidente, Athiê Jorge Cury, se elegeu “trocentas” vezes como deputado federal.

    E o presidente Wadih Helou então?

    Não foi campeão de nada com o Corinthians, mas a Fiel o tornou um deputado estadual quase fixo.

    Super Zé Maria, Biro-Biro e Geraldo Blota, ao contrário de Marcelinho Carioca e de Chico Lang, foram eleitos por parte da maior torcida do Brasil.

    Ademir da Guia já tocou a sua bela bola como vereador de São Paulo e agora quer voltar.

    Éder Jofre e Aurélio Miguel também trocaram golpes por votos, assim como no passado Blota Jr. e Nicolau Tuma, reis do microfone.

    João do Pulo, deputado estadual duas vezes, morreu inconformado sem seu “tri campeonato” por míseros poucos votos.

    O senador Romário e os deputados federais Popó, Andrés Sanchez e Evandro Rogério Roman são políticos em Brasília e não estão desaparecendo.

    E o saudoso Walter Abrahão da TV Tupi?

    Como Dalmo Pessoa e Marco Aurélio Cunha, foi vereador e até presidente do Tribunal de Contas do Município.

    Mas, e agora em 2016?

    Ah, como nunca os boleiros estão de olho no seu voto neste domingo.

    Para eles, aquela casinha chamada “Gol” virou a maquininha da urna na base do digitou, apertou e confirmou.

    São os ex-atletas Tonhão, Waldir Peres, Marcelinho Carioca e Ademir da Guia candidatos a vereador em São Paulo.

    O ex-goleiro João Marcos é candidato em Botucatu-SP, ex-centroavante Babá e Moacir Cachorrão em Mogi Guaçu-SP, Monga em Campinas-SP, João Carlos Motoca em Ibitinga-SP, Jenildo em Itu-SP, Tupãzinho em Tupã-SP e até o Héverton Perereca em Cuiabá-MT.

    No Rio, Roberto Dinamite e Andrade serão testados nas urnas, assim como Odvan em Campos-RJ, Paulo Rink, Rafael Camarotta e Nem em Curitiba-PR, Jairo Lenzi em Barra Velha-SC, Cassiá, Dinho e Tarciso em Porto Alegre-RS e Albeneir em Biguaçu-SC.

    A lista é enorme e envolve também Zé Carlos-88 e o matador Marcelo Ramos em Salvador-BA, Sérgio Alves e Rinaldo em Fortaleza-CE, Marquinho Carioca em São João do Miriti-RJ e Heleno e Fábio Júnior em Belo Horizonte-MG.

    Aliás, lá na capital mineira a briga é de um time só, o Galo!

    Quem diria, hein?

    O presidente e o goleiro do Galo mais lindo do mundo numa briga titânica no poleiro mais famoso do futebol.

    Mas os dois já fizeram um pacto: quem ganhar, assina de cara o seu primeiro decreto, que será o fechamento do... Cruzeiro!

    Brincadeiras à parte e agora falando sério, que vocês, meus leitores do Agora, do UOL e do Bol e eleitores do Brasil, pensem bem e votem com muita consciência.

    Vamos para as urnas, pessoal, vamos votar juntos e nada de faltar ou de anular o voto.

    Escolham bem seu candidato, seja de qual profissão for, e vamos esperar que surjam novos nomes que possam tirar o Brasil do buraco.

    Do jeito que está não pode ficar.

    Foto: UOL

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • Nova York, a bola e o Rádio FC

    - Por Milton Neves / há 6 meses

    Escrevo de Nova York.

    Para chegar, se Deus quiser, em cima da hora neste domingão para o “Dia do Rádio”, no Museu do Futebol do Pacaembu, pelo Domingo Esportivo Bandeirantes.

    Vim na “pior semana” que poderia escolher.

    Foi a força do imponderável em vinda inadiável por meras assinaturas que não permitiam procuração, mas presença física.

    Que inferno a semana de segunda a sexta aqui na “Capital do Mundo”!!!

