• A pré-temporada da F1 pode trazer surpresas

    - Por Marcos Júnior / há 16 dias

    A pré-temporada da F1, que se inicia no próximo dia 27 de fevereiro, na Espanha, será aquela que poderá trazer as maiores surpresas desde que os motores turbo passaram a vigorar, na temporada de 2014.

    Com novos conceitos aerodinâmicos e, principalmente as novas dimensões dos pneus, mais largos, algo diferente pode acontecer na relação de forças da categoria.

    Embora a Mercedes ainda possa ser apontada como favorita, Red Bull (principalmente) e Ferrari, terão a melhor chance dos últimos anos para uma maior aproximação e, quem sabe, até, lutar em pé de igualdade.

    A Renault, que empurra a Red Bull, evoluiu consideravalmente. A Ferrari, talvez não na mesma proporção, mas já não está tão defasada em relação aos motores da Mercedes.

    Então, a turma dos projetos, volta a ter trabalho, pois com os novos pneus todo o conjunto da suspensão teve de ser retrabalhado. Idem para a turma da aerodinâmica.

    Em 2009, por exemplo, a Brawn-GP conseguiu dar o "pulo do gato" com seu difusor duplo e nadou de braçadas para levantar o título de pilotos com Button e o de construtores.

    Se a Honda tiver conseguido uma evolução considerável será boa possibilidade de, pelo menos, subir alguns degraus para voltar a subir ao pódio. Idem para a Williams, que só conseguiu isso uma vez em 2016, com Bottas, no Canadá.

    Massa será, assim, peça fundamental no time de Grove para tornar o carro competitivo. Salvo engano, novamente travará briga "cabeça a cabeça" com a Force India.

    Depois de um retorno abaixo das expectativas, a Renault (com todo seu poderio), tem a missão de estar à frente de Haas, Toro Rosso e Sauber. Palpite? O time francês não terá vida fácil com a Toro Rosso e Haas e Sauber devem ser as últimas, exatamente nesta ordem.

    Então, a partir de 27 de fevereiro, até 02 de março, e depois, de 7 a 10 de março, carros na pista em Barcelona para apontarem um sinal daquilo que irá acontecer na temporada deste ano da Fórmula 1.

    Ao longo do ano ainda acontecerão mais três baterias de treinos, duas com o campeonato em curso e a última logo após a etapa de encerramento:

    18 de abril: Bahrain
    1º e 02 de agosto: Hungria
    28 e 29 de novembro: Abu Dhabi



     

     

     

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  • "Por cima da carne seca", Mercedes esnoba para escolher piloto

    - Por Marcos Júnior / há 2 meses

    Costuma-se dizer que para que conheçamos verdadeiramente uma pessoa basta dar poder a ela.

    Em seu retorno à Fórmula 1, em 2010, adquirindo a campeã Brawn-GP, a Mercedes passou quatro temporadas para finalmente ser campeã, tanto entre os construtores como entre os pilotos, no caso com Lewis Hamilton.

    Então, de 2014 para cá, céu de brigadeiro para o time prateado.

    A Red Bull, entenda-se motor Renault turbo, não acompanhou o propulsor alemão.

    A Ferrari perdeu Alonso mas trouxe Vettel. Porém, tecnicamente não conseguiu ameaçar.

    Contando com Hamilton exuberante e Rosberg como bom segundo piloto, a Mercedes chegou ao apogeu quando viu justamente Rosberg conquistar o campeonato deste ano, espécie de "vingança dos segundos pilotos", quase sempre pulverizados pelos primeiros...

    O comendador Enzo Ferrari tinha como um de seus princípios pétreos o de que deveria ser o carro o protagonista e não o piloto.

    Assim, melhor seria se um piloto tecnicamente inferior vencesse com o carro escarlate, provando que a máquina, e não o homem fazia a diferença.

    "Sem querer" a Mercedes conseguiu isso em 2016.

    Rosberg está um degrau, ou dois, abaixo de Hamilton em termos técnicos. Aproveitou a chance que teve para abiscoitar o campeonato.

    A Mercedes, então, se regozija da situação.

    Mas como nem tudo é perfeito, seu campeão resolveu "pendurar o capacete".

    Tudo indica que foi uma surpresa a todos em Brackley. De Lauda e Wolff ao motoboy da "firma".

    Aí entra em cena a esnobação.

    Empertigada pelos recentes triunfos, o time da estrela de três pontas faz chiste com a vaga aberta.

