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Fase alvinegra facilita o trabalho de "escribas" e "grilos falantes"

Fase alvinegra facilita o trabalho de "escribas" e "grilos falantes"

O Corinthians é um bom assunto, sempre foi, garantia de boa audiência desde que me conheço por gente.

Seja na alegria ou na tristeza, na riqueza ou na pobreza.

Hoje, pela campanha irrefutável no Brasileirão, está, mais do que nunca, na crista da onda.

Assim, os holofotes do noticiário esportivo não poderiam estar mais direcionados a outro time que não fosse o de Parque São Jorge.

Cássio, até outro dia ameaçado de amargar um "chá de banco" em favor de Walter, tornou-se credenciado para a titularidade da seleção brasileira.

Guilherme Arana transformou-se em uma coadunação de Nilton Santos e Marinho Chagas.

Jô, até outro dia um coadjuvante, carta fora do baralho, vem sendo guindado à condição de postulante à camisa nove amarela...

O presidente Roberto de Andrade também melhorou sua cotação no mercado das "imperiosas análises futebolísticas", basicamente por manter seu elenco em uma redoma de vidro, em contraponto aos mandatários rivais, que exceção feita às gestões de Palmeiras e Flamengo, desmantelam seus elencos a torto e a direito.

E, para não estender muito a conversa acerca dos personagens alvinegros, Fábio Carille já ganhou status de técnico com padrão europeu para quem, até outro dia, o considerava um "tampão", espécie de Milton Cruz versão Tatuapé-Itaquera.

Só não é cotado para a seleção brasileira porque Tite, hoje, é uma espécia de semideus.

Meu saudoso pai lembrava de uma frase para esse tipo de situação oportunista: "vai-da-valsa", ou seja, aquele que vai ao sabor dos acontecimentos, "no embalo", digamos.

O mundo está cheio de gente oportunista.

Há décadas, no jornalismo, se diz que notícia impactante não é o cachorro morder o sujeito, mas o sujeito morder o cachorro. 

Remar contra a maré é mais difícil. Ao sabor do vento tudo é mais fácil.

Hoje, falar bem do Corinthians, é certeza de muitos cliques.

Mas, ao mesmo tempo, é chover no molhado.

Já está cansando.

Se o Corinthians começar a perder o trabalho ficará mais difícil.

"Escribas" e "grilos falantes" oportunistas precisarão ser mais criativos.

Foto: Eduardo Knapp/Folhapress - via UOL



 

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No 2º ano do primário, sua professora, a dona Mitsy, escolheu sua redação para que ele a lesse para toda a sala. Depois, as professoras de todas as outras séries do primário o convocaram para a mesma tarefa.

Após essa "maratona?, dona Mitsy lhe disse uma única frase, que ficou ressoando em sua cabeça por todos os anos que seguiram:

"Marcos, nunca deixe de escrever!?

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