    Chuvas, Obama, interdições, FBI na rua ostensivamente, Assembleia da ONU dos líderes mundiais, “milhões” de agentes e rescaldo de duas explosões com 29 vítimas feridas, transformaram Manhattan, Queens e New Jersey em um belo pedaço do caos total.

    De Upper East Side até o sul da ilha, em Tribeca, nos dois extremos por onde transitei com a família, só havia dois jeitos de se locomover.

    Era a pé ou pelo metrô mais lotado do mundo.

    Até Michel Temer, como se viu, teve que caminhar do seu Plaza Athénée até a sede da ONU “para seu firme pronunciamento”, conforme definiu o amigo árabe Guga Chacra, palmeirense, jornalista da Globo News e meu ouvinte em São Paulo desde sua “tenra idade”.

    E o metrô foi também a salvação das simpáticas Renata Vasconcellos e Poliana Abritta da Rede Globo, sob pena de não chegarem a tempo para a badalada cerimônia do Prêmio Grammy para a televisão do mundo.

    E como tem “televisão” em Nova York!

    São câmeras vigilantes aos milhares em todos os cantos como jamais se viu.

    Em Times Square, tradicional local de concentração de verdadeiras multidões de nova-iorquinos e turistas de todo o mundo, há um fiscal televisivo “para cada rosto”.

    Sim, policiais treinados analisam, como nos aeroportos, a expressão facial da pessoa em seu caminhar.

    Quem denunciar tensão, como as “mulas” do tráfico de drogas tentando embarcar, são interceptados e chamados a conversar.

    E o banco de dados do FBI “apita” na hora quando as feições da pessoa enquadrada no vídeo batem com alguém suspeito já fichado.

    E são milhares deles.

    É o jeito possível de se prevenir, porque um “homem-bomba” é sempre uma possibilidade real, e impedi-lo de sua intenção é tão difícil quanto segurar água com a mão.

    Afinal, como combater, com 100% de êxito, quem não se importa em morrer?

    Mas foi tudo bem e bola para frente.

    Bola que furou no Morumbi.

    O São Paulo virou o primo pobre do futebol paulista.

    Só anda ganhando da Lusa e do Juventus.

    O Palmeiras voltou a ser o que era, mas ainda longe do Verdão-Parmalat ou dos tempos da “Academia do Futebol” de Filpo Núñez.

    Mas recuperou sua autoestima embalada pelo “sócio torcedor”, por Paulo Nobre e pelo seu belo estádio, o melhor de São Paulo, disparado.

    Não sei se será campeão brasileiro porque o Flamengo é outro sério candidato, como o Galo.

    Ou até o meu Santos, pela força também do imponderável da bola.

    No mais, viva o Rádio FC neste seu 25 de setembro de 2016.

    Ah, rádio querido, se não fosse você estaria ainda na sarjeta e não teria visto e vivido tanta coisa boa nestes 49 anos de microfone em Minas, no Paraná e em São Paulo.

    Deus te pague, Rádio.

    Foto: Portal TT

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • Assuma o seu “José Ricardo Mannarino”, Zé Ricardo!

    - Por Milton Neves / há 6 meses

    E aí surgiu um tal Zé Ricardo na Gávea.

    De técnico interino, virou titular e vem provando que muito medalhão caríssimo já era mesmo.

    E que titular este moço, hein?

    Era um desses eternos substitutos pré-datados como Milton Cruz no São Paulo, Mario Travaglini no Palmeiras nos anos 60, Pachequinho no Coritiba, Alcir Portella no Vasco, Andrade no Flamengo, o ex-matador Charles no Bahia e Marcelo Fernandes no Santos, dentre tantos outros “tampões”.

    E temos também o caso atípico do gaúcho Celso Roth.

    Residente em Porto Alegre, e quase sempre desempregado, fica esperando o telefone tocar com chamada do Beira Rio ou da Arena Azul do Grêmio.

    É o salvador de plantão e de bombachas.