    Niki Lauda disse que "metade do grid" se ofereceu para guiar pela escuderia.

    Toto Wolf foi mais longe: "apenas Kimi Raikkonen e Daniil Kvyat não se candidataram ao posto".

    Na última quarta-feira (7), a revista inglesa Autosport publicou um anúncio (pago) pela Mercedes F1. Uma brincadeira cheia de humor a respeito da vaga disponível para a próxima temporada, para "possíveis" candidatos.

    Segue, abaixo:

    Piloto

    Surgiu uma vaga de piloto na equipe. Como parte do time que viaja às corridas, você será responsável pela operação de um carro de F1 na pista, incluindo demonstrações, testes e Grandes Prêmios.

    Você ficará automotivado com um forte desejo de sucesso e comprometimento com o trabalho em equipe. Idealmente, você precisa ter experiência comprovada na pista e habilidades como fazer curvas, frear e, em particular, acelerar.

    Possuir uma superlicença da FIA será um diferencial.

    O candidato bem-sucedido deverá ser um forte comunicador, hábil para:

    - Dar informações para o acerto do carro;
    - Identificar claramente pontos fortes e fracos nos nossos adversários;
    - Mostrar paciência extrema por causa da atenção da mídia.

    Benefícios:

    Damos o melhor para nossos funcionários. Por isso oferecemos um pacote competitivo incluindo: um bônus generoso, seguro de vida, plano de saúde, leasing de um carro Mercedes de fábrica, academia na fábrica e um restaurante subsidiado na sede."

    De fato, a brincadeira é boa.

    Mas só pôde ser feita por conta do momento de absoluta opulência.

    Da mesma forma que hoje a McLaren e a Williams, outrora soberanas, vivem momento de "terra arrasada", a dinâmica da F1 mostra ao longo de sua história que em pouco tempo quem está por cima pode despencar.

    Em 2017 os carros terão mudanças aerodinâmicas e os pneus serão diferentes.

    Se a Mercedes continuar como força superior, manterá sua atual soberba.

    Do contrário, terá de "baixar a bola", afinal o mundo gira e meio segundo na F1 pode ser a difernça entre o pole e aquele que está no meio do pelotão.

    Se, por uma lado, muita gente parece interessada na vaga, justamente o campeão Rosberg abriu mão dela.

    Isso é bom para a turma que decide as coisas na divisão de F1 da Mercedes levar em consideração...

    Afinal, nenhuma estrela, nem uma de três pontas, é o centro do universo...

    Foto: Mercedes/AMG F1

     

     

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  • Sem Rosberg, grande chance de monotonia no campeonato de 2017. A não ser que Alonso...

    - Por Marcos Júnior / há 2 meses

    Nico Rosberg fez nesta sexta-feira (2), aquilo que a maioria de nós não teria coragem de fazer: deixar seu trabalho no momento mais glorioso.

    Somos teimosos.

    Claro, poucos são aqueles que podem abrir mão do dinheiro "pingando" todo mês na conta.

    Há boletos a pagar, óbvio.

    Mas, mesmo aqueles para quem a grana faz pouca diferença, sair do centro das atenções é algo impensável.

    Interessante a postura de Nico. Já o achava um cara legal. Agora tenho certeza.

    Bom, mas a decisão do alemão está tomada e sua agora ex-equipe, a Mercedes, precisará de alguém para substituí-lo.

    Em que pesem as mudanças técnicas nos carros, como a maior largura dos pneus e a menor altura da asa traseira, dificilmente a Mercedes deixará de ser a favorita absoluta ao seu terceiro título consecutivo entre os construtores e de pilotos.

    A opção mais lógica para substituir Rosberg recai sobre Pascal Wehrlein preterido por Esteban Ocon na Force India, equipe que corre com motores Mercedes. Tanto Wehrelin como Ocon foram pilotos de testes da Mercedes em 2016.

    Se Wehrlein ganhar ao cockpit mais cobiçado do momento, Hamilton não terá adversário. Pascal é bom piloto, já provou isso com a fraquíssima Manor, mas seria uma incrível surpresa que conseguisse bater o inglês em seu primeiro ano com um carro competitivo. Wehrlein não é Max Verstappen.