    Mas hoje já não salva mais nada e seu Colorado, que não vai cair, está entre os quatro piores.

    E brincam lá no sul que Roth deveria ser hoje o técnico dos dois da dupla Gre-Nal ao mesmo tempo.

    Mas quem não brinca, emplacou e está salvando o Flamengo é o Zé Ricardo.

    Ora, mas que mané "Zé Ricardo"?

    Zé Ricardo é nome de ponta-esquerda ou de soldado raso e não de comandante.

    E quando ele irá encompridar o seu nome como fizeram Marcelo... Oliveira, Nelsinho... Baptista, Vanderlei... Luxemburgo, Dorival... Júnior que era só Júnior, Abel... Braga, Mano... Menezes e José Roberto... Guimarães?

    O Telê do vôlei era só Zé ou Zé Roberto como meu comentarista na TV Jovem Pan canal 16 UHF em 1990 lá no Alphaville Tênis Clube.

    E aí, mais tarde e sempre competente, virou José Roberto Guimarães, é claro.

    Todos estão certos e o Zé Ricardo está errado.

    Falei isso pra ele no “Terceiro Tempo” da Rádio Bandeirantes na madrugada da última quinta-feira após o clássico Palmeiras 1 x 1 Flamengo.

    Ora, o Flamengo, que é uma instituição nacional e até mundial, não pode ter um treinador chamado de Zé!

    E olha que temos “Zé”, todos queridos, pra todo lado no Brasil em maior quantidade do que pássaros voando, corintianos malas, uma redundância, por aí ou a palavra “aluga” em toda rua do país.

    Já pensaram a BBC lá em Londres, na identificação formal do treinador do Manchester United, grafando seu nome como Zé Mourinho?

    O português mascarado-competente iria dar mais um ataque.

    E olha que Mourinho não é um nome bonito, mas Mannarino é imponente, diferente, forte.

    E é este exatamente o nome completo do técnico-revelação do Flamengo: José Ricardo Mannarino!

    Já o imaginaram amanhã na seleção brasileira sendo chamado de “Zé Ricardo” tendo um “family name” tão nobre, italiano e internacional?

    Sim, Tite também é muito curtinho, feinho demais e nada classudo.

    Mas, aí, compreende-se, porque Adenor seria trágico.

    Eu poria Tite Bacci, também italiano.

    Minha gente, o comandante de tudo tem que ser diferenciado e um treinador de futebol não é mais só escalador de time e muito menos um dono de sauna que vive do suor alheio.

    Ele hoje é um executivo que fala para milhões de pessoas pela tevê à frente de dezenas de marcas de empresas nacionais e multinacionais que investem no seu time, no seu clube, na sua seleção.

    O marketing esportivo, a modernidade e a globalização exigem profissionalismo em absolutamente tudo.

    Afinal, faz muito tempo que o treinador evoluiu da boleiragem, da boca do túnel e do banco de reservas para uma área delimitada no estádio e para escritório executivo no clube.

    E lembrar que Luis Alonso Peres, o primeiro Lula famoso do Brasil e inventor de Pelé, orientava o timaço do Santos no estadiozinho Nicolau Alayon, do Nacional AC, sentado na arquibancada de madeira do lado do alambrado, hein?

    Assim, Zé Ricardo, imponha-se e coloque uma gravata borboleta neste belo smoking que seu alfaiate da vida está te moldando e assuma o nome que você recebeu na pia batismal.

    Certo, José Ricardo Mannarino?

    O Flamengo, o futebol, seu pai e sua mãe agradecem.

    Foto: UOL

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
  • Não torça contra porque o mal reverte

    - Por Milton Neves / há 6 meses

    Que semana, hein?

    Futebol dos bons na terça, quarta e quinta-feiras.

    A seleção renasceu e Palmeiras, Flamengo e Galo seguem na ponta da tabela, firmes.

    Brasileirão muito bom, equilibrado e disputado, e eu triste.

    Ora, assim não tenho como voltar com a minha ladainha pregando o retorno do emocionante mata-mata.

    Ah, que pena!

    O Corinthians ganhou a Libertadores e o Mundial e eu perdi estes dois antigos e belos motes para “perseguir” o Timão.

    Só restou o “Palmeiras não tem Mundial”.

    Pior é que tem.

    E tem também um timaço, um grande treinador e o melhor presidente dos clubes brasileiros, ao lado do Eduardo Bandeira de Mello, do Flamengo.

    Mas treinador bom mesmo é o Tite.

    Aceitação de 100% e começou fulminante como Telê e Saldanha.

    Mas só 99% da crônica esportiva está habilitada pela coerência a aplaudir, elogiar e a citar o atual treinador da seleção brasileira.

    Quem bancou obstinadamente que Tite jamais trabalharia com Del Nero, um presidente caído que está comemorando finalmente dois meses bons “de vida”, tem que ficar de bico calado até o dia em que o gaúcho sair.

    Que demore 30 anos!

    E que venha o hexa, depois do ouro olímpico que teve, sim senhores, o dedo de Tite em suave intervenção branca após os trágicos empates contra os folclóricos times do Iraque e da África do Sul em nossa bela Olimpíada.

    Olimpíada e Paraolimpíada que calaram com seus imensos sucessos os pessimistas e urubus de plantão.

    O negócio, gente, na vida, é torcer a favor, é claro.

    E sempre!

    Como no caso de Temer.

    O “Fora Temer” por enquanto é inócuo, só enche o saco e atrapalha um time ainda inseguro.

    De um jeito ou de outro, o homem entrou e só sairá antes da hora se for igual ou pior que Dilma.

    Se ele for mal só nos restará “chamar o Tiririca” e todos nós pagaremos um novo pato.

    E o que ele herdou é dos mais indigestos.

    FHC foi 9.5.

    Lula foi 9.7.

    Dilma foi em quatro anos 5.2.

    No segundo mandato, oscilou entre 0.9 e 1.17 e andou “empatando” com Trump no mercado imobiliário.

    Ele é o “Rei dos Edifícios” e ela foi a “Rainha do Aluga”, o que mais se lê hoje nas ruas do Brasil.

    Assim, mesmo com ele não tendo carisma e sendo dono de um discurso não fluente, torcer contra Temer é dar tiro no pé, em todos os nossos pés.

    É como torcida que vaia seu time antes e durante o jogo.

    Estamos no buraco e no caso do novo presidente valem por enquanto o “vai que dá certo?” ou “niki o hômi acerta?”.

    Mas o certo mesmo é o parlamentarismo.

    Primeiro-ministro ruim cai e é substituído rapidinho.

    Sem essa sangria toda de impeachment.

    Chefe de Estado em má fase, ruim de bola e péssimo de serviço tem que sair mesmo, como treinador fraco, goleiro frangueiro ou atacante que não sabe fazer gol.

    Vamos acreditar e apoiar o Tite, comemorar que Neymar não mais tem o fardo de capitão e torcer pelo marido da Marcela.

    Que ele pelo menos equilibre este torto gigante verde e amarelo em boa base para que o próximo presidente erga um grande arranha-céu “do Oiapoque ao Chuí”.

    Ou você também joga no time do “quanto pior, melhor”?

    Foto: UOL

    Compartilhe:
    Imagem Nuvem de Notificações 9999
Exibindo 5 de 300 Notícias

SOBRE O COLUNISTA

Milton Neves Filho, nasceu em Muzambinho-MG, no dia 6 de agosto de 1951.

É publicitário e jornalista profissional diplomado. Iniciou a carreira em 1968, aos 17 anos, como locutor na Rádio Continental em sua cidade natal.

Trabalhou na Rádio Colombo, em Curitiba-PR, em 1971 e na Rádio Jovem Pan AM de São Paulo, de 1972 a 2005. Atualmente, Milton Neves apresenta os programas "Terceiro Tempo?, "Domingo Esportivo? e "Concentraçã... Saiba Mais