    Então, se esta for a escolha da Mercedes, podem apostar em um Mundial monótono, regido apenas pelo maestro Hamilton, em meio a uma orquestra destoante e desafinada, apesar de lampejos eventuais de virtuoses como Verstappen com sua Red Bull e Vettel com sua Ferrari. Alonso também continuará tirando "leite de pedra" caso sua McLaren-Honda siga sendo coadjuvante.

    Emoção de verdade, somente se a Mercedes trouxer um "peixe graúdo" para rivalizar com Hamilton.

    Verstappen? Difícil, pela multa pesadíssima que a Red Bull cobraria.

    Vettel? Idem em termos contratuais com a Ferrari.

    A opção mais viável, financeiramente falando, recai sobre Fernando Alonso.

    O espanhol, a exemplo do que Senna dizia sobre a Williams em 1993, correria de graça, somente para ter o prazer de sentar-se no melhor carro do grid.

    Reeditaria a explosiva dupla da McLaren com Hamilton em 2007. Parceria que não deu certo, pois Raikkonen "correndo por fora", abocanhou o título.

    Porém, com o suas fracassadas últimas escolhas, não me surpreenderia que Alonso, em estando na Mercedes, vissse a McLaren-Honda passar a ser o melhor carro do mundo...

     

     

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  • Rosberg e a chance perfeitamente aproveitada para ser campeão

    - Por Marcos Júnior / há 2 meses

    Há um consenso, quase unanimidade acerca da superioridade técnica de Hamilton em relação a Rosberg.

    É justificável. É mais agudo. Simplificando, é mais veloz mesmo.

    De início, o inglês precisou vencer o preconceito velado de um mundo restrito em que os negros, até então, não haviam se estabelecido.

    Nico, em contrapartida, filho do campeão de 1982, Keke Rosberg, teve desde sempre os atalhos favorecidos para chegar à F1.

    Nico Rosberg teve sua chance de ouro em 2016, assim como teve seu pai aproveitando-se da fatalidade e dos problemas da Ferrari em 1982. Assim como Jenson Button, que em 2009 teve a fantástica e bela Brawn para levantar o caneco.

    Em condições iguais Hamilton terminaria o ano à frente, mas sua Mercedes claudicou em vários momentos. O inglês chegou a colocar em xeque a conduta de sua equipe, dando a entender que seu companheiro estava sendo beneficiado.

    Pensando friamente, à Mercedes seria melhor mesmo que Rosberg, menos talentoso que Hamilton, ficasse com o título.

    Isso coloca o carro em primeiro plano, algo que habitava a mente do comendador Enzo Ferrari.

    Para o italiano valia mais a máquina do que o homem. Importava a Ferrari estar liderando, fosse quem fosse na condução.

    Por isso, para ele, no fundo, apesar do apreço que tinha por Gilles Villeneuve, foi muito melhor que Jody Scheckter tivesse sido o campeão em 1979, e não o canadense.

    Scheckter estava para Rosberg assim como Villeneuve para Hamilton.

    Claro, há uma diferença significativa.

    Apesar de alguns momentos intempestivos, Lewis tem a cabeça muito mais no lugar do que o perturbado Gilles.

    Nelson Piquet, certa vez, disse que Gilles Villeneuve usava um capacete menor que sua cabeça. Daí, ao colocá-lo, tinha seu cérebro comprimido e saia fazendo besteira...

    Hamilton está mais para a insanidade da paixão. Rosberg, para a razão, normalmente mais eficaz.

    Considero o título de Rosberg merecido. Não apenas por sua performance, sobretudo na primeira parte do campeonato, mas por sua conduta. Foi sereno, quase impassível.

    Na F1, onde já se viu tanta trapaça pelo triunfo, é bom quando testemunhamos alguém que não use de subterfúgios para o sucesso.

    Rosberg, o filho de Keke, "empata" com Damon Hill na galeria dos filhos campeões, assim como o pai.

    Porém, há uma diferença: Graham era melhor que Damon.

    Nico, por sua vez, ganha do pai.

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  • Nico Hulkenberg: chance para deixar de "andar de lado" na F1

    - Por Marcos Júnior / há 4 meses

    O alemão Nico Hulkenberg, aos 29 anos, terá a partir do próximo ano mais uma chance para deixar de "andar de lado" na F1. Será piloto da Renault.

    Logo após Hulkenberg vencer as 24 Horas de Le Mans em 2015, ao lado de Earl Bamber e Nick Tandy com o Porsche 911 Hybrid, escrevi uma coluna aqui no Portal Terceiro Tempo intitulada "F1 dará de ombros à vitória de Hulkenberg em Le Mans".

    Entre outros apontamentos, destaquei o fato de que a F1 não costuma se curvar à outras categorias, fazendo ressalvas para alguns nomes de ponta da Indy, com Jacques Villeneuve e Juan Pablo Montoya, entre outros.

    Na F1 desde 2010 (estreou pela Williams, companheiro de Barrichello), com uma lacuna em 2011, quando foi piloto de testes da Force India, Hulkenberg jamais subiu ao pódio. E viu seu companheiro de equipe na Force India, Sergio Pérez, em quatro oportunidades conseguir um lugar entre os três melhores (uma vez em 2014, outra em 2015 e duas em 2016,sempre em terceiro lugar).

    Seu resultado mais expressivo na F1 foi uma pole no GP do Brasil de 2010, resultado que só foi conseguido porque conseguiu uma volta rápida naquele momento em que a pista de Interlagos passava de muito molhada para razoavelmente seca. Em condições normais, jamais teria conseguido. De qualquer forma, conquista para figurar em seu currículo. O melhor que conseguiu em corridas foram dois quartos lugares (2013 no Japão e neste ano, na Bélgica).

    A Renault, que eu acreditava ser a melhor alternativa para Felipe Massa em 2017, é uma aposta boa.

    O time francês não retornou à F1 para figurar no final do pelotão. Vender carros é importante e estar no topo da F1 ainda reverte em dividendos nas concessionárias.

    Claro, ainda que os carros tenham novas configurações em 2017, sobretudo por conta das novas dimensões dos pneus, não se espere nenhuma grande surpresa na relação de forças. Não haverá uma nova Brawn-GP, por exemplo.

    Fato é, que como imaginei no ano passado, a vida de Hulkenberg não mudou após sua vitória nas 24 Horas de Le Mans.

    Basta lembrar que em 1991, dois pilotos que estavam na ativa na F1, o belga Bertrand Gachot e o britânico Johnny Herbert, venceram as 24 Horas de Le Mans, ao lado do alemão Volker Weidler.

    A carreira de Gachot não decolou. Um ano pela Larrousse, um ano sabático e duas temporadas pela Pacific.

    Herbert foi melhor, três vitórias e bons salários em equipes que disputavam pódios, como Benetton e Stewart. A vitória em Le Mans, contudo, não os tornou indispensáveis à F1.

    Se Hulkenberg julgou que o triunfo em Sarthe lhe abriria muitas portas na F1, caiu do cavalo.

    Terá, a partir do próximo ano, a chance, mais uma, de tentar, ao menos subir no pódio.

    RETROSPECTO DE NICO HULKENBERG NA F1:

    2010 (WILLIAMS-COSWORTH)

    RUBENS BARICHELLO: 47 PONTOS

    NICO HULKENBERG: 22 PONTOS - uma pole, no GP do Brasil, em Interlagos

    2011: FOI PILOTO DE TESTES DA FORCE INDIA

    2012 (FORCE INDIA-MERCEDES)

    NICO HULKENBERG: 63

    PAUL DI RESTA:46

    2013 (SAUBER-FERRARI)

    NICO HULKENBERG: 51

    ESTEBAN GUTIÉRREZ: 6

    2014 (FORCE INDIA-MERCEDES)

    NICO HULKENBERG: 96

    SERGIO PÉREZ: 59

    2015 (FORCE INDIA-MERCEDES)

    SERGIO PÉREZ: 78

    NICO HULKENBERG: 58

    2016 (FORCE INDIA-MERCEDES), TEMPORADA EM ANDAMENTO, RESTANDO QUATRO ETAPAS

    SERGIO PÉREZ: 80

    NICO HULKENBERG: 54

    Foto: Divulgação

    O vitorioso Porsche 911 Hybrid nas 24 Horas de Le Mans de 2015, guiado por Nico Hülkenberg, Earl Bamber e Nick Tandy. Foto: Divulgação/Porsche

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SOBRE O COLUNISTA

No 2º ano do primário, sua professora, a dona Mitsy, escolheu sua redação para que ele a lesse para toda a sala. Depois, as professoras de todas as outras séries do primário o convocaram para a mesma tarefa.

Após essa "maratona?, dona Mitsy lhe disse uma única frase, que ficou ressoando em sua cabeça por todos os anos que seguiram:

"Marcos, nunca deixe de escrever!?

Durante o 2º grau, um... Saiba Mais